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quinta-feira, 22 de outubro de 2015

As 7 não verdades da Realização!

A informação é sempre uma mais valia, mas o excesso desta por vezes, também nos pode impedir de vivermos mais presentes, mais focados e acima de tudo mais libertos, para experimentarmos aquilo que nos pode trazer uma maior realização pessoal. 

Por isso hoje no blog deixo-te algumas não verdades que fui encontrado, quando falamos sobre o tema da realização profissional ou do preenchimento. 




1.     É necessário esperar que a nossa vocação se revele: 

 A maior parte de nós associa que a sua vocação é como um chamamento. Algo que vem de fora de nós. A vocação é algo que já existe dentro de nós, esperar que ela simplesmente se revele por puro acaso pode ser um investimento de tempo desnecessário. A nossa vocação, os nossos dons, a nossa missão ou a nossa realização, o que lhe quisermos chamar, é algo que se descobre e é algo que se trabalha. 

    2. Só existe uma profissão certa para cada um: 

Antes isto poderia ser verdade, gerações anteriores escolhiam uma profissão e viviam essa profissão durante cerca de 20 ou 30 anos. Neste momento existem estudos que prevêem que os jovens da geração Y poderão passar por 14 ocupações profissionais diferentes. 

Cada área profissional que nós frequentamos ajuda-nos a retirar pequenos dons, por isso é que tudo aquilo que fazemos na nossa vida é importante, porque nos ajuda a salientar os nossos dons.  

3. Devemos continuar a estudar até descobrirmos a nossa vocação: 

Quando terminei a minha licenciatura, sentia que ainda não estava preparada para ir para o mercado de trabalho para exercer o que tinha estudado, estava insegura e com medo, então decidi iniciar o mestrado. A maior parte de nós inicia e inicia cursos apenas para ganhar conhecimento. Claramente ficamos com uma mochila cheia de ferramentas, mas a questão continua lá, independentemente dos cursos que tiramos não significa que vamos descobrir a nossa vocação. 

4. Existe quem não tenha vocação para nada: 

Durante muito tempo acreditei que não tinha vocação para nada, apenas porque não me conseguia preencher ou realizar dentro daquilo que já existia. Se por acaso também sentes isto, fica tranquilo, não significa que não tens vocação, apenas significa que precisas de ajuda para encontrar essa vocação. 

5. Com o tempo e pela repetição uma profissão acaba por se tornar uma vocação: 

Adoraria poder dizer-te que sim, mas a verdade é que apesar de repetirmos algo durante anos e até nos tornarmos bons nisso, não significa que isso seja algo que nos preencha, apenas significa que nos acostumamos a fazer algo. O sentimento de realização é diferente. 

6. Posso não ganhar dinheiro com a minha vocação. 

Verdade, mas também podes ganhar dinheiro. A maior parte das pessoas com quem trabalho tem esta questão dentro de si. Acredita verdadeiramente que não pode ganhar dinheiro com aquilo que gosta de fazer, mesmo ainda não sabendo aquilo que gosta de fazer, então coloca-se logo um entrave ainda antes da pessoa descobrir a sua vocação. Primeiro descobre, depois crias o caminho para ganhares dinheiro com aquilo que gostas de fazer. 

7. Quando descobrir a minha vocação, tenho que alterar toda a minha vida. 

Durante muito tempo acreditei que para viver aquilo que me preenchia tinha que alterar completamente a minha vida e foi isso que fiz. Já não acredito nisto, acredito que é possível fazermos as coisas com consistência e com estrutura, afinal vivemos numa sociedade ocidental em que todos nós necessitamos de estabilidade. Por isso podes descobrir aquilo que te preenche e para isso não precisas de recomeçar a tua vida, de uma forma totalmente diferente. 

Se sentes que precisas de uma ajuda individual e personalizada, entra em contacto comigo através do 935 333 777 ou ligiasantosilva@gmail.com e marca a tua consulta presencial ou online. 

Um beijo enorme e até já! 

Lígia Silva, 
Life Coach e Terapeuta. 
www.ligiasilva.pt




sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Os meus problemas não são únicos.

Devido à entrevista que saiu na Cosmopolitan sobre Talento e realização do mês de Dezembro, nos últimos dias recebi vários contactos de pessoas a pedirem mais informação sobre o coaching e a contarem um bocadinho as suas histórias, porque se identificaram com o que estava escrito. Depois de falar com essas pessoas e de as ouvir voltei a ter a mesma sensação, todos nós somos seres únicos e diferentes, total verdade, mas de uma forma também ela única todos nós temos os mesmo desafios, ou muito próximos e acabamos por nos afastarmos uns dos outros por acharmos que a pessoa que está ao nosso lado nos vai julgar ou porque não vai perceber aquilo que eu estou a dizer.
 
O problema aumenta quando generalizamos as seguintes “crenças”:  
- Uma pessoa que ama aquilo que faz todos os dias acorda motivada e cheia de vontade de ir trabalhar, logo se eu não acordo assim “todos os dias” (reforço todos os dias) é porque provavelmente não estou realizada ou não gosto daquilo que faço.
A sério? Todos os dias (note-se que aqui estou a fazer expressões com os olhos para reforçar o todos os dias)? E aqueles dias em que está frio lá fora e apetece ficar na cama. Acredito que como humanos que somos, todos nós temos dias bons e dias menos bons, o grande desafio é aceitar isso.  
- Quando encontras aquilo que amas fazer, tudo flui.
Esta é uma das grandes questões das pessoas que vêm ter comigo, vou dar-te um exemplo: imagina que sou professora e imagina que o meu maior medo é falar em público e agora imagina que cada vez que tenho que dar aulas entro em pânico, fico mal disposta, etc, dirias que o talento desta pessoa é dar aulas? Provavelmente não, ou provavelmente sim, tudo depende do propósito que tu tens e daquilo em que estás focado quando estás numa situação destas.
 Ou imagina um outro exemplo imagina que sou uma pessoa muito tímida e aquilo que mais gosto de fazer é comunicar com pessoas, significa que este não é o meu talento, claro que não apenas significa que essa é a sua maior prenda.
 
- Se toda a minha vida fiz uma coisa que não me preenche e agora descubro que é outra completamente diferente e tenho que mudar toda a minha vida.
Não.
Conheço uma pessoa que é secretária da administração, após algumas perguntas descobriu que uma das coisas que mais gostava era criar a partir das suas mãos, mas tudo o que tivesse relacionado com a parte de vestuário, com o passar do tempo foi ganhando maior clareza e percebeu que aquilo que mais gostava de fazer era recriar as roupas que tinha em casa, não criar de raiz, mas sim recriá-las, decidiu que queria experimentar nos seus tempos livres a costura, fez 2 workshops nesta área, durante o workshop conheceu uma mulher que estava a criar uma organização que aquilo que fazia era reciclar a roupa com pequenos pormenores que tornava cada peça de roupa única. No momento presente essa pessoa dedica algumas horas da sua semana na recriação de roupa os últimos 2 meses ganhou financeiramente com o seu hobbie, ao dia de hoje está a criar o plano para largar a área da secretaria e realizar-se no seu hobbie. Esta pessoa demorou 3 anos a fazer isso, porquê? Porque é possível construíres a tua carreira e criares um plano para te ajudar e fazeres isto com segurança.
 
Se pretenderes mais informação sobre o coaching ou se tiveres algumas questões envia email para ligiasantosilva@gmail.com
 
Sê Inspiração,
Lígia Silva
Coach e Talent Finder.

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

O sentimento de missao.

“Estás alinhado com o teu propósito quando tens a certeza de que tudo pode falhar, mas mesmo assim avanças.”
O mês de Setembro é o mês dos recomeços é o mês de voltar às rotinas é o mês de voltar a receber formação, novos conceitos e novas formas de estar na vida. No sábado enquanto se falava de propósito, vi nos olhos de uma pessoa o que é o verdadeiro sentimento de propósito ou de missão, enquanto me dizia: “ existe um momento em que já não dá para negares porque é muito maior do que tu.” Enquanto me dizia isso os seus olhos enchiam-se de lágrimas, acredito eu por sentir o quanto estava próxima desse alinhamento.
 
O sentimento de propósito ou de missão é o sentimento que todos nós temos, está presente ao longo da nossa vida e ao longo da vida encontras diferentes veículos que te permitem preencher esse propósito. No outro dia recebi uma news em que falavam de empregos de sonho, em que referia que quando estás no teu emprego de sonho tens um sentimento constante de bem estar e de fluidez, partilhavam que quando é o teu propósito tu sentes é algo para o qual tu sentes que é o teu caminho, etc.
E quando não é assim? E quando aquilo que te trás realização é aquilo que mais te amedronta é aquilo do qual tens mais medo, é aquilo que mais te custa fazer é o passo que mais te custa dar.
 
Sê Inspiração,
Ligia Silva.
Coach, marketer e Talent Finder.

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Como escolher um caminho.

Esta semana colocaram-me uma questão muito interessante que acho que está na cabeça de muitas pessoas.
“ Lígia quero muito descobrir mais sobre o que me realiza ou sobre quais são os meus Talentos, mas tenho medo que isso implique uma grande mudança na minha vida, que tenha que largar o meu emprego e a segurança que este me dá.”

Acho que é uma excelente questão, porque a maior parte de nós acredita que ao descobrir o que o realiza ou o que o apaixona por alguma razão vai ter que escolher um desses caminhos. Largo o meu emprego actual e faço algo que me apaixona ou continuo no meu emprego, mas não faço aquilo que me realiza.

Acredito que todos nós nascemos com um propósito ou com uma missão e que ao longo da nossa vida vamos escolhendo alguns veículos para realizar esse propósito. Exemplo: ontem falava com uma pessoa que é Enfermeira, sentiu-se bastante realizada durante os anos em que trabalhou como enfermeira, contudo há algum tempo atrás começou a sentir que necessitava de mais, que aquilo que fazia já não a preenchia. O propósito manteve-se, mas o formato em que o fazia já não lhe chegava. Descobriu a direcção para onde queria ir e fez mais formações numa determinada área e ao dia hoje conseguiu potencializar aquilo que faz.



Esta pessoa conseguiu fazer uma coisa, POTENCIALIZAR o seu veículo.

Como POTENCIALIZAR o veículo:

Quando tu descobres o que te apaixona, quando começas a ter um maior conhecimento do teu potencial o que acontece é que podes escolher começar a utilizá-lo no teu dia-a-dia, para conseguires potencializar a tua actual carreira.

Quando te encontras no conflito de achares que tens que seguir um caminho ou outro pensa que se calhar há uma forma de teres o melhor de dois mundos.


Sê Inspiração,
Lígia Silva.
Coach, Marketer e Talent Finder.