segunda-feira, 6 de outubro de 2014

O antídoto da arrogância.

Como te disse anteriormente ao longo desta semana e da próxima vou colocar alguns dos botões que nós por vezes activamos e que por vezes deixam de nos servir por se tornarem um hábito.
Nos últimos post falei no estado de sobrevivência, no estado de escassez e hoje falo de arrogância:


Botão nº 3: Arrogância
A nossa natureza arrogante pode disfarçar-se de grandiosidade ou de enorme autoconfiança, mas, na realidade, tem origem na nossa insegurança ou no nosso medo. A arrogância é uma extensão da nossa obsessão em sermos maiores, mais inteligentes, melhores, mais importantes do que as outras pessoas para compensar aquilo que achamos que nos falta. Por vezes para não nos sentirmos pequenos e insignificantes, temos de inchar para provar que somos, de facto especiais. De alguma forma tentamos compensar o medo de não sermos demasiado bons.
Na verdade sempre que eu tenho um comportamento de maior arrogância sei que está na sua base alguma da minha insegurança, falta de confiança ou mesmo medo de perder algo.

Antídoto: Humildade
Através de um olhar mais humilde somos capazes de ver as boas intenções dos outros e celebrar – em vez de comparar e condenar – as nossas diferenças. A humildade torna-nos passiveis de sermos ensinados e fortalece a nossa capacidade de nos escutarmos verdadeiramente a nós próprios e aos outros. A humildade dá-nos simultaneamente a disposição de mudar e a visão para efectuar as mudanças que precisamos de fazer. Despidos da falsa capa da arrogância, somos suficientemente humildes para nos vermos tal como somos e só então podemos começar a antever a pessoa em que somos capazes de nos tornarmos.
O desafio que hoje que  te lanço é o mesmo que me lanço a mim todos os dias, uns dias sou bem sucedida outros dias nem por isso. Sempre que julgo o comportamento de outra pessoa questiono-me: “ Estou a fazer aquilo que estou a pedir que façam?”

Sê Inspiração,
Lígia Silva.
Coach, Marketer e Talent Finder.

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