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quinta-feira, 24 de setembro de 2015

O que me separa daquilo que quero.

Não percebia o porquê, mas sempre que ia dar um novo passo ou iniciava algo novo, acontecia algo que abalava a minha confiança inicial.

Já tinha pesquisado imenso e era daquelas coisas que quanto mais eu lia, mais vontade eu tinha de experimentar, adorava os conceitos que a pessoa apresentava, ressoavam muito em mim, mas quando olhava para o investimento que aquele curso representava em termos financeiros sentia um nó imenso na barriga e vinha o medo de mais tarde aquele valor me fazer falta, ou de ser um investimento demasiado alto.




Andei a namorar este curso cerca de 2 semanas, logo andei nesta indecisão cerca de 2 semanas, por um lado pensava nos benefícios que poderia ter ao fazer esse curso, por um outro lado sentia algo a puxar-me para trás quando pensava no investimento. Decidi que o ia fazer e que o pagamento seria feito no próprio dia para não pensar muito nisso, passado 1 hora de ter decidido vou ao correio e tenho lá uma conta para pagar de um valor que não estava a contar, primeiro pensamento:

 " Ok, pronto já não posso fazer este curso, vai ter que ficar para uma próxima."

Na verdade isto era algo que me acontecia muito, sempre que estava prestes a tomar uma decisão que iria ter impacto na minha evolução e no meu crescimento, encontrava "garantias" ou "certezas" de que não devia dar esse passo. A minha vontade em avançar era muita, mas a minha vontade em ficar na minha zona de conforto também era muito forte :)

Todos nós temos mecanismos de auto sabotagem que utilizamos no nosso dia-a-dia, uns mais conscientes que outros. Mas tal como dizia o cliché, a verdade é que nós somos o nosso próprio inimigo e por vezes é apenas a nossa mente que nos impossibilita de atingirmos aquilo que queremos para nós.

Um beijo enorme e até já!

p.s. E sim, avancei com o curso :)

Lígia Silva,
Life Coach e Terapeuta
www.ligiasilva.pt








quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

O medo da exposição.

Contou-me que sentia dentro dela que conseguia ter sucesso e que tudo aquilo que desejava até ao dia de hoje tinha atingido: “ Via os meus amigos a atingirem as coisas com muito esforço e no meu caso eu até conseguia com muita facilidade, mas quando as atingia e começava a sentir a atenção das outras pessoas, começava a sentir que estava a ficar demasiado exposta, encontrava algum problema naquilo que fazia e então fugia, cheguei a despedir-me do meu emprego no Porto e no mesmo dia estar no Alentejo, para recomeçar a minha vida.”
A maria (nome fictício) percorreu o nosso país desde o norte até ao sul constantemente a mudar de profissão porque de cada vez que ela ganhava um bocadinho de exposição isso a assustava e fazia com que ela fugisse, nunca teve nenhum objectivo bem definido nem nunca quis ter grande clareza do queria fazer porque simplesmente sabia que se definisse o conseguia atingir e o nível de frustração ia aumentar. Ao dia de hoje está a viver numa vila perto de Lisboa, tem um trabalho de back office, treme cada vez que tem que falar com os clientes, treme cada vez que começa a chamar mais atenção. A primeira vez que a vi o seu cabelo tapava a cara e o seu corpo fazia um esforço para tapar todas as suas formas, utilizava roupas largas para não se ver as formas, para não chamar atenção, falava muito baixo e raramente sorria tudo para não se destacar.
 
Lembro-me das primeiras palavras que disse: “ Sinto-me a morrer por dentro.”
No post de ontem falei-te um bocadinho de mecanismos de auto sabotagem, hoje continuo nessa linha, porque os pedidos por email têm sido muitos para continuar abordar este tema.
Repara no caso da Maria, ela acredita que o melhor que estava a fazer era a fugir da exposição (sendo exposição por exemplo falares para mais de 2 pessoas), vivia numa zona com pouca gente, tinha poucas pessoas de confiança na sua vida e até o seu corpo começou a obedecer à sua ordem, a Maria fez o melhor que sabia na altura, contudo ela apenas está a fazer uma coisa a afastar-se daquilo que a faz mais feliz.
A auto sabotagem é isto nós afastamo-nos daquilo que nos faz mais felizes e continuamente temos comportamentos que nos vão levar a apagar a nossa luz.
Este é o comportamento da Maria que a afasta daquilo que é mais importante para ela estar com outras pessoas, no caso dela revi também muitos dos meus mecanismos… e tu quais são os teus mecanismos de auto – sabotagem? Envia email a contar para ligiasantosilva@gmail.com.
Sê Inspiração,
Lígia Silva.
Coach e Talent Finder.

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Quando nos auto - sabotamos.

Hoje no blog vou falar-te um bocadinho do que o Coaching é e se faz sentido ou não para ti experimentares o as sessões de coaching. Nas últimas semanas tenho tido várias pessoas que me perguntam:
 “ O que é isso do Coaching é igual a consultas de psicologia ou de psicoterapia?”
O Coaching é diferente da psicoterapia e da psicologia, porque as sessões de Coaching o que permitem é ajudar a pessoa a focar-se no seu presente e no futuro.
Por vezes sentimos que estamos bloqueados ou que não conseguimos andar em frente, sentimos até que sabemos exatamente o que devemos de fazer e não conseguimos. Neste aspeto o coaching ajuda a desbloquear este sentimento de impotência ou de inação.
 
Ontem numa consulta uma pessoa com quem trabalho à algum tempo chegou à conclusão que sempre que está prestes atingir um objectivo muito importante para ela, o que faz é auto-sabotar essa conquista, porque segundo ela se ela atingir vai destacar-se e isso significa sair da sombra.
E se eu tiver mais ganhos em manter-me na sombra do que sair dela, provavelmente vou passar a minha vida a fazer isso, sempre que estiver atingir algo, saboto. Saboto para não perder o amor dos meus colegas ou família, para não passar menos tempo em casa, para não me destacar na minha relação, etc.
Estes são os nossos mecanismos de auto-sabotagem que por vezes não nos permitem avançar, quando tomamos consciência conseguimos avançar e alterar esses “gatilhos”. Daí para mim o coaching vai ao passado, para tomarmos consciência no presente para alterarmos no futuro.
 
Deixo-te aqui alguns momentos pelos quais possas estar a passar em que faz sentido recorreres ao coaching:
- Sentes que não consegues avançar;
- Sentes que estás bloqueado;
- Sentes que estás perdido;
- Sentes que não tens clareza;
- Sabes a direcção ou o caminho que deves tomar, mas não avanças.
- Sentes-te em estado de apatia ou triste;
- Sentes que tens baixo nível de confiança.
- Entre outros.
Ao longo dos últimos anos tenho ajudado principalmente mulheres a trazerem ao de cima o seu potencial e a voltarem acreditar nelas próprias, se quiseres mais informação ou marcar consulta comigo contacta o 96 841 05 65 ou ligiasilva@mariocaetano.net
Sê Inspiração,
Lígia Silva.
Coach e Talent Finder.