Como te disse anteriormente ao longo
desta semana e da próxima vou colocar alguns dos botões que nós por vezes
activamos e que por vezes deixam de nos servir por se tornarem um hábito.
Nos últimos post falei no estado de
sobrevivência, no estado de escassez e hoje falo de arrogância:
Botão nº 3: Arrogância
A nossa natureza arrogante pode
disfarçar-se de grandiosidade ou de enorme autoconfiança, mas, na realidade,
tem origem na nossa insegurança ou no nosso medo. A arrogância é uma extensão
da nossa obsessão em sermos maiores, mais inteligentes, melhores, mais
importantes do que as outras pessoas para compensar aquilo que achamos que nos
falta. Por vezes para não nos sentirmos pequenos e insignificantes, temos de
inchar para provar que somos, de facto especiais. De alguma forma tentamos
compensar o medo de não sermos demasiado bons.
Na verdade sempre que eu tenho um
comportamento de maior arrogância sei que está na sua base alguma da minha
insegurança, falta de confiança ou mesmo medo de perder algo.
Antídoto: Humildade
Através de um olhar mais humilde somos
capazes de ver as boas intenções dos outros e celebrar – em vez de comparar e
condenar – as nossas diferenças. A humildade torna-nos passiveis de sermos
ensinados e fortalece a nossa capacidade de nos escutarmos verdadeiramente a
nós próprios e aos outros. A humildade dá-nos simultaneamente a disposição de
mudar e a visão para efectuar as mudanças que precisamos de fazer. Despidos da
falsa capa da arrogância, somos suficientemente humildes para nos vermos tal
como somos e só então podemos começar a antever a pessoa em que somos capazes
de nos tornarmos.
O desafio que hoje que te lanço é o mesmo que me lanço a mim todos os
dias, uns dias sou bem sucedida outros dias nem por isso. Sempre que julgo o comportamento
de outra pessoa questiono-me: “ Estou a fazer aquilo que estou a pedir que
façam?”
Sê Inspiração,
Lígia Silva.
Coach,
Marketer e Talent Finder.

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