quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Quando sentimos frustração!

Existem pessoas que nos retiram a capa. Normalmente são aquelas pessoas que nós não estamos a contar, aquelas pessoas a quem não foi atribuído nenhum título ou nenhum certificado, mas que têm dentro delas um propósito lindo. O propósito de ajudar os outros a crescerem. 

Esta pessoa tinha acabado de me conhecer, tínhamos trocado apenas algumas palavras, mas nada de significativo (achava eu), quando numa conversa supostamente banal me disse: 

" Deixa de ser Egoísta, estás com tanta medo de comunicares quem és, que só estás a pensar em ti. Não estás a pensar nas várias pessoas que poderiam beneficiar com a tua mensagem." 

Ainda hoje quando escrevo esta frase, sinto o meu lábio a tremer e os meus olhos mais brilhantes.Essa pessoa leu-me a alma. Existem pessoas assim :)

Na altura vivia com aquela sensação de que tinha que fazer algo, mas que não sabia por onde começar. Vivia com aquela sensação de que tinha potencial, mas que não o conseguia colocar cá para fora. Não sei se conheces esta sensação, mas esta sensação mata por dentro. Terminamos o dia insatisfeitos e começamos o dia insatisfeitos. Sabemos o que não queremos, mas não conseguimos identificar com clareza aquilo que queremos. Simplesmente sentimos que precisamos de comunicar cá para fora o que sentimos e quem somos. 

Mas o medo esse está lá sempre, o medo de falharmos, o medo de não sermos capazes, o medo de não gostarem de nós, o medo de não sermos suficientes. Verdade. Mas juntamente com o medo também está a coragem, a coragem de cairmos e depois nos levantarmos, a coragem de continuarmos acreditar mesmo quando nada, aparentemente, acontece, a coragem de sorrirmos quando apenas apetece chorar. 


Porque quando caminhamos com o medo, também caminhos com a coragem. 
Porque quando caminhamos com a luz, também caminhamos com a sombra. 
Porque quando caminhamos com a força, também caminhamos com a vulnerabilidade. 
Porque quando caminhamos com o insucesso, também caminhamos com o sucesso. 

Se sentes alguma destas sensações, acredito que esta frase também é para ti. Espero de coração que te provoque a mesma avalanche que provocou em mim.

Se sentires que precisas da minha ajuda, aqui ficam os meus contactos 935 333 777 ou ligiasantosilva@gmail.com

Um beijo enorme e até já!
Lígia Silva,
Life Coach e Terapeuta.


terça-feira, 3 de novembro de 2015

Qual é o meu nível de merecimento?

Muito se fala em merecimento, para mim o merecimento é a base de todos os resultados que nós temos na nossa vida, mas acima de tudo é o equilíbrio entre a dor e o prazer. É incrível como uma variável tão simples pode ser de tal forma tão determinante na nossa vida.  

Imagina que estás no meio de um campo de futebol, estás a imaginar? Boa :) 

Agora imagina que a baliza que tens no teu lado direito corresponde ao limite de prazer que consegues aguentar na tua vida e a baliza que tens no teu lado esquerdo, corresponde ao limite de dor que consegues aguentar na tua vida, ok? 

Normalmente passamos a nossa a vida a treinar o nosso limite de dor, estamos treinados para aguentar a dor, sabemos que vamos passar por desafios, sabemos que vamos encontrar obstáculos, mas normalmente não somos treinados para nos sentirmos confortáveis com o prazer e com a abundância que pode existir na nossa vida, certo? 

Por isso hoje desafio-te a conheces os teus limites de prazer, de algumas áreas da tua vida: 

1. Área Física: Esta área está relacionada com a forma como nos sentimos com o nosso corpo, em termos de energia, de saúde e até como me sinto quando olho ao espelho. Por isso peço-te que identifiques: Baliza do Prazer – Quais são os teus limites aqui?

Exemplo: Sentir-me bem com o meu corpo é uma das minhas prioridades, no meu caso isso também significa ter em atenção o meu peso. Tinha um objectivo que era atingir os 55 Kg, por isso treinei e trabalhei nesse sentido, quando cheguei aos 56 kg, reparei que comecei a fazer uma coisa, comecei a auto-sabotar a não treinar e a comer aquilo que não devia, porquê? Porque já há muito tempo que não tinha 56 kg e pensei: “ Já atingi, já está quase”. Este foi o meu limite de prazer. E no teu caso quais são os teus limites de prazer na área física? 

2. Área Emocional: Esta área está relacionada com as nossas relações, amorosas, de amizade ou familiares. Por isso peço-te que identifiques:  Baliza do Prazer – Quais são os teus limites aqui?

Exemplo: Acredito de coração que todos nós merecemos ter alguém ao nosso lado e vivermos uma relação saudável e calma com alguém que nos ame e que nos aceite tal como somos, no meu caso quando comecei a sentir que o tinha, aquilo que fiz foi criar motivos para existirem discussões. E no teu caso quais são os teus limites de prazer na área das relações?

3. Área Carreira: Esta área está ligada ao nosso sentido de realização e de preenchimento, com o nosso crescimento em termos de profissionais. Por isso peço-te que identifiques:   Baliza do Prazer – Quais são os teus limites aqui?

Exemplo: Quando comecei a crescer enquanto Life Coach as coisas evoluíram tão rapidamente que senti dificuldade em aceitar que estava a ter fluidez na minha área profissional, que estava a ser recomendada e acima de tudo que estava a viver a vida que tinha definido para mim.  E no teu caso quais são os teus limites de prazer na tua área de carreira?

Quando tomo consciência dos meus limites de prazer, consigo ter a clareza de perceber onde é que auto-saboto as coisas boas que obtenho da vida. Por isso espero que este exercício te ajude a ganhares essa consciência. 

Um beijo enorme e até já! 
Lígia Silva, 
Life Coach e Terapeuta. 





As consequência da baixa auto-estima!

Provavelmente é demasiado cliché, o que te vou contar e acredita que aquilo que menos gosto é de utilizar clichés ou frases feitas. Mas hoje vou utilizar só um bocadinho, pode ser?

A maior parte das pessoas que me procura, transporta consigo um conjunto de desafios: não consegue ter uma relação saudável, não sabe o que a preenche, não se sente preenchida com aquilo que faz, sente-se deprimida, não gosta de si, sente-se infeliz, tem ataques de pânico ou de ansiedade, não tem objectivos, não sabe se está no caminho certo, não consegue sentir amor, entre outros.


Na maior parte das vezes, estas são apenas as consequências de algo um pouco mais profundo. Algo que já está de tal forma integrado em nós que o tomamos como certo: crescemos com falta de crença em nós, crescemos com baixa auto-estima e com pouco amor-próprio. Vou ousar ser um pouco mais dramática e dizer que esta é mesmo uma doença, que por ser de tal forma aceite por nós, contamina as várias áreas da nossa vida. 



A falta de crença em nós, normalmente está na base dos resultados que estamos a ter na nossa vida: não vivermos relacionamentos saudáveis, não vivermos uma vida mais preenchida, não termos dinheiro suficiente, não nos sentirmos em paz. Tornou-se tão banal que aceitamos as consequências desta “doença”. Tornou-se tão certa que estamos mais focados em procurar o seu porquê, em vez de nos focarmos na sua solução.  

Por isso hoje no blog deixo-te alguns “sintomas” que esta “doença” apresenta:

* Tenho dificuldade em aceitar um elogio; 
* Tenho dificuldade em reconhecer as minhas qualidades; 
* Tenho dificuldade em ter relacionamentos saudáveis: encontro pessoas que não estão disponíveis ou que já têm outra pessoa; 
* Tenho dificuldade em sonhar; 
* Comparo-me às pessoas que estão à minha volta e aos seus resultados; 
* Tenho dificuldade em sair fora da minha zona de conforto; 
* Tenho dificuldade em aceitar que as pessoas à minha volta estão a ter sucesso; 
* Tenho dificuldade em reconhecer o valor nos outros; 
* Torno-me arrogante ou agressivo com as pessoas à minha volta; 
* Não sei o que me preenche; 
* Acredito que não tenho nenhum dom ou pontos fortes; 
* Acredito que não mereço ser feliz. 

Estes são apenas alguns dos "sintomas", reconheces algum deles como teu? 

Se sim, espero que o teu mês de Novembro seja um inicio para construíres a crença em ti e naquilo que és capaz de fazer.  

Caso sintas que te posso ajudar, podes agendar a tua consulta, presencial ou online, através do 935 333 777 ou ligisantosilva@gmail.com

Um beijo enorme e até já, 

Lígia Silva, 
Life Coach e Terapeuta. 
www.ligiasilva.pt




quarta-feira, 28 de outubro de 2015

100 Dicas Relacionamentos Saudáveis - Dica 6

Esta provavelmente é uma das dicas mais importantes, para termos relacionamentos mais saudáveis, principalmente quando esse relacionamento é importante que comece em nós. 

Dica 6: 

"Largo a comparação com o outro e vivo o que sou."

Dentro de mim tenho o género de umas luzes, que acendem,  quando começo começo a sentir alguns sinais. Através desses sinais, percebo claramente que estou desconectada de mim e que estou em modo de comparação. Esta comparação com o outro retira-me energia, retira-me vida, leva-me a viver uma vida que não é a minha. Não indo de encontro ao que verdadeiramente me apaixona ou preenche. 

A maior parte das pessoas que me procura tem dentro de si estes sinais, não está feliz ou não se sente realizado porque, está constantemente a comparar-se com o outro, com o que é normal, com o que deveria estar acontecer. 



Ontem numa das sessões, uma pessoa dizia-me o quanto era importante para ela ser mãe e estar presente para os filhos. Estava num conflito imenso, porque estava a iniciar uma nova carreira profissional e os horários que tinha não lhe permitiam estar presente em casa. 

No dia anterior, o filho tinha caído na escola e devido ao novo trabalho ela não conseguiu atender o telemóvel, Puniu-se por isso o dia todo. 

Quando foi buscar o filho à escola, passou o caminho todo a comparar-se, com as outras mães, com o pai que estava mais presente, com a sua própria mãe que esteve sempre presente para os filhos. 

Esta comparação que ela fez, foi apenas uma consequência de um ponto mais profundo que necessita de ser trabalhado. E é isto que gostava que entendesses, a comparação que fazemos diariamente, tem uma base e essa base necessita de ser trabalhada para largarmos a comparação, porque esta retira-nos felicidade. 

Hoje deixo-te aqui alguns sinais que eu utilizo para mim, para perceber quando estou a entrar nos limites da comparação com o outro: 

* Sinto vazio; 
* Posso não dizer, mas comparo-me com as pessoas à minha volta; 
* Não consigo sentir paz; 
* Sinto sempre que deveria ter feito diferente;
* Não consigo me valorizar; 
* Não consigo estar presente; 
* Sinto-me inferior ou superior ao outro; 

Estes são apenas alguns dos sinais. Espero que o post de hoje te ajude a tomares consciência. 

Se sentires que te posso ajudar envia email para ligiasantosilva@gmail.com ou entra em contacto comigo através do 935 333 777 e marca a tua consulta seja online ou presencial. 

Um beijo enorme e desejo uma semana cheia de relacionamentos mais saudáveis. 

Até Já, 

Lígia Silva, 
Life Coach e Terapeuta. 
www.ligiasilva.pt 





terça-feira, 27 de outubro de 2015

Como me auto-saboto?

Provavelmente algum dia já ouviste esta frase:

" Nós somos os nossos piores inimigos."

Hoje acredito que essa frase não está correcta, mas sim correctíssima :) passamos tanto tempo a pensar nos outros, que bastava investirmos apenas um bocadinho dessa energia em nós, para percebermos como nos limitamos.

Nas consultas costumo dizer a brincar, que tal como existem prémios para o melhor filme ou melhor actor, deveria também existir um prémio para a melhor pessoa a cometer auto-sabotagem... não me quero gabar, mas estaria entre os melhores :)



A verdade é que se olharmos de fora, temos a capacidade de ver os nossos mecanismos de auto-sabotagem a darem o melhor de si... por isso hoje no blog deixo-te alguns (apenas alguns) dos mecanismos de auto-sabotagem que temos... Boa viagem :)

1. Preguiça: Este vem muito bem disfarçado, achamos que não nos apetece fazer as coisas e então colocamos um rótulo em nós: " Sou preguiçoso", quando na verdade o que pode estar simplesmente acontecer é que tenho medo de fazer aquilo que tenho que fazer, porque isso implica sair fora da minha zona de conforto. Logo sinto mais dor a fazer aquilo que me desafia do que a ficar na minha zona de conforto e considerar-me preguiçoso :) então fico.

2. Perfeição: Queremos de tal forma ter o projecto perfeito, ou o texto perfeito, ou o produto perfeito, que aquilo que fazemos é não fazer, porque estamos aguardar que seja concretizado da forma ideal, o resultado na maior parte das vezes é que simplesmente não faço, ou então passo horas a desenvolver um projecto que nunca fica verdadeiramente finalizado.

3. Diferenciação: Estamos tão focados em fazer algo diferente ou em criar algo diferente, que não fazemos. Contudo a diferenciação acontece durante a construção.

Deixo-te aqui apenas 3 mecanismos de auto-sabotagem que nós temos, mas garanto-te que temos muitos mais... por vezes basta olhar para os nossos comportamentos :)

Se sentires que te posso ajudar envia email para ligiasantosilva@gmail.com ou entra em contacto comigo através do número 935 333 777 e marca a tua consulta presencial ou online.

Desejo-te um beijo enorme e que esta semana ganhes mais consciência sobre ti...

Ate já,

Lígia Silva.
Life Coach e Terapeuta,
www.ligiasilva.pt






quinta-feira, 22 de outubro de 2015

As 7 não verdades da Realização!

A informação é sempre uma mais valia, mas o excesso desta por vezes, também nos pode impedir de vivermos mais presentes, mais focados e acima de tudo mais libertos, para experimentarmos aquilo que nos pode trazer uma maior realização pessoal. 

Por isso hoje no blog deixo-te algumas não verdades que fui encontrado, quando falamos sobre o tema da realização profissional ou do preenchimento. 




1.     É necessário esperar que a nossa vocação se revele: 

 A maior parte de nós associa que a sua vocação é como um chamamento. Algo que vem de fora de nós. A vocação é algo que já existe dentro de nós, esperar que ela simplesmente se revele por puro acaso pode ser um investimento de tempo desnecessário. A nossa vocação, os nossos dons, a nossa missão ou a nossa realização, o que lhe quisermos chamar, é algo que se descobre e é algo que se trabalha. 

    2. Só existe uma profissão certa para cada um: 

Antes isto poderia ser verdade, gerações anteriores escolhiam uma profissão e viviam essa profissão durante cerca de 20 ou 30 anos. Neste momento existem estudos que prevêem que os jovens da geração Y poderão passar por 14 ocupações profissionais diferentes. 

Cada área profissional que nós frequentamos ajuda-nos a retirar pequenos dons, por isso é que tudo aquilo que fazemos na nossa vida é importante, porque nos ajuda a salientar os nossos dons.  

3. Devemos continuar a estudar até descobrirmos a nossa vocação: 

Quando terminei a minha licenciatura, sentia que ainda não estava preparada para ir para o mercado de trabalho para exercer o que tinha estudado, estava insegura e com medo, então decidi iniciar o mestrado. A maior parte de nós inicia e inicia cursos apenas para ganhar conhecimento. Claramente ficamos com uma mochila cheia de ferramentas, mas a questão continua lá, independentemente dos cursos que tiramos não significa que vamos descobrir a nossa vocação. 

4. Existe quem não tenha vocação para nada: 

Durante muito tempo acreditei que não tinha vocação para nada, apenas porque não me conseguia preencher ou realizar dentro daquilo que já existia. Se por acaso também sentes isto, fica tranquilo, não significa que não tens vocação, apenas significa que precisas de ajuda para encontrar essa vocação. 

5. Com o tempo e pela repetição uma profissão acaba por se tornar uma vocação: 

Adoraria poder dizer-te que sim, mas a verdade é que apesar de repetirmos algo durante anos e até nos tornarmos bons nisso, não significa que isso seja algo que nos preencha, apenas significa que nos acostumamos a fazer algo. O sentimento de realização é diferente. 

6. Posso não ganhar dinheiro com a minha vocação. 

Verdade, mas também podes ganhar dinheiro. A maior parte das pessoas com quem trabalho tem esta questão dentro de si. Acredita verdadeiramente que não pode ganhar dinheiro com aquilo que gosta de fazer, mesmo ainda não sabendo aquilo que gosta de fazer, então coloca-se logo um entrave ainda antes da pessoa descobrir a sua vocação. Primeiro descobre, depois crias o caminho para ganhares dinheiro com aquilo que gostas de fazer. 

7. Quando descobrir a minha vocação, tenho que alterar toda a minha vida. 

Durante muito tempo acreditei que para viver aquilo que me preenchia tinha que alterar completamente a minha vida e foi isso que fiz. Já não acredito nisto, acredito que é possível fazermos as coisas com consistência e com estrutura, afinal vivemos numa sociedade ocidental em que todos nós necessitamos de estabilidade. Por isso podes descobrir aquilo que te preenche e para isso não precisas de recomeçar a tua vida, de uma forma totalmente diferente. 

Se sentes que precisas de uma ajuda individual e personalizada, entra em contacto comigo através do 935 333 777 ou ligiasantosilva@gmail.com e marca a tua consulta presencial ou online. 

Um beijo enorme e até já! 

Lígia Silva, 
Life Coach e Terapeuta. 
www.ligiasilva.pt




quarta-feira, 21 de outubro de 2015

100 Dicas Relacionamentos mais saudáveis - Dica 5

Já te aconteceu terminares um relacionamento (seja amoroso, amizade ou profissional) e apesar de estares a sentir dor, sentes em simultâneo um grande alívio? 

Já te aconteceu terminares um relacionamento (seja amoroso, amizade ou profissional) e ganhares vida e energia? 

Já te aconteceu terminares um relacionamento (seja amoroso, amizade ou profissional) e sentires que voltaste a seres tu própria? 

Se sim, boa. Este post vai ser interessante para ti. 
Se não, boa na mesma. Este post também vai ser interessante para ti :) 

No meu caso era isso que acontecia, quando terminava um relacionamento (amoroso ou profissional) sentia um grande alívio, porquê? 

Porque já podia ser autêntica, já podia fazer o que me apetecia, já podia dizer o que me apetecia e acima de tudo já podia ser. Durante um tempo achei que a culpa era das pessoas com quem estava, porque quando estava com elas, não conseguia ser autêntica, sentia-me abafada, logo o problema só poderia estar nelas. 

Depois tornei-me um bocadinho mais inteligente (apenas um bocadinho) e percebi que o desafio estava em mim, eu não conseguia ser eu própria ao lado das outras pessoas, então fechava-me e sentia-me a morrer por dentro. 



Agora imagina, que sempre que entramos num novo relacionamento (amoroso, amizade ou profissional) não conseguimos sermos nós próprios, e por alguma razão estamos sempre a pular de relacionamento em relacionamento, até encontrarmos um que nos permite sermos autêntico. Grande esforço não? Agora imagina que não consegues encontrar um relacionamento, em que te sintas tu próprio? Agora imagina que nada tem a ver com os relacionamentos, mas sim contigo ? 

Uffa... 

Ainda bem que agora já sabemos que na maior parte das vezes, nada tem a ver com os relacionamentos em que estamos, mas sim connosco próprios :) 


Esta é uma das dicas que faz parte das # 100 dicas Relacionamentos mais saudáveis, hoje é a dica 5, que sai todas as quartas-feiras. 

Este e outros temas podes ainda encontrar no Pack Eu.Relacionamentos, criado com o propósito de ajudar cada um de nós a criar relacionamentos mais saudáveis, começando por nós. Para mais informações envia email para ligiasantosilva@gmail.com 

Se pretenderes marcar uma consulta individual seja online ou presencial entra em contacto comigo através do 935 333 777. 

E agora, 

Bora lá ser um bocadinho mais felizes! :) 

Um beijo enorme e até já! 

Lígia Silva, 
Life Coach e Terapeuta. 
www.ligiasilva.pt