quinta-feira, 2 de julho de 2015

Qual o meu padrão nos relacionamentos?

Ao longo da nossa vida vamos encontrando pessoas que não estão disponíveis para uma relação. O indisponível aqui não significa apenas que esteja numa relação, mas também que essa pessoa não está disponível emocionalmente para uma relação. Em determinados momentos estas pessoas “indisponíveis” tornam-se um padrão na nossa vida, o que nos leva a um sentimento de tristeza e de frustração e nos fazem acreditar que não temos sorte no amor ou que uma relação saudável não é para nós.




Por muito que possa doer, por muito que custe a verdade é que o quebrar deste padrão está dentro de nós e depende também ele unicamente de nós. Por isso hoje vou deixar-te aqui o primeiro de três pontos que te podem ajudar a perceber esse padrão e a dar o primeiro passo para o quebrares, faz o teu registo no blog para seres logo das primeiras pessoas a receberes os seguintes pontos. Hoje ficamos com o primeiro: 

1. Qual é o meu grau de disponibilidade para o outro: 

Podemos avaliar o nosso grau de disponibilidade em duas realidades, na primeira realidade eu não estou disponível. Sonho e idealizo, faço planos com a pessoa que tenho ao meu lado, mas internamente devido ao medo que sinto em me magoar eu escolho estar disponível q.b., isto é, apenas quando o outro me der provas suficientes é que eu me entrego. A verdade é que provavelmente ele nunca me vai dar as provas que eu quero, porque nunca vão ser suficientes e ele próprio pode estar à espera que eu faça o mesmo. 

Numa outra realidade eu estou longe da minha autenticidade e então adapto-me aquilo que eu acho que a outra pessoa pode querer, sou mais ou menos simpática, sou mais ou menos altruísta, sou mais ou menos divertida, escolho fazer actividades que ele gosta e deixo de conhecer o que gosto de fazer, o que me preenche, distancio-me da minha essência e dou sem limites. Ora se me adapto ao outro passado algum tempo começo a sentir-me frustrada e desalinhada e em algum momento vou ter que deixar cair a máscara. 

Então qual é o grau certo de disponibilidade? 

O grau em que eu estou mais próximo da minha autenticidade, o grau em que eu estou mais próximo da minha verdade e da minha essência, para nós mulheres muitas vezes isso implica deixarmos cair a muralha que temos à nossa volta e deixarmos que cuidem de nós. 

Deixa aqui um comentário sobre o que são para ti os relacionamentos e se alguma vez já passaste por uma situação destas. 

Durante o mês de Julho vou estar ajudar pessoas a libertarem-se dos seus padrões. Marca a tua consulta em ligiasantosilva@gmail.com ou 935 333 777. 

Ate já! 

Lígia Silva, 






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