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segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Quando fugimos!

Existem momentos que devido à sua intensidade, parece que aconteceram há muito, muito tempo atrás, são aqueles momentos que por alguma razão, escolhemos não pensar mais, são aqueles momentos que cada vez que pensamos neles, sentimos uma dor no estômago... 

Este fim-de-semana "passei" por um desses momentos. 

" Já vivi nesta Rua, quando vim do Porto.", disse-lhe. 

Não gosto de me lembrar dessa altura." 


A pessoa ao meu lado disse-me: 

" Não sei porquê, estás a esquecer a conquista que fizeste nessa altura." 




Sabes aqueles momentos em que nos sentimos super pequeninos, do tamanho de uma formiga. Era assim que eu me sentia, nessa altura. Sentia que o meu tamanho normal (1,58), tinha passado rapidamente para uns escassos 30 cm. Estava em estado reactivo, reagia aquilo que me ia acontecendo. Vivia em estado de medo e de sobrevivência. A noite era a pior altura, era a altura em que a ansiedade me visitava e que sem saber na altura, tinha ataques de pânico. 

Estava perdida, sentia-me incrivelmente sozinha e com um medo enorme que tudo desse errado. 

Passaram cerca de 7, 8 anos, desde essa altura. Este fim-de-semana escolhi enfrentar alguns desses momentos, algumas dessas emoções que achava que estava "arrumadas". 

E hoje deixo aqui algumas apreendizagens: 

  • O universo, deus, o que lhe quiseres chamar, protege os que escolhem arriscar; 
  • A tua maior ferramenta é o ganho de clareza; 
  • O teu maior impedimento é a tua necessidade de controlar; 
  • A vida é simples. 
  • A paz no silêncio é a maior conquista que podes ter; 
  • A ansiedade desaparece com o ganho de confiança interna; 
  • És verdadeiramente muito maior do que algum dia poderias imaginar. 
Quando mais escolhemos fugir de algo, mais intenso ele se torna. Sejam momentos, sejam pessoas, sejam situações. Quando enfrentas, sem sofrimento, apenas olhas nos olhos daquilo que foges, ganhas um dimensão que não imaginavas ser possível teres, ganhas vida, ganhas luz. 

Para este inicio de semana, deixo-te duas questões, que se quiseres experimentar podem ajudar-te: 

1. Do que escolhes fugir ou recusas lembrar? Qual a emoção da qual foges? 
2. Enfrentando essa dor, o que podes ganhar? 

Se sentires que te posso ajudar, agenda a tua consulta através do 935 333 777 ou ligiasantosilva@gmail.com 

Um beijo enorme e até já! 
Lígia Silva. 
www.ligiasilva.pt





quarta-feira, 11 de novembro de 2015

100 Dicas para Relacionamentos mais Saudáveis - Dica 7

Os relacionamentos que temos na nossa vida, permitem que venha ao de cima o nosso melhor e o nosso pior. O mesmo acontece com as pessoas, com quem temos esses relacionamentos.


Por vezes temos tendência de culpar as pessoas com quem vivemos, por não conseguirmos sermos nós próprios. Eu já o fiz. Culpei o outro, por não conseguir ser autêntica nesse relacionamento. Libertou-me imenso quando percebi que nada tem a ver com o outro, mas sim comigo.


A minha falta de autoconfiança levou-me, acreditar que o outro poderia de alguma forma limitar quem eu era. Na verdade eu é que não me conseguia impor, porque eu própria não conseguia sentir qual era a minha autenticidade, qual era a minha verdade. 

Eu sei que é difícil assumires quem és, nas tuas relações, eu sei que na maior parte das vezes nem sabes propriamente quem és. Eu sei que tens medo de perderes as pessoas que tens à tua volta, eu sei que tens medo de não seres aceite, de seres rejeitado. Eu sei que tens medo de te expores e de dizeres aquilo que sentes verdadeiramente. Eu sei. 

Mas também sei que se não o fizeres, vais começar a morrer aos bocadinhos internamente, vais começar a ser infeliz e a levar essa infelicidade para as pessoas que estão à tua volta. Vais começar a desacreditar de ti e do teu potencial. 

Por isso a dica de hoje, para criares relacionamentos mais saudáveis é a dica 7:

Assumo quem sou, sem medo de perder as pessoas que tenho à minha volta. 

Posso ajudar-te a construíres relacionamentos mais saudáveis, começando por ti. Marca a tua consulta através do 935 333 777 ou ligiasantosilva@gmail.com

Desejo de coração que tenhas uma excelente quarta-feira em verdade.

Um beijo enorme e até já! 

Lígia Silva, 

Life Coach e Terapeuta. 
www.ligiasilva.pt


terça-feira, 3 de novembro de 2015

Qual é o meu nível de merecimento?

Muito se fala em merecimento, para mim o merecimento é a base de todos os resultados que nós temos na nossa vida, mas acima de tudo é o equilíbrio entre a dor e o prazer. É incrível como uma variável tão simples pode ser de tal forma tão determinante na nossa vida.  

Imagina que estás no meio de um campo de futebol, estás a imaginar? Boa :) 

Agora imagina que a baliza que tens no teu lado direito corresponde ao limite de prazer que consegues aguentar na tua vida e a baliza que tens no teu lado esquerdo, corresponde ao limite de dor que consegues aguentar na tua vida, ok? 

Normalmente passamos a nossa a vida a treinar o nosso limite de dor, estamos treinados para aguentar a dor, sabemos que vamos passar por desafios, sabemos que vamos encontrar obstáculos, mas normalmente não somos treinados para nos sentirmos confortáveis com o prazer e com a abundância que pode existir na nossa vida, certo? 

Por isso hoje desafio-te a conheces os teus limites de prazer, de algumas áreas da tua vida: 

1. Área Física: Esta área está relacionada com a forma como nos sentimos com o nosso corpo, em termos de energia, de saúde e até como me sinto quando olho ao espelho. Por isso peço-te que identifiques: Baliza do Prazer – Quais são os teus limites aqui?

Exemplo: Sentir-me bem com o meu corpo é uma das minhas prioridades, no meu caso isso também significa ter em atenção o meu peso. Tinha um objectivo que era atingir os 55 Kg, por isso treinei e trabalhei nesse sentido, quando cheguei aos 56 kg, reparei que comecei a fazer uma coisa, comecei a auto-sabotar a não treinar e a comer aquilo que não devia, porquê? Porque já há muito tempo que não tinha 56 kg e pensei: “ Já atingi, já está quase”. Este foi o meu limite de prazer. E no teu caso quais são os teus limites de prazer na área física? 

2. Área Emocional: Esta área está relacionada com as nossas relações, amorosas, de amizade ou familiares. Por isso peço-te que identifiques:  Baliza do Prazer – Quais são os teus limites aqui?

Exemplo: Acredito de coração que todos nós merecemos ter alguém ao nosso lado e vivermos uma relação saudável e calma com alguém que nos ame e que nos aceite tal como somos, no meu caso quando comecei a sentir que o tinha, aquilo que fiz foi criar motivos para existirem discussões. E no teu caso quais são os teus limites de prazer na área das relações?

3. Área Carreira: Esta área está ligada ao nosso sentido de realização e de preenchimento, com o nosso crescimento em termos de profissionais. Por isso peço-te que identifiques:   Baliza do Prazer – Quais são os teus limites aqui?

Exemplo: Quando comecei a crescer enquanto Life Coach as coisas evoluíram tão rapidamente que senti dificuldade em aceitar que estava a ter fluidez na minha área profissional, que estava a ser recomendada e acima de tudo que estava a viver a vida que tinha definido para mim.  E no teu caso quais são os teus limites de prazer na tua área de carreira?

Quando tomo consciência dos meus limites de prazer, consigo ter a clareza de perceber onde é que auto-saboto as coisas boas que obtenho da vida. Por isso espero que este exercício te ajude a ganhares essa consciência. 

Um beijo enorme e até já! 
Lígia Silva, 
Life Coach e Terapeuta. 





As consequência da baixa auto-estima!

Provavelmente é demasiado cliché, o que te vou contar e acredita que aquilo que menos gosto é de utilizar clichés ou frases feitas. Mas hoje vou utilizar só um bocadinho, pode ser?

A maior parte das pessoas que me procura, transporta consigo um conjunto de desafios: não consegue ter uma relação saudável, não sabe o que a preenche, não se sente preenchida com aquilo que faz, sente-se deprimida, não gosta de si, sente-se infeliz, tem ataques de pânico ou de ansiedade, não tem objectivos, não sabe se está no caminho certo, não consegue sentir amor, entre outros.


Na maior parte das vezes, estas são apenas as consequências de algo um pouco mais profundo. Algo que já está de tal forma integrado em nós que o tomamos como certo: crescemos com falta de crença em nós, crescemos com baixa auto-estima e com pouco amor-próprio. Vou ousar ser um pouco mais dramática e dizer que esta é mesmo uma doença, que por ser de tal forma aceite por nós, contamina as várias áreas da nossa vida. 



A falta de crença em nós, normalmente está na base dos resultados que estamos a ter na nossa vida: não vivermos relacionamentos saudáveis, não vivermos uma vida mais preenchida, não termos dinheiro suficiente, não nos sentirmos em paz. Tornou-se tão banal que aceitamos as consequências desta “doença”. Tornou-se tão certa que estamos mais focados em procurar o seu porquê, em vez de nos focarmos na sua solução.  

Por isso hoje no blog deixo-te alguns “sintomas” que esta “doença” apresenta:

* Tenho dificuldade em aceitar um elogio; 
* Tenho dificuldade em reconhecer as minhas qualidades; 
* Tenho dificuldade em ter relacionamentos saudáveis: encontro pessoas que não estão disponíveis ou que já têm outra pessoa; 
* Tenho dificuldade em sonhar; 
* Comparo-me às pessoas que estão à minha volta e aos seus resultados; 
* Tenho dificuldade em sair fora da minha zona de conforto; 
* Tenho dificuldade em aceitar que as pessoas à minha volta estão a ter sucesso; 
* Tenho dificuldade em reconhecer o valor nos outros; 
* Torno-me arrogante ou agressivo com as pessoas à minha volta; 
* Não sei o que me preenche; 
* Acredito que não tenho nenhum dom ou pontos fortes; 
* Acredito que não mereço ser feliz. 

Estes são apenas alguns dos "sintomas", reconheces algum deles como teu? 

Se sim, espero que o teu mês de Novembro seja um inicio para construíres a crença em ti e naquilo que és capaz de fazer.  

Caso sintas que te posso ajudar, podes agendar a tua consulta, presencial ou online, através do 935 333 777 ou ligisantosilva@gmail.com

Um beijo enorme e até já, 

Lígia Silva, 
Life Coach e Terapeuta. 
www.ligiasilva.pt




quarta-feira, 28 de outubro de 2015

100 Dicas Relacionamentos Saudáveis - Dica 6

Esta provavelmente é uma das dicas mais importantes, para termos relacionamentos mais saudáveis, principalmente quando esse relacionamento é importante que comece em nós. 

Dica 6: 

"Largo a comparação com o outro e vivo o que sou."

Dentro de mim tenho o género de umas luzes, que acendem,  quando começo começo a sentir alguns sinais. Através desses sinais, percebo claramente que estou desconectada de mim e que estou em modo de comparação. Esta comparação com o outro retira-me energia, retira-me vida, leva-me a viver uma vida que não é a minha. Não indo de encontro ao que verdadeiramente me apaixona ou preenche. 

A maior parte das pessoas que me procura tem dentro de si estes sinais, não está feliz ou não se sente realizado porque, está constantemente a comparar-se com o outro, com o que é normal, com o que deveria estar acontecer. 



Ontem numa das sessões, uma pessoa dizia-me o quanto era importante para ela ser mãe e estar presente para os filhos. Estava num conflito imenso, porque estava a iniciar uma nova carreira profissional e os horários que tinha não lhe permitiam estar presente em casa. 

No dia anterior, o filho tinha caído na escola e devido ao novo trabalho ela não conseguiu atender o telemóvel, Puniu-se por isso o dia todo. 

Quando foi buscar o filho à escola, passou o caminho todo a comparar-se, com as outras mães, com o pai que estava mais presente, com a sua própria mãe que esteve sempre presente para os filhos. 

Esta comparação que ela fez, foi apenas uma consequência de um ponto mais profundo que necessita de ser trabalhado. E é isto que gostava que entendesses, a comparação que fazemos diariamente, tem uma base e essa base necessita de ser trabalhada para largarmos a comparação, porque esta retira-nos felicidade. 

Hoje deixo-te aqui alguns sinais que eu utilizo para mim, para perceber quando estou a entrar nos limites da comparação com o outro: 

* Sinto vazio; 
* Posso não dizer, mas comparo-me com as pessoas à minha volta; 
* Não consigo sentir paz; 
* Sinto sempre que deveria ter feito diferente;
* Não consigo me valorizar; 
* Não consigo estar presente; 
* Sinto-me inferior ou superior ao outro; 

Estes são apenas alguns dos sinais. Espero que o post de hoje te ajude a tomares consciência. 

Se sentires que te posso ajudar envia email para ligiasantosilva@gmail.com ou entra em contacto comigo através do 935 333 777 e marca a tua consulta seja online ou presencial. 

Um beijo enorme e desejo uma semana cheia de relacionamentos mais saudáveis. 

Até Já, 

Lígia Silva, 
Life Coach e Terapeuta. 
www.ligiasilva.pt 





quarta-feira, 21 de outubro de 2015

100 Dicas Relacionamentos mais saudáveis - Dica 5

Já te aconteceu terminares um relacionamento (seja amoroso, amizade ou profissional) e apesar de estares a sentir dor, sentes em simultâneo um grande alívio? 

Já te aconteceu terminares um relacionamento (seja amoroso, amizade ou profissional) e ganhares vida e energia? 

Já te aconteceu terminares um relacionamento (seja amoroso, amizade ou profissional) e sentires que voltaste a seres tu própria? 

Se sim, boa. Este post vai ser interessante para ti. 
Se não, boa na mesma. Este post também vai ser interessante para ti :) 

No meu caso era isso que acontecia, quando terminava um relacionamento (amoroso ou profissional) sentia um grande alívio, porquê? 

Porque já podia ser autêntica, já podia fazer o que me apetecia, já podia dizer o que me apetecia e acima de tudo já podia ser. Durante um tempo achei que a culpa era das pessoas com quem estava, porque quando estava com elas, não conseguia ser autêntica, sentia-me abafada, logo o problema só poderia estar nelas. 

Depois tornei-me um bocadinho mais inteligente (apenas um bocadinho) e percebi que o desafio estava em mim, eu não conseguia ser eu própria ao lado das outras pessoas, então fechava-me e sentia-me a morrer por dentro. 



Agora imagina, que sempre que entramos num novo relacionamento (amoroso, amizade ou profissional) não conseguimos sermos nós próprios, e por alguma razão estamos sempre a pular de relacionamento em relacionamento, até encontrarmos um que nos permite sermos autêntico. Grande esforço não? Agora imagina que não consegues encontrar um relacionamento, em que te sintas tu próprio? Agora imagina que nada tem a ver com os relacionamentos, mas sim contigo ? 

Uffa... 

Ainda bem que agora já sabemos que na maior parte das vezes, nada tem a ver com os relacionamentos em que estamos, mas sim connosco próprios :) 


Esta é uma das dicas que faz parte das # 100 dicas Relacionamentos mais saudáveis, hoje é a dica 5, que sai todas as quartas-feiras. 

Este e outros temas podes ainda encontrar no Pack Eu.Relacionamentos, criado com o propósito de ajudar cada um de nós a criar relacionamentos mais saudáveis, começando por nós. Para mais informações envia email para ligiasantosilva@gmail.com 

Se pretenderes marcar uma consulta individual seja online ou presencial entra em contacto comigo através do 935 333 777. 

E agora, 

Bora lá ser um bocadinho mais felizes! :) 

Um beijo enorme e até já! 

Lígia Silva, 
Life Coach e Terapeuta. 
www.ligiasilva.pt






terça-feira, 20 de outubro de 2015

Receber por metade!

Estava cansada de receber por metades, de saber que merecia mais, mas continuava quase que ironicamente a receber por metades, a receber por metades de realização, a receber por metades de amor, a receber por metades da vida.

A questão que tinha dentro de mim era:

" Porque é que mereço isto?"

Quando não aguentei mais o nível de dor, tomei a decisão que não ia mais receber por metades, que ia receber por inteiro, mas primeiro eu própria tinha que me sentir por inteiro, tinha que me sentir mais completa. Era a minha missão, a maior que levaria a cabo, o resgate da minha própria alma...


Uma das variáveis que mais trabalho durante as consultas é a variável do Merecimento, esta variável está ligada directamente aquilo que recebo de bom e de menos bom da vida, seja na área dos relacionamentos, seja na área profissional, seja na área da nossa realização pessoal.

Este é um dos capítulos do Pack Eu.Relacionamentos. Este Pack foi lançado com o propósito de ajudar cada pessoa a construir relacionamentos mais saudáveis, começando pelo relacionamento mais importante, o relacionamento comigo. Se queres receber mais informações sobre o Pack Eu.Relacionamentos envia email para ligiasantosilva@gmail.com




Um beijo enorme e até já!
Lígia Silva,
Life Coach e Terapeuta.
www.ligiasilva.pt





quarta-feira, 14 de outubro de 2015

100 Dicas relacionamentos mais saudáveis - 4

O post de hoje é em especial para as mulheres, os senhores homens que me desculpem.

Sempre tive uma visão muito romântica dos relacionamentos, de como deveriam ou não ser, acreditava de coração no: “ Feliz para sempre”, acreditava em relacionamentos longos e felizes, acreditava na capacidade de uma mulher fazer tudo e ser tudo… magoei-me quando percebi que não era bem assim, tal como acredito que já te aconteceu contigo, várias vezes. Dei e principalmente dei-me, dando a possibilidade à outra pessoa de decidir se eu seria feliz ou não.

Quando estás magoada, vem a desilusão e a tristeza e acima de tudo vem a descrença, desacreditei dos gestos românticos e grandiosos, desacreditei das pessoas e da sua capacidade de sentirem amor. Acho que desacreditei de mim.



Hoje acredito que as histórias de amor que vivemos apenas nos preparam para vivermos histórias de amor melhores, mais reais e mais profundas, todos os clichés que eu tenho de como deveria ser um relacionamento ou de como é que deveria de ser o comportamento da pessoa que eu tinha ao meu lado impossibilitaram-me de sentir amor e felicidade no momento presente, impossibilitaram-me de viver relacionamentos mais saudáveis.

Como hoje é quarta-feira deixo-te aqui mais uma dica para teres relacionamentos mais saudáveis, que faz parte das  #100dicasrelacionamentos – 100 dicas para teres relacionamentos mais saudáveis.

Dica 04:
Deixo de lado o feliz para sempre e foco-me no feliz agora.

O feliz agora não começa com o outro, não começa quando tens um relacionamento, o feliz agora começa contigo, começo com a possibilidade de te encheres de ti e de te sentires mais saudável a cada dia que passa.

Desejo que esta semana encontres o teu feliz agora.
Se sentires que te posso ajudar, agenda a tua consulta através do 935 333 777 ou ligiasantosilva@gmail.com

Um beijo enorme e até já!
Lígia Silva,
Life Coach e Terapeuta


quarta-feira, 7 de outubro de 2015

100 dicas para Relacionamentos mais saudáveis - III

Acredito que a base das relações que temos à nossa volta tem por base a qualidade da relação que temos connosco próprios... mas é apenas aquilo em que eu acredito. Sermos mais saudáveis internamente e mais equilibrados, provavelmente vai gerar relações mais saudáveis e equilibradas. 

É tão fácil colocar um rótulo ao outro, devido aquilo que ele diz ou aquilo que ele faz, falo por mim, apanho-me tantas vezes nesta teia que facilmente dou por mim a criticar o outro, sei que é uma coisa não muito boa, mas facilmente caio nesse estado. Mas o pior é que também o faço comigo, o poder do julgamento e da crítica connosco próprios ganha proporções gigantescas e não venham dizer que tem a ver com o nível de exigência connosco próprios, essa foi só uma desculpa que encontramos para o fazer: " Ah sou muito exigente comigo por isso é que me critico!" é a mesma coisa que dizer: " Ah sou muito exigente comigo e por isso não me trato bem" 

A verdade é que esta crítica constante connosco próprios por vezes é levada para os nossos relacionamentos e em vez de valorizar o outro, aquilo que faço é apontar o que está menos bem, ou o que poderia ter sido feito. 


Necessitamos urgentemente de trabalhar a nossa essência, a forma como estamos connosco, a forma como nos conhecemos, a forma como damos e recebemos amor, a forma como nos valorizamos, a forma como experimentamos amor e alegria em cada coisa que fazemos. Trabalhando isso de forma consistente criamos na nossa vida resultados mais consistentes e mais saudáveis. 

Por isso hoje a terceira dica para relacionamentos mais saudáveis é: 

Dica 03:

Largo a crítica ao outro e comunico a valorização. 

Se sentires que te posso ajudar, marca a tua consulta seja presencial ou online, através do 935 333 777 ou ligiasantosilva@gmail.com

Um beijo enorme e até já! 

Lígia Silva, 
Life Coach e Terapeuta. 


quarta-feira, 30 de setembro de 2015

100 Dicas para Relacionamentos mais saudáveis - II

Como sabes todas as quarta-feiras vou deixar aqui e na minha página do face e do instagrama as 100 dicas para cada um de nós ter relacionamentos mais saudáveis. 

A dica de hoje é: Procuro no outro a luz que eu quero que ele veja em mim. 

Se pudesse prolongar mais um bocadinho desta dica diria mesmo: Procuro no outro a luz para conseguir também identificar a minha luz. 

Sabes aquela sensação de quando descobres uma coisa nova ou num livro, ou num curso, aquela sensação de veres essa aprendizagem em tudo o que é sitio, pois isso acontece comigo. No meu caso sou particularmente viciada em tudo o que tem a ver com o comportamento humano, que simplesmente adoro. 



Há uns anos atrás descobri uma autora que gosto muito que se chama Debbie Ford, com ela comecei a descobrir que tudo aquilo que nós encontramos no outro de menos bom e que nos incomoda é porque também temos em nós ou porque temos que trabalhar em nós, então nessa altura o que começou acontecer foi a ver isso em todo o lado, nas pessoas à minha volta e em mim (existe uma linha muito ténue entre tomares consciência dos teus comportamentos e endoideceres por pensares demasiado, eu piso essa linha várias vezes :))

Continuando, na altura uma pessoa que eu adorava tinha um comportamento que me irritava imenso, essa pessoa sempre que via uma noticia ou via a construção de algo novo, a primeira coisa que fazia era criticar, isto é, olhar logo para o lado negativo da noticia, olhar logo para o lado negativo do novo projecto, aquilo incomodava-me imenso, mas mesmo muito... claro que o meu pensamento foi: 

" Mas eu não sou assim, eu não olho logo para o lado negro, não é logo o meu primeiro pensamento." 

Mais tarde descobri... sempre que eu fazia algo novo, sempre que eu experimentava alguma mudança nova na minha vida, a primeira coisa que eu fazia era criticar-me a mim, não o falava, mas tinha pensamentos de critica comigo própria. 

Um dos exercícios que me ajudou a libertar-me disso foi o começar a reconhecer e a ver a luz no outro, isto é, as coisas boas do outro, porque dessa forma comecei também a ver a minha própria luz! 

Espero de coração que esta dica te ajude e se sentires que precisas da minha ajuda entra em contacto comigo através do 935 333 777 ou ligiasantosilva@gmail.com, dou consultas presenciais em Lisboa e online para todo o mundo :)

Um beijo enorme e ate já! 
Lígia Silva, 
Life Coach e Terapeuta 
www.ligiasilva.pt 


quarta-feira, 23 de setembro de 2015

100 Dicas para Relacionamentos mais saudáveis - I

Provavelmente esta é uma das áreas onde temos maior desafio, a área dos Relacionamentos. Relacionamentos de qualquer tipo: comigo, amizade, trabalho, amoroso, qual a variável em comum no meio disto tudo: 


EU. 

Por isso é seguro dizer que quanto mais saudável eu for, mais saudáveis serão os meus relacionamentos.  Mas será que é mesmo isto? Como se faz isto? 

2015 prometeu ser um ano intenso e de profundas alterações, e na minha vida está a cumprir a promessa, por aquilo que vejo na vida das pessoas com quem trabalho diariamente também, desta forma é minha promessa que até ao final do ano de 2015 vão estar disponíveis várias ferramentas que te vão ajudar a tornar os teus relacionamentos mais saudáveis,mais leves e mais fluídos, porque a vida é assim mesmo! 

E porque não há melhor dia para começar do que à quarta-feira :) Inicia-se hoje algo que te vai ajudar de uma forma muito simples, as 100 dicas para Relacionamentos mais Saudáveis. Sim é verdade existem 100 e são bastante simples :) todas as quarta-feiras vais ter acesso aqui no blog, na minha página Lígia Silva e no Insta

Por isso já sabes, quarta feira é dia de relacionamentos mais saudáveis. E porque hoje é quarta-feira, começamos com a primeira DICA :) 







Dica 1: 

Dá primeiro tudo o que pedes ao outro. 

Não sei se é por ser a primeira, mas para mim esta é sem dúvida uma das mais importantes. Dar primeiro ao outro o que peço vezes sem conta. 

Durante muito tempo tive comportamentos na minha vida que tinham como propósito o pedir da validação do outro, fosse o dizer: " Gosto de ti" para ver qual a resposta do outro, fosse o trabalhar mais para obter reconhecimento, fosse o pedir amor e carinho, sentia que as palavras que saíam da minha boca eram sempre as mesmas, não recebo aquilo que dou. Um dia acordei e sentia-me completamente esgotada, cansada de fingir e num grande vazio, parecia que independentemente do que desse, sentia sempre o mesmo. 

Percebi que o que dava era condicionado, dava com uma intenção de receber de volta, não era um dar genuíno e sem condicionamentos. Por isso recebia na mesma moeda... um receber temporário e condicionado. 

Claro que isso acontecia-me era comigo, pode não acontecer contigo :) 

Por isso deixo-te estas questões: 

O que estás a pedir ao teu companheiro, amigo, líder, estás a dar? 

Estás a dar aquilo que estás a pedir? 

Quando é que foi a última vez que deste o que pediste? 

Para marcares a tua consulta presencial ou online entra em contacto comigo através de ligiasantosilva@gmail.com ou 935 333 777. 

Um beijo enorme e ate já! 

Lígia Silva, 
Life Coach e Terapeuta
www.ligiasilva.pt













segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Como posso fazer o meu relacionamento funcionar?

Provavelmente esta será uma das áreas mais sensíveis da nossa vida. Pela nossa “incapacidade” de conseguimos controlar o outro ou o seu comportamento, os relacionamentos são uma das áreas que nos transmitem maior insegurança e maior nível de ansiedade. Gostamos de acreditar que na nossa vida temos o poder de controlar tudo. É pura ilusão, mas gostamos dessa sensação.
Diariamente tenho o privilégio de trabalhar com pessoas que me apresentam os desafios que sentem nos seus relacionamentos, uma das perguntas que mais me fazem é:


“ Como posso fazer o meu relacionamento funcionar?” 



Existem algumas variáveis que acredito que são diferenciadoras no que diz respeito aos nossos relacionamentos, espero de coração que ajudem o teu relacionamento a crescer e a evoluir. 

1. Crítica: Uma das barreiras ao amor é sem dúvida a crítica. Quando estamos num relacionamento queremos ter a possibilidade de nos sentirmos seguros para sermos nós próprios, se sinto que a pessoa que está ao meu lado está constantemente a criticar-me, seja em tom de brincadeira ou num tom sério aquilo que eu vou fazer é alterar o meu comportamento, vou deixar de ser autêntico quando estou com essa pessoa, vou tentar ser aquilo que ela quer que eu seja e vou fechar o meu coração.
A critica ou o apontar o que a pessoa fez de menos bem (num tom crítico) é uma das principais causas para começar a existir um sentimento de toxicidade no relacionamento.

Solução:

Num relacionamento a pessoa com mais energia masculina (nem sempre o homem), aquilo que procura é valorização. A pessoa precisa de sentir que é valorizado por aquilo que é, por aquilo que conquista. Todos nós temos os nossos desafios de auto-confiança e de insegurança estarmos ao lado de uma pessoa que descobre o melhor de nós mesmos quando nós não conseguimos é mais um motivo para escolhermos estar ao lado dessa pessoa. Valoriza  a pessoa que tens ao teu lado, não partas do pressuposto que ela já sabe, demonstra diariamente em palavras ou em actos. 

2. Luta: Dou por mim várias vezes nas várias relações da minha vida a lutar pela razão. Essa luta leva-me apenas a conseguir uma coisa, prazer momentâneo. No final dessa luta, o meu Ego ficou feliz porque ganhei a conversa ou a discussão, porque a pessoa me deu razão ou porque faz as coisas à minha maneira, mas fiquei com paz? Fiquei a sentir-me mais feliz? 

Solução: 

Privilegia a harmonia ao sentimento de luta pela razão. Muitas pessoas quando ouvem esta questão associam ao sentimento de submissão, totalmente diferente. Estar num estado de harmonia tem a ver com aquilo que cada um de nós transporta no coração. Harmonia ou Luta? 

3.  Seriedade:
No nosso dia-a-dia, nos nossos trabalhos, com tudo aquilo que temos que resolver, já carregamos um bom nível de seriedade e de responsabilidade. Escolhermos trazer também esse peso para o nosso relacionamento significa deixar a leveza e a fluidez à porta de casa.

Solução:

Para mim um dos sinais que eu tenho na minha vida quando não estou bem tem a ver com a facilidade com que solto uma gargalhada. Principalmente nos relacionamentos, termos a capacidade de brincar com a pessoa que está ao nosso lado, de rir e de trazer leveza e fluidez para a sua vida é uma das maiores conquistas…

A verdade é que cada uma destas dicas apenas funcionam na teoria, o verdadeiro impacto está quando as conseguimos colocar na prática. Desafio-te a que experimentes uma destas dicas, apenas uma. 

Que tenhas um mês de Setembro com muito amor e relacionamentos saudáveis. 

Um beijo enorme e até já! 

Lígia Silva, 
Life Coach e Terapeuta
www.ligiasilva.pt 






terça-feira, 28 de julho de 2015

Sou vitima ou agressor?

Lembro-me de ver uma reportagem sobre as vítimas de violência doméstica em que uma das psicólogas referia que a relação que existia entre a vítima e o agressor era a seguinte:

O Agressor fazia a vítima acreditar que ela não era nada sem ele, que a vida dela não poderia ser melhor sem ele, quando na verdade era completamente o contrário o agressor é que não sabia o que fazer à sua vida sem aquela pessoa e aquilo que ele fazia era ganhar poder com o medo da vítima.

Aquela analogia ficou integrada dentro de mim, porque não analisado apenas o caso extremo de uma situação de violência doméstica, diariamente encontramos situações destas fora da nossa vida e dentro da nossa vida. Ora assumimos um estado de vítima, ora assumimos um estado de agressor.

No caso do primeiro (vitima ou presa) acreditamos que sem aquela pessoa, que sem aquele relacionamento, que sem aquela profissão, que sem aquela empresa, que sem aquele dinheiro, não somos nada e então por medo de perdermos aquilo que temos por certo não avançamos para algo maior, não arriscamos e por vezes nem nos questionamos.

O mesmo acontece quando somos agressores, ou lobos, fazemos querer às pessoas (amigo, namorado (a), colega de trabalho) que eles precisam de nós, que não são suficientes sem nós, que só nós conseguimos ser ou fazer algo.



Já escolhi ser vítima e já escolhi ser agressor. O primeiro escolhi porque era o que era mais fácil para mim, acomodei-me a ser vitima, no segundo sentia tanta insegurança e tanto medo de não ser ninguém que assumi o papel de agressor.

Porque é que te estou a contar hoje isto?

Porque ontem descobri mais uma parte minha em que estava a ser agressor, descobrir isto libertou-me, deu-me paz e leveza, libertou a minha criatividade, agarrei e integrei mais uma parte minha, desejo-te o mesmo sentimento, para isso deixo-te um exercício simples:

1. Em que partes da tua vida ou com que pessoas é que estás a ter o papel de vitima?
1.1. O que ganhas com isso?
2. Em que partes da tua vida ou com que pessoas é que estás a ter o papel de agressor?
2.1 O que ganhas com isso?


Desafio-te a partilhares comigo através da caixa que está no canto superior do blog ou então através do meu email ligiasantosilva@gmail.com a resposta a estas questões recordo que cada comunicação que recebo é confidencial e apenas vista por mim.

Até já,

Lígia Silva.



quarta-feira, 15 de julho de 2015

Como terminar um relacionamento de forma saudável II

“ Onde o amor impera, não há desejo de poder e onde o poder predomina, há falta de amor. Um é a sombra do outro.” Carl Jung

No último post escrevi sobre: “ Como terminar um relacionamento de forma saudável”, um dos pontos em que toquei referia os padrões que nós temos nos relacionamentos. Recebi vários comentários de pessoas a identificarem os seus padrões e outras a referirem que não sabem quais são os seus padrões. Durante o dia de hoje vou estar a responder aos emails que recebi, dado que ainda não o consegui fazer a toda a gente.

Quando abordamos a área de relacionamentos entramos aqui num campo muito sensível porque é uma área que não controlámos, na maior parte das vezes não tem lógica e traz ao de cima o nosso melhor e o nosso pior e por isso aquilo que neste momento te quero assegurar é que é completamente normal te sentires fragilizado e inseguro nesta área, eu em vários momentos da minha vida também me sinto, tendo isto por base vamos avançar.

Como seres mentais que somos adoramos descobrir o porquê das coisas, adoramos ter informação para perceber como funcionamos, o perceber o porquê ajuda-nos a trazer um certo sentido de paz ao nosso coração, lutar contra isto é apenas uma perda de energia. O grande desafio está em não te perderes no porquê, passares anos a tentar descobrir o porquê de algo, apenas te faz uma coisa, impede-te de viver.

Eu acredito que aquilo que nós acreditamos é uma das grandes bases dos resultados que temos na nossa vida, sejam resultados mais positivos ou resultados menos positivos. Partindo deste pressuposto um dos pontos essenciais na minha vida e nas minhas consultas é descobrir as verdades absolutas que estão por detrás dos nossos resultados, quais são as crenças que suportam esses resultados.  




Tenho uma cliente minha que iniciou há um ano um negócio novo, quando iniciou a abertura deste negócio as pessoas à sua volta garantiram-lhe que iria ser algo muito difícil, porque estamos numa altura de crise e por isso mesmo tudo tem que ser feito com muito esforço. Apesar disto lembro-me de ela dizer várias vezes nas consultas: “ Não sei porquê, mas tenho dentro de mim uma certeza que me garante que este negócio vai fluir e vai ser abundante.” Os primeiros 6 meses foram muito abundantes e superaram todas as expectativas, ela recuperou o seu investimento inicial e no final dos 6 meses, superou tudo aquilo que ela achava que poderia acontecer (numa perspectiva positiva). No final dos 6 meses os desafios dela não eram desafios de escassez, mas sim desafios de abundância, como lidar com o sucesso que ela estava a ter. 

Eu acredito que as verdades absolutas que nós temos enterradas no nosso inconsciente suportam os resultados que nós temos na nossa vida, por isso o desafio que te lanço é que comeces por descobrir essas verdades. As várias pessoas que me questionaram dos seus padrões (anterior post) tiveram como propósito descobrir essas verdades.
Mas vamos ao ponto que realmente importa: “ Como terminar um relacionamento de forma saudável”

No anterior post contei-te a minha experiência, o mais fácil para mim era terminar algo e sair desse relacionamento o mais rápido possível, fechar a porta e avançar, isto não apenas na área dos relacionamentos amorosos, mas também nas restantes áreas, no relacionamento seguinte as questões anteriores apenas se intensificavam.
Numa das minhas sessões (que eu recebo) a facilitadora fez-me uma pergunta que mudou por completo a minha vida:


“ E porque é que não terminas em amor?”

Olhei para ela com descrédito e senti que a sobrancelha até levantou de tão anormal que aquela perguntou me pareceu, questionei o que isso seria e como é que isso se fazia. De uma forma simples ela disse-me:

“ Lígia o mais fácil para ti neste momento seria terminares este ciclo e iniciares outro, contudo as aprendizagens ainda não foram retiradas se não, não estarias nesse conflito, por isso faz-te a ti própria as seguintes perguntas:

- Quais são os meus maiores desafios neste relacionamento?

- Se estiver noutro relacionamento continuarei com os mesmos desafios?

- Verdadeiramente a responsabilidade de eu não ser feliz depende da pessoa ou das pessoas com quem eu estou?

- Qual seria o meu comportamento saudável neste relacionamento?”

Encontrei as respostas e quando as encontrei comecei a concretizá-las nos meus relacionamentos com apoio claro. Consequentemente começou acontecer algo muito engraçado, de forma natural comecei avançar para outros ciclos, para outros relacionamentos, sem raivas, de forma fluída e respeitosa, com dor claro, mas sem a carga que antes transportava. Se o faço sempre? Não, porque sou humana e como tal estou aprender a ser um ser humano melhor. Funciona? Sim, é mais leve e mais fluído e eu acredito que a vida pode ser desta forma.

Partilha comigo o que sentes nos teus relacionamentos no canto superior direito do blog que eu dou-te o meu feedback.

Durante o mês de Julho vou estar ajudar pessoas a obterem essa clareza e essa leveza, marca a tua consulta através de ligiasantosilva@gmail.com ou 935 333 777.

Tem uma quarta-feira muito leve J



terça-feira, 7 de julho de 2015

Qual o meu Padrão nos Relacionamentos III

Na semana passada iniciei um conjunto de três textos que nos ajudam a descobrir qual o comportamento que cada um de nós tem nos seus relacionamentos, principalmente na parte dos relacionamentos amorosos que é a área da nossa vida onde normalmente sentimos um maior “descontrole”, a área onde normalmente vem ao de cima o nosso melhor e também o nosso pior, tal como a pessoa com quem estamos. O feedback dos últimos textos tem sido muito interessante e por isso quero agradecer a todas as pessoas que entraram em contacto comigo e que me deram o seu feedback e que acima de tudo tiveram a coragem de partilhar o que estava acontecer nos seus relacionamentos.


Por isso hoje como prometido vamos estar a falar da terceira variável que nos pode ajudar a perceber qual é o nosso comportamento, padrão, dentro de um relacionamento e acima de tudo como o podermos quebrar. 



3. Dar e Receber: 

Durante as minhas sessões por vezes coloco as seguintes questões: 

" Como é que te sentes quando te dão um elogio?", " Como é que te sentes quando te dão algo?" 
" Sentes-te mais confortável em dar ou em receber?" 

A maior parte das pessoas não se sente confortável em receber aliás muito pelo contrário sente-se desconfortável em receber, se tens dúvidas pensa no seguinte: 

a) Quando é que foi a última vez que tiraste tempo para ti, só para ti e sentiste que estavas completamente confortável com isso, sem culpas?

b) Quanto tempo por dia é que investes em receber, em estar contigo? 

Quando respondi pela primeira vez a estas questões percebi que raramente tirava tempo de qualidade para mim. Relativamente à segunda questão um dia fiz as contas, diariamente quanto tempo invisto do meu dia a trabalhar para os outros e quanto tempo do meu dia invisto em mim? Posso dizer-te que na altura que a resposta foi 10 horas versus 10 minutos. 

Ora se eu não me sinto confortável em receber, como posso eu ter uma relação e esperar que a outra pessoa dê, obviamente que o mais fácil para mim vai ser dar até estar completamente vazia. 

O mesmo acontece com o receber: 

Como te sentes no teu dia-a-dia normalmente estás à espera, sentindo que as pessoas não te elogiaram o suficiente, ou que não fizeram por ti o suficiente, ou estás simplesmente aguardar que a validação venha do exterior, das pessoas à tua volta? 

Durante anos cada passo que eu tinha que dar tinha que ser validado por determinadas pessoas, caso essa validação não acontecesse na medida que eu queria e da forma que eu queria eu simplesmente não dava esses passos ou não me validava enquanto pessoa. 

Logo como posso eu estar numa relação de forma saudável se estou sempre à espera que a outra pessoa dê? Quando não invisto e estou apenas à espera que o outro dê primeiro. 

Deixa no blog o teu feedback ou então envia para o email ligiasantosilva@gmail.com indica-me em que ponto é que tu estás da tua relação e quais são os padrões que tu acreditas que tens. 

Durante o mês de Julho vou estar ajudar pessoas a desbloquearam os seus padrões e a obterem clareza para as suas, presencialmente ou via skipe, para marcares a tua consulta entra em contacto com ligiasantosilva@gmail.com ou 935 333 777. 

E desde já desejo que neste inicio de semestre que obtenhas para ti relações mais saudáveis e mais felizes. 

Lígia Silva. 



segunda-feira, 6 de julho de 2015

Qual o meu padrão nos relacionamentos – II

Em primeiro quero agradecer às pessoas pelas partilhas e pelos emails que fui recebendo desde o último post, acredito que a melhor forma de começarmos a resolver algo é pela partilha e várias pessoas já deram este passo.  

Há 8 anos, mais ou menos por esta altura, estava a terminar uma relação que tive não saudável que durou muito mais do que deveria (ou não), sentia-me completamente esgotada e sinceramente muito desacreditada do amor e da possibilidade de encontrar alguém para mim que simplesmente quisesse estar comigo e amar-me. Tinha terminado mais uma relação em que a pessoa não estava disponível para uma relação, olhando para trás já o sabia desde o primeiro momento, mas tinha um medo enorme de ficar sozinha, olhando para trás repeti este padrão muitas vezes.

Tal como te disse no post anterior ao longo da nossa vida vamos encontrando pessoas que não estão disponíveis para terem uma relação connosco, sendo que “disponível” nem sempre significa que têm outra pessoa, mas sim que não estão disponíveis emocionalmente para nós ou para a relação.



Antes de começar a escrever o segundo ponto para quebrar um padrão nos relacionamentos, quero dizer que esta área é uma área muito sensível e por isso mesmo cada caso é um caso, peço-te que leias as dicas e que sintas se estão relacionadas contigo, não existem fórmulas únicas e absolutas e ninguém detém o poder de decisão na tua vida a não seres tu.


Acredito que depende de cada um de nós o quebrar desses padrões, a resposta está sempre cá dentro basta fazer as perguntas certas. Então aqui vai a segunda dica: 

2. Sacrifício é diferente de Disponibilidade: 

 Por vezes sentimos tanta necessidade de sermos amados que simplesmente damos de forma totalmente incondicional, sem limites. Fazemos uma doação de quem somos ao outro. Adaptamo-nos de tal forma ao outro que transformas o que gostamos, o que somos e o que nos dá prazer naquilo que o outro poderá gostar apenas com um propósito, a vontade de sermos amados, a vontade de agradar.

Quando damos desta forma, quase compulsivamente sacrificamos as nossas necessidades em prol das necessidades da outra pessoa e quando temos este comportamento acabamos por nos sacrificarmos. Utilizamos este comportamento para fazer compensar a nossa falta de auto-confiança e de auto-estima. De forma totalmente inconsciente acreditamos que se dermos desta forma acabaremos por receber, quando não recebemos desta forma (porque é quase impossível J) acabamos por sentir aproveitamento e desilusão.

Na maior parte da vezes a pessoa com quem estamos magoa-nos e quebra a nossa confiança, contudo esse magoar vem apenas com um propósito o ajudar-nos a colocar os nossos próprios limites e a dar de uma forma saudável.

Por isso como quebrar isto?

a) Identifica se tens este padrão do agradar (atenção que normalmente não acontece apenas nos relacionamentos amorosos, mas sim nas outras áreas da minha vida).

b) Identifica como tu quebras os teus próprios limites.

c) Identifica o momento em que poderias ter dito que não ou simplesmente ter feito diferente.

d) Partilha. O que costumamos fazer é guardar para nós aquilo que sentimos e os padrões que temos na nossa vida, por vergonha ou por acharmos que somos os únicos a sentir isto. Acredita que não e partilha podes colocar na caixa de comentários em baixo ou então enviar-me email para ligiasantosilva@gmail.com. 

Está atento à terceira dica que vai sair ainda esta semana, faz o teu registo no blog (canto superior direito) para receberes todos os post. 

Durante o mês de Julho vou estar ajudar pessoas a identificarem estes padrões nas suas vidas e a quebrarem. Marca a tua consulta presencial ou via skipe através do 935 333 777 ou ligiasantosilva@gmail.com


Tem uma excelente semana :) 

Lígia Silva. 



quinta-feira, 2 de julho de 2015

Qual o meu padrão nos relacionamentos?

Ao longo da nossa vida vamos encontrando pessoas que não estão disponíveis para uma relação. O indisponível aqui não significa apenas que esteja numa relação, mas também que essa pessoa não está disponível emocionalmente para uma relação. Em determinados momentos estas pessoas “indisponíveis” tornam-se um padrão na nossa vida, o que nos leva a um sentimento de tristeza e de frustração e nos fazem acreditar que não temos sorte no amor ou que uma relação saudável não é para nós.




Por muito que possa doer, por muito que custe a verdade é que o quebrar deste padrão está dentro de nós e depende também ele unicamente de nós. Por isso hoje vou deixar-te aqui o primeiro de três pontos que te podem ajudar a perceber esse padrão e a dar o primeiro passo para o quebrares, faz o teu registo no blog para seres logo das primeiras pessoas a receberes os seguintes pontos. Hoje ficamos com o primeiro: 

1. Qual é o meu grau de disponibilidade para o outro: 

Podemos avaliar o nosso grau de disponibilidade em duas realidades, na primeira realidade eu não estou disponível. Sonho e idealizo, faço planos com a pessoa que tenho ao meu lado, mas internamente devido ao medo que sinto em me magoar eu escolho estar disponível q.b., isto é, apenas quando o outro me der provas suficientes é que eu me entrego. A verdade é que provavelmente ele nunca me vai dar as provas que eu quero, porque nunca vão ser suficientes e ele próprio pode estar à espera que eu faça o mesmo. 

Numa outra realidade eu estou longe da minha autenticidade e então adapto-me aquilo que eu acho que a outra pessoa pode querer, sou mais ou menos simpática, sou mais ou menos altruísta, sou mais ou menos divertida, escolho fazer actividades que ele gosta e deixo de conhecer o que gosto de fazer, o que me preenche, distancio-me da minha essência e dou sem limites. Ora se me adapto ao outro passado algum tempo começo a sentir-me frustrada e desalinhada e em algum momento vou ter que deixar cair a máscara. 

Então qual é o grau certo de disponibilidade? 

O grau em que eu estou mais próximo da minha autenticidade, o grau em que eu estou mais próximo da minha verdade e da minha essência, para nós mulheres muitas vezes isso implica deixarmos cair a muralha que temos à nossa volta e deixarmos que cuidem de nós. 

Deixa aqui um comentário sobre o que são para ti os relacionamentos e se alguma vez já passaste por uma situação destas. 

Durante o mês de Julho vou estar ajudar pessoas a libertarem-se dos seus padrões. Marca a tua consulta em ligiasantosilva@gmail.com ou 935 333 777. 

Ate já! 

Lígia Silva,