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quarta-feira, 23 de setembro de 2015

100 Dicas para Relacionamentos mais saudáveis - I

Provavelmente esta é uma das áreas onde temos maior desafio, a área dos Relacionamentos. Relacionamentos de qualquer tipo: comigo, amizade, trabalho, amoroso, qual a variável em comum no meio disto tudo: 


EU. 

Por isso é seguro dizer que quanto mais saudável eu for, mais saudáveis serão os meus relacionamentos.  Mas será que é mesmo isto? Como se faz isto? 

2015 prometeu ser um ano intenso e de profundas alterações, e na minha vida está a cumprir a promessa, por aquilo que vejo na vida das pessoas com quem trabalho diariamente também, desta forma é minha promessa que até ao final do ano de 2015 vão estar disponíveis várias ferramentas que te vão ajudar a tornar os teus relacionamentos mais saudáveis,mais leves e mais fluídos, porque a vida é assim mesmo! 

E porque não há melhor dia para começar do que à quarta-feira :) Inicia-se hoje algo que te vai ajudar de uma forma muito simples, as 100 dicas para Relacionamentos mais Saudáveis. Sim é verdade existem 100 e são bastante simples :) todas as quarta-feiras vais ter acesso aqui no blog, na minha página Lígia Silva e no Insta

Por isso já sabes, quarta feira é dia de relacionamentos mais saudáveis. E porque hoje é quarta-feira, começamos com a primeira DICA :) 







Dica 1: 

Dá primeiro tudo o que pedes ao outro. 

Não sei se é por ser a primeira, mas para mim esta é sem dúvida uma das mais importantes. Dar primeiro ao outro o que peço vezes sem conta. 

Durante muito tempo tive comportamentos na minha vida que tinham como propósito o pedir da validação do outro, fosse o dizer: " Gosto de ti" para ver qual a resposta do outro, fosse o trabalhar mais para obter reconhecimento, fosse o pedir amor e carinho, sentia que as palavras que saíam da minha boca eram sempre as mesmas, não recebo aquilo que dou. Um dia acordei e sentia-me completamente esgotada, cansada de fingir e num grande vazio, parecia que independentemente do que desse, sentia sempre o mesmo. 

Percebi que o que dava era condicionado, dava com uma intenção de receber de volta, não era um dar genuíno e sem condicionamentos. Por isso recebia na mesma moeda... um receber temporário e condicionado. 

Claro que isso acontecia-me era comigo, pode não acontecer contigo :) 

Por isso deixo-te estas questões: 

O que estás a pedir ao teu companheiro, amigo, líder, estás a dar? 

Estás a dar aquilo que estás a pedir? 

Quando é que foi a última vez que deste o que pediste? 

Para marcares a tua consulta presencial ou online entra em contacto comigo através de ligiasantosilva@gmail.com ou 935 333 777. 

Um beijo enorme e ate já! 

Lígia Silva, 
Life Coach e Terapeuta
www.ligiasilva.pt













segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Qual a base das nossas relações?

Com pé na piscina e o resto do corpo fora para conseguir aquele tom amarelado (diferente do branco que normalmente tenho) falava-se do que seriam feitas as relações duradouras, do que seriam feitas aquelas relações que por vezes invejamos (inveja saudável) e que questionamos o porquê de não as termos. Falava-se dos clichés que as envolvia e a forma como deveriam ou não ser perante aquilo que era definido como certo, até que alguém disse: “ Se calhar as relações saudáveis e duradouras são simplesmente aquelas que não seguem nenhum rótulo, nenhum cliché.”

Concordei e fiquei com esta dentro de mim.

Se partirmos do pressuposto que as várias realidades que temos na nossa vida se devem aquilo em que acreditamos, às nossas verdades absolutas, então podemos também partir do pressuposto que as relações que temos têm por base essas crenças, ou essas verdades absolutas?
Se me tivessem dito isto há uns 8 anos atrás teria dito a essa pessoa para por favor levar essa conversa para outro lado. A verdade é que quem neste momento estiver a viver um relacionamento saudável provavelmente vai dizer que sim e provavelmente quem estiver a viver um conjunto de relacionamentos não saudáveis vai mandar-me dar uma volta (tudo bem J)

Mas apenas por um momento coloca-te esta questão e se verdadeiramente a qualidade das relações que temos na nossa vida dependem directamente daquilo em que acreditamos, das nossas verdades absolutas?

E se começando apenas a questionar aquilo em que acreditamos tudo altera?



Exemplo:

Imagina que estás com uma pessoa numa relação e achas que por estarem juntos há algum tempo ele tem que ter um determinado comportamento ou a vossa relação tem que assumir um outro nível, provavelmente começas a ficar frustrada porque não está acontecer consoante querias e mais tarde provavelmente começas a questionar a relação, mas e se aquilo que tu queres para a tua relação é apenas aquilo que está definido na sociedade como certo.

E se as nossas crenças mudassem em relação aos relacionamentos e se em vez de termos um plano ou uma lista de supermercado de como o comportamento da outra pessoa deveria ser limpássemos a lista e colocássemos outros tópicos, outros itens.

Sei que aquilo que quero para mim é uma relação em que eu possa ser eu própria, mais autêntica, não para sempre, nem para daqui a 5 anos, agora.

Sei que são muitos: “ E se” mas a verdade é que começando a colocar estes: “ E se” a nossa vida altera por completo, falo por mim claro.

Um beijo enorme e uma excelente semana.


Ligia Silva. 


quinta-feira, 9 de julho de 2015

Como saber que estou no caminho certo?

Nas consultas muitas vezes as pessoas perguntam-me como podemos saber se estamos no caminho certo, ou como podemos descobrir se estamos no nosso caminho. 

Por isso o texto de hoje é para te ajudar ou dar-te pistas para tu descobrires se estás ou não no teu caminho ou se estamos no caminho "certo". 

Procuramos certeza interna nas várias coisas que fazemos diariamente, seja através da meditação, seja através de perguntar aos outros, seja através de cursos ou de consultas, seja através de livros, recorremos diariamente a ferramentas a maior parte delas no nosso exterior para conseguirmos algo que é, acalmar o ruído que vai cá dentro e conseguirmos ouvir a nossa voz interna, ouvir essa voz que nos diz o que está certo ou errado, ouvir essa voz que nos diz que estamos no caminho certo, no nosso caminho, porque isso de alguma forma ajuda-nos a termos um sentimento de paz interior e isso é totalmente válido, acho que o grande "truque" passa por a cada dia que passa conseguirmos cada vez mais utilizarmos as nossas ferramentas internas e deixarmos as externas, mas isso é um processo, processo esse que gostamos de dizer que só pertence aos iluminados, mas será mesmo assim? 


Então hoje deixo-te aqui algumas dicas que te vão ajudar a teres a tua certeza interna, a tua segurança: 



1. Questiona: 

Diariamente somos bombardeados com tanta informação sobre como devemos ou não funcionar, sobre o que devemos ou não fazer que no meio de tanta informação deixamos de ser autênticos e passamos a agir perante aquilo que nos dizem. Uma das coisas que mais adoro nas consultas é que me permite ajudar a pessoa consoante as necessidades que ela tem no momento, de uma forma personalizada. Para mim funciona acordar de manhã às 06h00 da manhã e iniciar o meu dia desta forma, não significa que funcione para as outras pessoas, aliás existem momentos da minha vida em que para mim própria isto não funciona. Por isso questiona o que te dizem, questiona o que eu te digo e experimenta a tua forma e vai adaptando essa tua forma. 

2. Red alert 

Existe dentro de mim algo a que eu chamo red alert, quando estou mais triste ou mais ansiosa esta sirene actua dentro da minha cabeça e dá-me o sinal de que algo se passa, ou porque estou a sentir demasiado medo ou porque estou demasiado ansiosa, ou porque estou a pedir demasiada atenção ou validação, ou porque estou a comer de forma não saudável, são sinais que vou tendo de que existe que algo que estou a fazer que não me está a deixar bem comigo, que me está a deixar desconfortável, descobre o que é e altera. Se aquilo que fazes diariamente te deixa infeliz ou mais triste, se te faz desacreditar de ti, provavelmente é porque estás num caminho que não te potencie e que não te deixe mais próximo do teu potencial. 

3. Sincronicidades: 

Este é o momento esotérico do dia. :) 
Existe quem lhe chame sinais eu chamo-lhe sincronicidades, para mim funcionam como uma validação de que estou no meu caminho, de que aquilo que estou a fazer tem como propósito servir um bem maior, são coisas simples a que apenas eu dou atenção, Exemplos:  as pessoas simpáticas e fofinhas que vou apanhando ao longo do meu dia, o bolo de chocolate que tanto gosto e que tinha uma última fatia :), conseguir ouvir os pássaros a chilrear no meio de Lisboa, rir à gargalhada com um cliente, ser referenciada pelos meus clientes. Para mim são os meus sinais que me fazem ganhar a minha certeza interna e que me validam nos momentos menos bons. Encontra os teus ou então pede ajuda para encontrares os teus. 

A certeza de que estamos a percorrer o nosso caminho é um dos maiores ganhos de confiança que podemos ter. 

Durante o mês de Julho vou estar ajudar pessoas presencialmente e via skipe a encontrarem os seus caminhos. Se queres marcar a tua consulta envia email para ligiasantosilva@gmail.com ou 935 333 777. 

E hoje desejo de coração que estejas mais consciente no teu caminho, em amor. 

Lígia Silva. 



terça-feira, 7 de julho de 2015

Qual o meu Padrão nos Relacionamentos III

Na semana passada iniciei um conjunto de três textos que nos ajudam a descobrir qual o comportamento que cada um de nós tem nos seus relacionamentos, principalmente na parte dos relacionamentos amorosos que é a área da nossa vida onde normalmente sentimos um maior “descontrole”, a área onde normalmente vem ao de cima o nosso melhor e também o nosso pior, tal como a pessoa com quem estamos. O feedback dos últimos textos tem sido muito interessante e por isso quero agradecer a todas as pessoas que entraram em contacto comigo e que me deram o seu feedback e que acima de tudo tiveram a coragem de partilhar o que estava acontecer nos seus relacionamentos.


Por isso hoje como prometido vamos estar a falar da terceira variável que nos pode ajudar a perceber qual é o nosso comportamento, padrão, dentro de um relacionamento e acima de tudo como o podermos quebrar. 



3. Dar e Receber: 

Durante as minhas sessões por vezes coloco as seguintes questões: 

" Como é que te sentes quando te dão um elogio?", " Como é que te sentes quando te dão algo?" 
" Sentes-te mais confortável em dar ou em receber?" 

A maior parte das pessoas não se sente confortável em receber aliás muito pelo contrário sente-se desconfortável em receber, se tens dúvidas pensa no seguinte: 

a) Quando é que foi a última vez que tiraste tempo para ti, só para ti e sentiste que estavas completamente confortável com isso, sem culpas?

b) Quanto tempo por dia é que investes em receber, em estar contigo? 

Quando respondi pela primeira vez a estas questões percebi que raramente tirava tempo de qualidade para mim. Relativamente à segunda questão um dia fiz as contas, diariamente quanto tempo invisto do meu dia a trabalhar para os outros e quanto tempo do meu dia invisto em mim? Posso dizer-te que na altura que a resposta foi 10 horas versus 10 minutos. 

Ora se eu não me sinto confortável em receber, como posso eu ter uma relação e esperar que a outra pessoa dê, obviamente que o mais fácil para mim vai ser dar até estar completamente vazia. 

O mesmo acontece com o receber: 

Como te sentes no teu dia-a-dia normalmente estás à espera, sentindo que as pessoas não te elogiaram o suficiente, ou que não fizeram por ti o suficiente, ou estás simplesmente aguardar que a validação venha do exterior, das pessoas à tua volta? 

Durante anos cada passo que eu tinha que dar tinha que ser validado por determinadas pessoas, caso essa validação não acontecesse na medida que eu queria e da forma que eu queria eu simplesmente não dava esses passos ou não me validava enquanto pessoa. 

Logo como posso eu estar numa relação de forma saudável se estou sempre à espera que a outra pessoa dê? Quando não invisto e estou apenas à espera que o outro dê primeiro. 

Deixa no blog o teu feedback ou então envia para o email ligiasantosilva@gmail.com indica-me em que ponto é que tu estás da tua relação e quais são os padrões que tu acreditas que tens. 

Durante o mês de Julho vou estar ajudar pessoas a desbloquearam os seus padrões e a obterem clareza para as suas, presencialmente ou via skipe, para marcares a tua consulta entra em contacto com ligiasantosilva@gmail.com ou 935 333 777. 

E desde já desejo que neste inicio de semestre que obtenhas para ti relações mais saudáveis e mais felizes. 

Lígia Silva. 



segunda-feira, 6 de julho de 2015

Qual o meu padrão nos relacionamentos – II

Em primeiro quero agradecer às pessoas pelas partilhas e pelos emails que fui recebendo desde o último post, acredito que a melhor forma de começarmos a resolver algo é pela partilha e várias pessoas já deram este passo.  

Há 8 anos, mais ou menos por esta altura, estava a terminar uma relação que tive não saudável que durou muito mais do que deveria (ou não), sentia-me completamente esgotada e sinceramente muito desacreditada do amor e da possibilidade de encontrar alguém para mim que simplesmente quisesse estar comigo e amar-me. Tinha terminado mais uma relação em que a pessoa não estava disponível para uma relação, olhando para trás já o sabia desde o primeiro momento, mas tinha um medo enorme de ficar sozinha, olhando para trás repeti este padrão muitas vezes.

Tal como te disse no post anterior ao longo da nossa vida vamos encontrando pessoas que não estão disponíveis para terem uma relação connosco, sendo que “disponível” nem sempre significa que têm outra pessoa, mas sim que não estão disponíveis emocionalmente para nós ou para a relação.



Antes de começar a escrever o segundo ponto para quebrar um padrão nos relacionamentos, quero dizer que esta área é uma área muito sensível e por isso mesmo cada caso é um caso, peço-te que leias as dicas e que sintas se estão relacionadas contigo, não existem fórmulas únicas e absolutas e ninguém detém o poder de decisão na tua vida a não seres tu.


Acredito que depende de cada um de nós o quebrar desses padrões, a resposta está sempre cá dentro basta fazer as perguntas certas. Então aqui vai a segunda dica: 

2. Sacrifício é diferente de Disponibilidade: 

 Por vezes sentimos tanta necessidade de sermos amados que simplesmente damos de forma totalmente incondicional, sem limites. Fazemos uma doação de quem somos ao outro. Adaptamo-nos de tal forma ao outro que transformas o que gostamos, o que somos e o que nos dá prazer naquilo que o outro poderá gostar apenas com um propósito, a vontade de sermos amados, a vontade de agradar.

Quando damos desta forma, quase compulsivamente sacrificamos as nossas necessidades em prol das necessidades da outra pessoa e quando temos este comportamento acabamos por nos sacrificarmos. Utilizamos este comportamento para fazer compensar a nossa falta de auto-confiança e de auto-estima. De forma totalmente inconsciente acreditamos que se dermos desta forma acabaremos por receber, quando não recebemos desta forma (porque é quase impossível J) acabamos por sentir aproveitamento e desilusão.

Na maior parte da vezes a pessoa com quem estamos magoa-nos e quebra a nossa confiança, contudo esse magoar vem apenas com um propósito o ajudar-nos a colocar os nossos próprios limites e a dar de uma forma saudável.

Por isso como quebrar isto?

a) Identifica se tens este padrão do agradar (atenção que normalmente não acontece apenas nos relacionamentos amorosos, mas sim nas outras áreas da minha vida).

b) Identifica como tu quebras os teus próprios limites.

c) Identifica o momento em que poderias ter dito que não ou simplesmente ter feito diferente.

d) Partilha. O que costumamos fazer é guardar para nós aquilo que sentimos e os padrões que temos na nossa vida, por vergonha ou por acharmos que somos os únicos a sentir isto. Acredita que não e partilha podes colocar na caixa de comentários em baixo ou então enviar-me email para ligiasantosilva@gmail.com. 

Está atento à terceira dica que vai sair ainda esta semana, faz o teu registo no blog (canto superior direito) para receberes todos os post. 

Durante o mês de Julho vou estar ajudar pessoas a identificarem estes padrões nas suas vidas e a quebrarem. Marca a tua consulta presencial ou via skipe através do 935 333 777 ou ligiasantosilva@gmail.com


Tem uma excelente semana :) 

Lígia Silva. 



quinta-feira, 11 de junho de 2015

Quando tudo faz sentido!

"Poderia tudo ter sido diferente."

Mas não foi. E não foi por uma razão que ainda a vais descobrir.

Acredito que todos nós temos um puzzle, esse puzzle vai-se construindo ao longo da nossa vida e como em todos os puzzles nem sempre conseguimos perceber onde encaixam determinadas peças e por isso por vezes temos que começar por outras peças para as que estão pendentes fazerem sentido.

 A construção deste puzzle não termina, apenas a junção das suas peças vai fazendo cada vez mais sentido, principalmente os momentos menos bons que vão acontecendo na nossa vida, esses são das peças mais difíceis de encaixar no puzzle, apenas por uma razão porque estamos agarrados a procurar a razão do porquê dessa peça entrar na nossa vida, mas enquanto estou tão ocupado a procurar essa razão todo o puzzle está pendente e mais nenhuma peça entra.



Quando era miúda adorava construir puzzles, no inicio pegava em todas as peças e tentava colocá-las, com o passar do tempo comecei a ser um pouco mais inteligente e comecei pelas peças que estavam nos cantos ou que correspondiam aos limites do tabuleiro, procurava as peças mais simples de encaixar e encaixava as mais complexas que eram aquelas que faziam com que todo o puzzle fizesse sentido, essas eram guardadas para o final. Depois de ter encaixado as dos cantos e dos limites, facilmente encaixava as dos meios e nesse momento tudo fazia sentido. Na altura não perdia muito tempo à procura das peças do meio, focava-me nas peças mais simples, porque sabia que no final tudo iria fazer sentido.

Esta confiança nem sempre me acompanha diariamente, mas a verdade é que esta simplicidade ainda está dentro de mim, tal como está dentro de ti.

Por isso hoje espero que comeces pelas peças mais simples e deixes as do meio mais para o fim :)

Sê Inspiração,

Lígia Silva.

Life Coach e Talent Finder.

ligiasantosilva@gmail.com ou 935 333 777

quarta-feira, 20 de maio de 2015

Quando perdemos o entusiasmo.

Ontem enquanto realizava uma sessão uma das pessoas colocou-me uma questão muito importante. Está neste momento a construir um novo negócio e a reinventar-se, ficou sem emprego à cerca de 2 anos e depois de muito procurar na área dela decidiu que ela própria iria construir a sua carreira. Começamos por identificar o que mais a preenche e realiza, a sua missão ou propósito e por fim identificamos o modelo de negócio. E ontem ela fez-me esta questão:



“ Lígia sinto que sempre que inicio algo novo fico muito entusiasmada, mas depois com o passar do tempo perco o entusiasmo nessa ideia, nesse projecto ou nesse emprego e não quero neste momento que isso me aconteça novamente, o que posso fazer?”

Aquilo que ela me descreveu também acontece comigo, por isso identifiquei-me bastante, depois de termos estado a trabalhar essa questão, ontem antes de adormecer estava a ver um vídeo de uma pessoa que adoro e que admiro imenso, Marie Forleo, que me ajudou ainda mais a sintetizar e a explicar aquilo que costuma acontecer, por isso aqui vão 3 dicas muito simples:

1. Resistência: Em todo o processo criativo existe resistência, achamos que a ideia não pode ser assim tão boa, achamos que o projecto não pode ser assim tão boa, achamos que nós próprios não podemos ser assim tão criativos, então começamos a duvidar de nós. Encara este processo como um processo normal que todos nós passamos, quanto mais rapidamente aceitares essa resistência, mais rapidamente a ultrapassas. 

2. Agarra-te à missão. Tem bem presente para ti porque estás a criar aquela ideia, porque estás a desenvolver esse projecto, o verdadeiro propósito, porque é esse que te vai continuar alimentar, mesmo quando questionas. 

3. Mantém-te com fome de novo. Continua a trazer estímulo e novidade a essa ideia ou a esse projecto, mantém a tua curiosidade activa e a tua vontade de evoluir sempre presente.  

Olhando agora quase poderíamos aplicar estas 3 ideias nos relacionamentos. :) 

Deixa aqui no blog os teus comentários sobre este artigo ou outros assuntos que gostasses de ver abordados aqui e já sabes se precisares da minha ajuda envia email para ligiasantosilva@gmail.com ou 935 333 777. 

Sê Inspiração. 
Lígia Silva. 
Life Coach e Talent Finder. 

terça-feira, 19 de maio de 2015

Como ultrapassar a dor!

A dor é algo pela qual nós seres humanos adoramos fugir, adoramos tapá-la com um tapete e olhar para ela mais tarde, obviamente que neste momento estou apenas a falar de mim.

Dou por mim muitas vezes a fugir ao sentimento de dor, prefiro entreter-me com coisas que me ajudam a distrair, não sei se mais alguém o faz, mas eu faço. Isto porque durante muito tempo acreditei que para resolvermos as nossas questões teríamos que ir verdadeiramente à nossa dor, acreditei durante muito tempo que teríamos que ir ao fundo para voltarmos a emergir, na verdade quem é que gosta disto? Ninguém, certo. Por isso é que fugimos a pacotes de olhar de frente para as coisas que nos magoam, para as coisas que nos fazem sofrer.

Até que um dia alguém muito especial me disse:

" Porque é que colocas tanta carga e tanto peso nas questões que te magoam, ok magoam, mas olha para elas de frente e coloca leveza, enfrenta uma de cada vez, mas coloca leveza. Não tens que ir ao fundo pode resolver cada questão, utiliza a ferramenta mais importante que tu tens, que é o amor que tens no coração."



Enquanto fugimos daquilo que verdadeiramente nos magoa, estamos apenas a dar tempo para essa dor se intensificar, estamos apenas a dar tempo para que essa dor se transforme em sofrimento.

Por isso o desafio que te lanço para esta nova semana é esse mesmo, olha em amor, sem carga e com leveza para uma das dores que tens, não todas, apenas uma. Olha para ela de frente e começa passo a passo a resolver essa dor. Recorda-te que normalmente o nosso nível de dor aumenta devido ao nosso nível de indecisão ou de falta de clareza, por isso traz clareza.

E se precisares da minha ajuda, já sabes entra em contacto para ligiasantosilva@gmail.com ou 935 333 777.

Sê Inspiração,
Lígia Silva.
Life Coach e Talent Finder.

sexta-feira, 15 de maio de 2015

Sou romântica q.b.



Acredito imenso no amor, acredito em momentos felizes, acredito que existe alguém à nossa espera (pode não ser para uma vida, mas para alguns momentos), acredito em relações felizes e duradouras, acredito na perspectiva boa da vida, acredito de coração que todos nós merecemos viver um grande amor, não aquele q.b. que nos é cómodo, mas aquele que nos faz sonhar, onde podemos ser nós próprios e onde acreditamos que a vida ganha uma nova luz. 

Por isso dificulta-me ver o amor assim, quando existem tantos clichés de como deve ou não ser uma relação, de como deve ou não ser a pessoa que está ao nosso lado e então quando encontro um artigo em que indica 34 formas de ter um relacionamento saudável, dá-me um bocado vontade de sair do meu estado de menina bem comportada e bater na pessoa que escreveu isto (desde já peço desculpa a esta senhora). 

Vivemos coladas a rótulos como: " Como uma mulher deve tratar um homem.", " Como um homem deve tratar uma mulher"... era giro também criarmos um rótulo: " Como viver sem rótulos" (um bom titulo de livro :) ) 



Como a minha esteticista diz (que é uma coach fabulosa :)) as mulheres portuguesas têm que dar mais amor a elas próprias e fazer mais em vez de pensar tanto (juro que foi a minha esteticista que disse isto), a verdade é que por vezes dou por mim a pensar em demasia de como as coisas devem ou não ser e vivo muito pouco, por isso este é o desafio que te lanço, a ti mulher... estejas ou não numa relação liberta-te de como as coisas devem ou deveriam ter sido e vive esse amor que tens dentro de ti e aproveita este fim-de-semana para o começares a fazer. 



Sê Inspiração, 
Lígia Silva. 
Coach e Talent finder

ligiasantosilva@gmail.com






terça-feira, 12 de maio de 2015

Problemas do Tamanho de Meteoritos.

Existem problemas ou desafios que são do tamanho de meteoritos, são tão grandes que nos deixam sem ar, sem capacidade de respirarmos, sem capacidade para reagirmos, sem capacidade para nos focarmos naquilo que é realmente importante, quando esses problemas ou desafios que são do tamanho de meteoritos nos apanham (sim porque alguns de nós, eu, andamos uma vida a fugir destes J), podemos reagir de diferentes formas:

1. Ficamos apáticos - de tal forma que por vezes nem um solinho nos ajuda a ganhar cor. Nesse momento escolhemos entrar num estado em que vemos a vida a passar em que reagimos consoante a força do evento, no fundo acreditamos que se ficarmos quietinhos as coisas acabarão por se resolver, verdade, verdadinha apenas estamos a dar tempo ao problema ou desafio para que se torne do tamanho de um planeta. 

2. Viramos Leão preso numa Jaula - gritamos com tudo e com todos os que estão à nossa volta, encontramos dentro de nós bolas de raiva e enviamos tipo à Son Goku quando fazia o Kame à Me (para quem não souber o que é existe aqui um desafio de diferenças de idade :) altamente resolvível com o sr. Google). Verdade, verdadinha podemos gritar e espernear com todas as pessoas à nossa volta, mas na realidade estamos é apenas com medo de não encontrarmos uma solução. 

3. Compramos bilhete só de Ida para o Tibete - Isto é, encontramos uma forma interessante de fugirmos ao problema ou de fazermos de conta que ele não existe. Verdade, verdadinha ele apenas vai ganhar mais intensidade (a sério!). 

4. Viramos um guerreiro pacifico: Durante muito tempo sempre que tinha um problema reagia da mesma forma, pensava para mim: " Ai é... estás aí, então espera aí que eu agora é que vou dar cabo de ti." e com muito esforço e com muita energia masculina, acabava na realidade por dar cabo do problema, mas no final também dava cabo de mim, pelo esforço e pela luta que colocava na resolução. 

Nós mulheres podemos utilizar a nossa energia feminina nos problemas ou desafios que são do tamanho de meteoritos e para isso, olha de fora, larga emocionalmente a questão, vê de fora o que está realmente acontecer, em seguida utiliza uma das ferramentas mais importantes que tu tens, a tua intuição e começa passo a passo a resolver esse problema, quando estiveres a resolvê-lo como um verdadeiro guerreiro pacifico, vais perceber que o problema ou desafio do tamanho de um meteorito é apenas mais uma pequena pedra que vais colocar temporariamente na tua mochila. 

E se precisares de ajuda já sabes :)


Sê Inspiração, 
Lígia Silva. 
Coach e Talent Finder. 
ligiasantosilva@gmail.com

quinta-feira, 7 de maio de 2015

Até onde iria se me sentisse confortável com a minha pele!

Ontem fiz a minha própria esta questão:

"Até onde irias se te sentisses confortável na tua própria pele?"

Sou tão crítica por vezes comigo quanto ao que como, quanto ao que visto, quando ao que peso que me esqueço verdadeiramente do mais importante que é o de aproveitar a vida independentemente do número que existe na balança, independentemente do número que visto.

Durante anos debati-me com as questões do meu corpo, lembro-me de encolher a barriga enquanto me olhava ao espelho para me sentir mais magra do que aquilo que era, quando passava na rua fugia de passar pelos vidros ou por algo que pudesse reflectir a minha imagem, utilizava todo o tipo de roupas largas que me ajudassem a esconder os famosos pneus (que raio de nome foram encontrar para a gordorinha, não podia ser algo mais fofinho? ). Baseava a minha felicidade num número da balança, a chegada do verão ou da primavera não era visto com bons olhos porque era apenas mais um sinal de que teria que começar a usar roupa que não tapasse todo o meu corpo. Quando era confrontada com as minhas fotos enquanto alguns elogiavam o sorriso e o quanto estava bonita, eu facilmente conseguia ver o quanto os meus braços estavam gordos.

Se é possível nos sentirmos confortáveis na nossa pele?

Sim é. É possível olhares para a tua barriga e antes o que repudiavas hoje gostas, é possível enfrentares o espelho de frente e olhares para ele sem medo, é possível olhares para uma balança não como o terrível monstro, mas como algo que te ajuda a ter uma vida mais saudável, é possível olhares para uma foto tua e dizeres, sim a ti.

Se é de um dia para o outro, não, É um processo que leva o seu tempo, em que uns dias te sentes a mulher mais poderosa e outros dias te sentes uma formiguinha em frente a um espelho. Mas é um processo que é possível, o famoso cliché: " Se eu não gostar de mim ninguém gostará" tem o seu fundo de verdade, mas acima de tudo quando te sentes confortável na tua pele tudo se altera, nas várias áreas da tua vida.

Hoje honro muito todas e quaisquer mulheres que têm a coragem de se sentirem confortáveis na sua pele e por isso hoje dou-te a conhecer o Honest Body Porject. Mulheres reiais como eu e tu, com a sua celulite e com as suas estrias que ousam pousar "nuas" para uma câmara.

E já sabes se quiseres a minha ajuda para te sentires mais confortável na tua pele, encontra em contacto para ligiasantosilva@gmail.com ou 935 333 777.

Sê Inspiração,

Lígia Silva.

Life Coach e Talent Finder.




quarta-feira, 6 de maio de 2015

Quando temos medo!

Hoje vou falar-te ao coração, sem grandes teorias sem grande ferramentas, porque a vida é tão simples quanto isto. Não vou falar para a tua mente, porque essa tal como a minha está cheia de teoria para se entreter, vou falar para essa parte de ti que te faz sentir vivo, vou falar para essa parte de ti que te diz sim, mesmo quando todos à volta dizem não, vou falar para essa parte de ti que é guerreiro, mesmo quando a tua mente te diz desiste, vou falar para essa parte de ti que te deixa seres vulnerável, que te deixa seres autêntico, mesmo quando te apetece estares fechado numa concha.



Eu sei que quando pensas no que aí vem tens medo, eu sei, eu também, eu sei que tens medo de ser rejeitado, tens medo de falhar, tens medo que as pessoas não te ouçam, que não acreditem em ti, eu sei, eu também. Eu sei que tens momentos de plena lucidez e de grande certeza interna em que acreditas que tudo vai ficar bem e que logo a seguir sentes-te completamente paralisada, eu sei, eu também. Eu sei que tens medo de descobrir mais sobre ti, porque tens medo do quanto isso pode mudar a toda a tua vida, eu sei, eu também.


Mas a verdade é que por muito que caias, por muito que doa, por muito que sofras existe algo que vais sempre poder dizer às pessoas à tua volta: “ Eu experimentei, eu fiz, eu avancei.”
Sim isto pode não ser tudo, mas é aqui que começa o teu sentimento de realização é aqui que tudo começa.


Sê Inspiração,

Lígia Silva.
Coach e Talent Finder.

quinta-feira, 30 de abril de 2015

O que está certo ou errado num relacionamento?

O que está certo ou errado num relacionamento?

O que está certo ou errado no caminho que percorremos?

O que está certo ou errado nas escolhas que fazemos?

Ontem recebi um telefonema de uma pessoa que está a fazer uma grande reestruturação na sua área profissional, tem tido a coragem de questionar o que gosta ou não de fazer e ao seu ritmo avançar, com os desafios financeiros e de família à mistura.

“ Está tudo bem?”

“ Está Lígia, mas não sei se estou a percorrer o meu caminho?”

“ Estás feliz neste momento?”

“Sim, estou, estou a gostar muito.”

“ Então estás a percorrer o teu caminho.”


Por vezes questionamos se estamos ou não a percorrer o caminho que idealizamos ou a relação que idealizamos, na maior parte das vezes essas dúvidas surgem do que os outros possam pensar ou de não estarmos “encaixados” no plano que a sociedade tinha para nós. Mas a verdade, verdadinha é que no final do dia a única coisa que importa é se respondes sim à pergunta: “ Neste momento estás feliz?”.

E por vezes é tão simples quanto isto, independentemente das variáveis que tens neste momento.

Sê Inspiração,
Lígia Silva.
Coach e Talent Finder,

quarta-feira, 22 de abril de 2015

A felicidade não é para mim!

Onde é que está escrito que a nossa vida deverá apenas ser válida quando sentimos um grande nível de sofrimento, em que as coisas só deverão ser valorizadas após sentirmos um grande nível de dor. Onde é que está escrito que quando terminamos um relacionamento deveremos sentir culpa (principalmente se somos nós a terminar) e não deveremos ser felizes pelo menos durante uns meses. Aonde é que está escrito que devemos esconder a nossa felicidade ou o nosso preenchimento porque pode despertar sentimentos de inveja nos outros. Aonde é que está escrito que se as coisas nos correm bem é apenas uma questão de sorte ou estamos numa boa fase. Aonde é que está escrito que se não sinto a dor do meu amigo é porque sou uma pessoa fria.


Acomodamo-nos tanto a sentir a dor ou o sofrimento que encaramos este como se fosse algo normal, a felicidade essa é guardada a 7 chaves com medo de que se a sentimos verdadeiramente ou se a verbalizamos ela pode desaparecer em breves minutos.

Acredito que existe algo superior, não sei se é um senhor de barbas ou uma senhora de cabelos compridos, não sei se é um senhor gordinho a quem chamamos buda, acredito que existe algo superior ao qual eu chamo de universo (a mim serve-me), acredito que esse universo nos ajuda e nos encaminha para vivermos a nossa vida como realmente vale a pena com amor e com felicidade, não acredito que esse universo defina que devemos passar a nossa vida a sofrer.  


Como alguém me disse recentemente:
“ Viemos ao mundo apenas para sermos felizes.”

Por isso hoje escolho tomar a decisão de aceitar este propósito, espero que faças o mesmo J
E se precisares de ajuda para avançar neste caminho já sabes, estou aqui para te ajudar.


Sê Inspiração,
Lígia Silva.
Coach e Talent Finder,

ligiasantosilva@gmail.com ou 935 333 777 

segunda-feira, 20 de abril de 2015

Acredite em si em 7 dias :)

Por vezes acordo e imagino que tudo seria melhor se eu tirasse pelo menos 1 ano, pronto ou 1 mês e fosse viver para o Tibete e ficasse dias a fio a meditar, por vezes tenho esta ansiedade dentro de mim que me diz que o melhor caminho é a fuga. Existem outros dias em que acordo cheia de certezas e convicções do caminho que sigo e das escolhas que faço, quando isto acontece num só dia, numa só hora questiono-me se não tenho algum desafio mental que ainda ninguém descobriu.


O primeiro sentimento, o sentimento de fuga e de medo ao longo dos anos começou a ficar diferente, de vez em quando ainda aparece principalmente quando as variáveis aumentam e quando saio mais da minha zona de conforto, mas o sentimento é diferente porque a dúvida deu lugar à certeza. São daquelas certezas que ganhas com a conquista dos desafios, são daquelas certezas que ganhas com a conquista da dor ou do sofrimento, são daquelas certezas que ganhas quando mesmo com medo escolhes seguir o teu coração.



Este fim-de-semana li em mais um livro: “ acredite em si em 7 dias”, a minha verdade e apenas a minha verdade é que quando procuramos os caminhos mais rápidos, estamos focados em soluções a curto prazo e essas normalmente não nos trazem os resultados a médio, longo prazo. Acredito muito no cliché: “ Acredita em ti e tudo mudará” verdade, verdadinha e acredito também que esse é um processo que leva o seu tempo, com subidas e com algumas descidas, mas que quando começamos a aceitar que também existem descidas, tudo se torna mais simples.

Por isso esta semana desejo que tenhas muitas subidas e com descidas mais conscientes.


Sê Inspiração,
Lígia Silva
Coach e Talent Finder.

terça-feira, 14 de abril de 2015

As inseguranças do caminho.

“… ao pensar nisto fiquei com bastantes inseguranças... porque ver-me a fazer isso fez-me ter receio.
De repente até me apeteceu desistir. Logo a seguir senti uma certa paz porque finalmente percebi e senti o que sempre fui na minha vida desde criança. Eu sou isto e estou a começar a sentir isto cá dentro! Vejo-me a fazer isto e outras coisas, mas uma parte da minha vida profissional e do meu Propósito de Vida passa mesmo por aqui! E sinto-me mesmo com capacidade para isto… “


Vi há uns meses um filme que se chama o Caminho. É um filme baseado no caminho de São Tiago, no início do filme o Peregrino não sabe o porquê de ir fazer esse caminho, mas mesmo assim decide fazer, existe algo que ele não sabe explicar, mas que o impulsiona.

Começa a fazer o caminho sozinho cheio de ferramentas que acreditava que eram necessárias trazer para ele conseguir concluir o caminho, ao longo do caminho vai encontrando mais peregrinos a maior parte deles também não sabe a verdadeira razão do porquê de fazerem o caminho, mas decidem continuar, durante o caminho encontra pequenas epifanias que lhe dão a clareza e a segurança para avançar, mais à frente toda a certeza e toda a segurança que ele consegue quase desaparecem parece que volta ao ponto inicial. Num determinado momento do caminho depois de ter perdido todas as ferramentas que tinha trazido consigo ele aceita finalmente o propósito de estar a fazer o caminho e usufrui com os outros peregrinos, verdadeiramente da sua viagem e aí nesse momento a clareza e a segurança que eram reduzidas tornam-se uma constante.



O texto inicial recebi há uns minutos na minha caixa de correio, corresponde a uma pessoa que é como tu e eu que está à procura do que a faz feliz, esta pessoa teve a coragem de questionar verdadeiramente o que a preenchia, o que a fazia feliz e existem momentos em que sente insegurança e existem momentos em que tem a certeza absoluta, porque ela, tal como eu e tal como tu, estamos a percorrer o caminho e por vezes precisamos de um guia para nos conduzir durante o caminho, quando temos clareza e quando estamos sem clareza nenhuma.
Uma boa caminhada J

Sê Inspiração.
Lígia Silva.
Coach e Talent Finder

935 333 777 I  ligiasantosilva@gmail.com

quinta-feira, 9 de abril de 2015

Relações dependentes.

Todos nós já ouvimos ou já lemos que a nossa felicidade depende unicamente de nós e não dos outros. Contudo sublinho aqui o ouvimos ou lemos, porque a realidade de realmente termos isto integrado na nossa vida é bastante diferente, claramente que falo apenas por mim.

Temos relações na nossa vida das quais de forma inconsciente estamos dependentes. Dependemos do amor dessa pessoa, dependemos da validação ou da aprovação dessa pessoa, por vezes isto torna-se tão intenso que nos sentimos presos e deixamos de ser quem realmente somos quando estamos com essa pessoa, quando sentimos que deixamos de viver em função de nós para passarmos a viver em função das necessidades dessa pessoa. Nesse momento podes ter vários tipos de sentimentos limitadores:



1.       Podes acreditar que a tua vida não é possível sem essa pessoa;
2.       Podes acreditar que és inferior a essa pessoa.
3.       Podes acreditar que a tua felicidade varia consoante o que essa pessoa te diz.

Lembro-me de ter um relacionamento na minha vida em que só de pensar em terminar esse relacionamento eu achava que a minha vida iria acabar, não me imaginava a amar outra pessoa e melhor não me imaginava a ficar sozinha.

Então como nos libertarmos deste sentimento de prisão?

Aqui vão algumas perguntas:

1.       O que é que essa pessoa te faz sentir?
2.       Como podes trazer esses sentimentos para a tua vida que dependam unicamente de ti?
3.       O que podes fazer, de forma prática para trazeres essas emoções para a tua vida?

E já sabes se precisares de ajuda entra em contacto para ligiasantosilva@gmail.com

Sê Inspiração,
Lígia Silva,
Coach e Talent Finder.

quarta-feira, 8 de abril de 2015

Ladrões de Felicidade.

Ontem durante uma sessão disseram-me:


“ Sinto que sempre que tenho algum motivo para ser feliz, vou procurar alguma coisa que me possa roubar esse momento e que me possa deixar ainda mais triste.”
Sou eu a pessoa que rouba a minha própria felicidade muitas vezes, não preciso de mais ninguém porque eu faço um excelente trabalho neste campo, quando somos nós os nossos próprios ladrões da felicidade, existe um nome técnico muito bonito que é: Auto – sabotagem.
Existem várias definições para auto-sabotagem para mim a mais simples e que ressoa mais em mim é: quando eu encontro formas, na maior parte das vezes totalmente inconscientes, de sabotar a minha felicidade, de sabotar o meu sucesso, de sabotar a minha realização, de sabotar a minha relação. Por isso hoje deixo-te aqui algumas perguntas simples que te podem ajudar a definir quais são os mecanismos que tu utilizas:



1.       Quando estás mais feliz quais são os primeiros pensamentos que tens?

2.       Quando as coisas estão a fluir na tua vida quais são os primeiros pensamentos que aparecem?


3.       Se falasses toda a verdade (mesmo toda a verdade), acreditas que mereces ser feliz?

4.       Se falasses toda a verdade (mesmo toda a verdade), acreditas que mereces és uma boa pessoa?


Convido-te a responderes a estas questões e a enviares-me por email ligiasantosilva@gmail.com
Quanto mais rapidamente descobrimos quais são os nossos mecanismo de auto-sabotagem, mais rapidamente conseguimos nos libertar deles.


Sê Inspiração,
Lígia Silva.
Coach e Talent Finder.

terça-feira, 7 de abril de 2015

Quando a dor vira sofrimento.

Quando aumentamos a nossa consciência ganhamos uma perspectiva maior do que acontece à nossa volta e do que acontece às pessoas que estão ao nosso lado e com o aumento desta consciência ganhamos também uma nova responsabilidade, “queimamos” todo o tipo de desculpas que possam existir porque com o aumento de consciência percebemos também quais são as desculpas que mais utilizamos, “queimamos” as cordas que nos atam e que não nos permitem evoluir e sentimos mais as coisas, sentimos mais as coisas boas e também as coisas menos boas, por momentos tudo parece um pouco mais intenso, podemos ficar assustados ou então perceber que faz apenas parte de estarmos novamente a sentir a vida dentro de nós.



Com o aumento da consciência existem uns momentos de lucidez em que sabemos exactamente o que fazer, os hábitos saudáveis que devemos ter, as relações que devemos manter ou não, os comportamentos que devemos manter ou não, esses momentos de lucidez estão cada vez mais presentes e aí já não à volta a dar J,  voltar atrás não é opção, porque o nosso querido cérebro esse senhor que tanto nos ajuda como nos auto-sabota já sabe tudo aquilo que temos que fazer para sermos felizes, as histórias que antes contávamos já nos soam a balelas e existe uma vózinha muito fininha dentro de nós que nos diz: “ Estás apenas a enganar-te.”

Quando não fazemos aquilo que já sabemos que temos que fazer, tudo intensifica e a dor que antes era pequena, tornou-se maior e virou sofrimento, a única saída possível… é fazer, dar um pequeno passo, ter uma pequena ação, mas simplesmente fazer.

Uma boa semana com passinhos de bebé J

Sê Inspiração,
Ligia Silva,
Coach e Talent Finder.

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Quando a dor vira sofrimento.

Todos nós temos um “interruptor” que nos faz avançar ou ficar parados. Imagina esse interruptor como uma forma de medir a nossa dor ou prazer.
 Há uma semana falava com uma pessoa que me dizia o quanto estava saturada do seu actual emprego, trabalha na área da restauração e dizia-me que já contava pelas mãos o número de vezes que chegava a casa e não chorava de desespero, disse-me que nem sempre foi assim, existiram momentos em que gostava daquilo que fazia, disse-me até que sabia o que era o sentimento de realização, porque ficava muito feliz quando os clientes elogiavam a sua comida ou sentia que tinha deixado as pessoas com um sorriso na cara, mas segundo ela há 3 anos que já não sentia essa vontade, há 3 anos que sentia obrigação naquilo que fazia e chegava a casa completamente de rastos, vazia e sem energia para estar com a família. Este cansaço e esgotamento já estava a ter impacto na sua relação com o seu marido.
Após algumas perguntas disse-me que ainda não saiu do local de trabalho, porque era impossível, não tinha forma de se sustentar e não sabia o que fazer a seguir.
Quando ela me disse isso lembrei-me de algo que me tinham dito há uns anos em que eu me queixava que não conseguia manter o exercício físico e de verbalizar que o exercício físico não era para mim, e mesmo sabendo que não podia comia desenfreadamente. Enquanto me queixava a pessoa que eu tinha à minha frente disse-me: “ Não há problema ainda não alteraste, porque ainda não sentiste dor suficiente.”
Parvo.
Não disse, mas pensei, claro que senti dor suficiente se não, não estava aqui. Muito tempo depois é que percebi.
Nessa altura fugia dos espelhos e de tudo o que me podia demonstrar que estava mais gordinha, contava histórias a mim própria a dizer que como era Inverno era normal as pessoas engordarem um bocadinho, sou muito boa a encontrar desculpas. Lembro-me que nem gostava de ir às compras porque implicava ter que experimentar coisas e isso implicava olhar ao espelho, por isso comprava sem experimentar, na maior parte das vezes roupa larga, para não se ver as formas. Só que existiu um dia em que não pude fugir tinha que comprar um vestido para um casamento e nesse momento tive que olhar para o meu corpo no espelho, não podia mais olhar de lado, encolher a barriga ou inventar mais desculpas estava ali. Senti tanta dor por ter chegado aquele ponto e por me sentir tão mal com o meu corpo que as lágrimas começaram a cair ali mesmo sem conseguir parar. Aquele foi o meu interruptor, não dava mais para fingir e para amenizar a dor.
 Isto acontece na nossa saúde, nas nossas relações, nos nossos empregos, na nossa área financeira, todos nós temos um interruptor e se ainda não mudamos um determinado comportamento é porque esse interruptor ainda não tocou o número de vezes suficiente.
Podes fazer como eu fazia que era esperar que o interruptor toque até virar sofrimento (e na altura eu não era muito inteligente) ou perceber os sinais e começar com pequenas alterações.
Se achares que te posso ajudar através do Coaching pede mais informações em ligiasantosilva@gmail.com ou 968410565.
Sê Inspiração,
Lígia Silva.
Coach e Talent Finder.