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terça-feira, 7 de julho de 2015

Qual o meu Padrão nos Relacionamentos III

Na semana passada iniciei um conjunto de três textos que nos ajudam a descobrir qual o comportamento que cada um de nós tem nos seus relacionamentos, principalmente na parte dos relacionamentos amorosos que é a área da nossa vida onde normalmente sentimos um maior “descontrole”, a área onde normalmente vem ao de cima o nosso melhor e também o nosso pior, tal como a pessoa com quem estamos. O feedback dos últimos textos tem sido muito interessante e por isso quero agradecer a todas as pessoas que entraram em contacto comigo e que me deram o seu feedback e que acima de tudo tiveram a coragem de partilhar o que estava acontecer nos seus relacionamentos.


Por isso hoje como prometido vamos estar a falar da terceira variável que nos pode ajudar a perceber qual é o nosso comportamento, padrão, dentro de um relacionamento e acima de tudo como o podermos quebrar. 



3. Dar e Receber: 

Durante as minhas sessões por vezes coloco as seguintes questões: 

" Como é que te sentes quando te dão um elogio?", " Como é que te sentes quando te dão algo?" 
" Sentes-te mais confortável em dar ou em receber?" 

A maior parte das pessoas não se sente confortável em receber aliás muito pelo contrário sente-se desconfortável em receber, se tens dúvidas pensa no seguinte: 

a) Quando é que foi a última vez que tiraste tempo para ti, só para ti e sentiste que estavas completamente confortável com isso, sem culpas?

b) Quanto tempo por dia é que investes em receber, em estar contigo? 

Quando respondi pela primeira vez a estas questões percebi que raramente tirava tempo de qualidade para mim. Relativamente à segunda questão um dia fiz as contas, diariamente quanto tempo invisto do meu dia a trabalhar para os outros e quanto tempo do meu dia invisto em mim? Posso dizer-te que na altura que a resposta foi 10 horas versus 10 minutos. 

Ora se eu não me sinto confortável em receber, como posso eu ter uma relação e esperar que a outra pessoa dê, obviamente que o mais fácil para mim vai ser dar até estar completamente vazia. 

O mesmo acontece com o receber: 

Como te sentes no teu dia-a-dia normalmente estás à espera, sentindo que as pessoas não te elogiaram o suficiente, ou que não fizeram por ti o suficiente, ou estás simplesmente aguardar que a validação venha do exterior, das pessoas à tua volta? 

Durante anos cada passo que eu tinha que dar tinha que ser validado por determinadas pessoas, caso essa validação não acontecesse na medida que eu queria e da forma que eu queria eu simplesmente não dava esses passos ou não me validava enquanto pessoa. 

Logo como posso eu estar numa relação de forma saudável se estou sempre à espera que a outra pessoa dê? Quando não invisto e estou apenas à espera que o outro dê primeiro. 

Deixa no blog o teu feedback ou então envia para o email ligiasantosilva@gmail.com indica-me em que ponto é que tu estás da tua relação e quais são os padrões que tu acreditas que tens. 

Durante o mês de Julho vou estar ajudar pessoas a desbloquearam os seus padrões e a obterem clareza para as suas, presencialmente ou via skipe, para marcares a tua consulta entra em contacto com ligiasantosilva@gmail.com ou 935 333 777. 

E desde já desejo que neste inicio de semestre que obtenhas para ti relações mais saudáveis e mais felizes. 

Lígia Silva. 



quinta-feira, 2 de julho de 2015

Qual o meu padrão nos relacionamentos?

Ao longo da nossa vida vamos encontrando pessoas que não estão disponíveis para uma relação. O indisponível aqui não significa apenas que esteja numa relação, mas também que essa pessoa não está disponível emocionalmente para uma relação. Em determinados momentos estas pessoas “indisponíveis” tornam-se um padrão na nossa vida, o que nos leva a um sentimento de tristeza e de frustração e nos fazem acreditar que não temos sorte no amor ou que uma relação saudável não é para nós.




Por muito que possa doer, por muito que custe a verdade é que o quebrar deste padrão está dentro de nós e depende também ele unicamente de nós. Por isso hoje vou deixar-te aqui o primeiro de três pontos que te podem ajudar a perceber esse padrão e a dar o primeiro passo para o quebrares, faz o teu registo no blog para seres logo das primeiras pessoas a receberes os seguintes pontos. Hoje ficamos com o primeiro: 

1. Qual é o meu grau de disponibilidade para o outro: 

Podemos avaliar o nosso grau de disponibilidade em duas realidades, na primeira realidade eu não estou disponível. Sonho e idealizo, faço planos com a pessoa que tenho ao meu lado, mas internamente devido ao medo que sinto em me magoar eu escolho estar disponível q.b., isto é, apenas quando o outro me der provas suficientes é que eu me entrego. A verdade é que provavelmente ele nunca me vai dar as provas que eu quero, porque nunca vão ser suficientes e ele próprio pode estar à espera que eu faça o mesmo. 

Numa outra realidade eu estou longe da minha autenticidade e então adapto-me aquilo que eu acho que a outra pessoa pode querer, sou mais ou menos simpática, sou mais ou menos altruísta, sou mais ou menos divertida, escolho fazer actividades que ele gosta e deixo de conhecer o que gosto de fazer, o que me preenche, distancio-me da minha essência e dou sem limites. Ora se me adapto ao outro passado algum tempo começo a sentir-me frustrada e desalinhada e em algum momento vou ter que deixar cair a máscara. 

Então qual é o grau certo de disponibilidade? 

O grau em que eu estou mais próximo da minha autenticidade, o grau em que eu estou mais próximo da minha verdade e da minha essência, para nós mulheres muitas vezes isso implica deixarmos cair a muralha que temos à nossa volta e deixarmos que cuidem de nós. 

Deixa aqui um comentário sobre o que são para ti os relacionamentos e se alguma vez já passaste por uma situação destas. 

Durante o mês de Julho vou estar ajudar pessoas a libertarem-se dos seus padrões. Marca a tua consulta em ligiasantosilva@gmail.com ou 935 333 777. 

Ate já! 

Lígia Silva, 






terça-feira, 16 de junho de 2015

Que legado escolho deixar?

Ainda não sou mãe, acredito que o vou ser, não consigo julgar os pais porque não faço ideia do que é ser pai, os desafios, as dores e as alegrias ainda não as conheço.



Felizmente sempre tive pais que me disseram segue aquilo que te faz feliz, mesmo quando não percebiam o que me fazia feliz (na verdade eu também não). Da parte dos dois tinha sempre a mesma questão:

" Isso faz-te feliz?"

Os condicionamentos de não seguir o que gostava ou de nem investir tempo em perceber o que gostava de fazer, vieram de mim, da forma como eu me via e daquilo que eu acreditava que era capaz, escolhi seguir o caminho mais fácil e que trouxesse o maior número de segurança possível. Infelizmente nunca valorizei o suficiente os meus pais como agora, se não fosse o apoio constante deles provavelmente teria sido mais difícil o experimentar de alguns caminhos. E por isso hoje, quando ainda não sou mãe, existe algo que quero deixar para o meu filho, que ainda não conheço de forma tangível e que já conheço. Quero deixar-lhe o exemplo, o exemplo de que várias vezes abri o coração, mesmo quando ele estava magoado, quero deixar-lhe o exemplo de que segui várias vezes o que me fazia feliz, quero deixar-lhe o exemplo de que mesmo triste continuei acreditar em mim, quero deixar-lhe o exemplo que mesmo depois de ter falhado continuei a ver a vida com uns óculos rosa, daqueles que colocam o sorriso na cara e a esperança no olhar.

E tu qual o legado que queres deixar?

Sê Inspiração,
Lígia Silva.
Life Coach e Terapeuta.

ligiasantosilva@gmail.com  ou 935 333 777




segunda-feira, 15 de junho de 2015

Encontro de almas.

Durante muito tempo procurei respostas e validação nas pessoas à minha volta apenas porque não confiava nas respostas que eu tinha dentro de mim ou melhor apenas porque eu não tinha confiança suficiente para confiar nas respostas que eu tinha dentro de mim. Vivi durante tanto tempo dessa forma que cheguei mesmo acreditar que era a única forma possível, vivia com o medo do que iria acontecer e acima de tudo vivia com o medo de perder aquilo que eu tinha por certo.

Quando trabalhamos diariamente com pessoas, diariamente és confrontado com os teus próprios problemas, isto porque acredito que cada pessoa que vem ter comigo, vem porque o desafio que ela tem eu já o tive ou estou a ter no momento. Cada pessoa é como se fosse um espelho nosso. Acredito que quem escolhe trabalhar, ajudar, facilitar o processo de outras pessoas tem uma responsabilidade ainda maior porque tem que praticar aquilo que diz, não apenas uma vez por mês, mas sim diariamente, a cada momento.

Imagina a cada segundo seres confrontado com os teus problemas aqueles que tentas esquecer quando vês televisão, quando vais às compras, quando bebes um copo ou quando comes de forma excessiva. Começas por escolher procurar respostas “rápidas” aquelas instantâneas que te vão resolver pelo menos metade da vida ou então daquelas pílulas mágicas que se as tomares vai te resolver a outra metade da vida.



Fui arrogante o suficiente por acreditar que tinha mais consciência e que poderia ser ajudada de forma rápida, procurava soluções para o “agora” e consistência claramente não era o meu nome do meio. Existiu um momento em que a minha arrogância atingiu níveis tão altos como os Pirenéus e achava só poderia ser ajudada pelos melhores (agora até me dá vontade de rir por achar o quanto fui arrogante), utilizava frequentemente a desculpa que: “ Tinha níveis de exigência elevados” (lol para mim).

A descida à terra e a consciência da minha arrogância foi dolorosa. Não quero dizer com isto que não devemos procurar ajudar, muito pelo contrário acredito que todos nós precisamos de alguém que nos ajude em determinados momentos da nossa vida, sou 100% a favor disso se estivermos abertos e receptivos essa pessoa vai aparecer, basta sentir o nível de conexão e sentir se aquilo que a pessoa nos diz é congruente. Agora colocar a responsabilidade da nossa vida nas mãos dessa pessoa é uma excelente forma de me desresponsabilizar, entrei em muitos cursos com este pensamento: “ Vá vai directo à questão e ajuda-me no meu problema.”

Felizmente tive pessoas ao meu lado que me ajudaram a colocar os pés no chão e a olhar verdadeiramente para aquilo que eu estava a pedir aos outros. Se era mais fácil? Sim era. Resolveu?
Não.


Hoje continuo a receber ajuda energeticamente, mentalmente e emocionalmente porque acredito que quem ajuda outras pessoas tem a responsabilidade de estar constantemente a cuidar de si. Contudo acredito também que ao longo do nosso dia vamos encontrando grandes sábios aqueles que não têm o curso YYY, aqueles que não andaram na escola XXX, aqueles que não têm títulos.


Na sexta-feira recebi uma prenda enorme uma pessoa que conheço à alguns meses e que de uma forma tímida resolveu contar a sua história, de onde veio, como foi o seu crescimento, os seus sofrimentos e as suas conquistas, das centenas de pessoas com quem já trabalhei nunca ouvi nada assim, nunca tinha ouvido algo que pudesse implicar tanta dor e sofrimento, enquanto contava a sua história fui me questionando onde estava a sua mágoa e a sua tristeza, porque simplesmente não a via. No final da história perguntei:

“ E o que sentes agora depois disso tudo?”

Respondeu-me:

“ Acredito que existe algo a que chamamos de almas, as nossas almas têm encontro marcado com outras almas e os encontros de dor que eu tive apenas me serviram para eu amar ainda mais a vida que tenho. Tenho 55 anos e sinto que voltei a nascer, aquilo é uma outra história, esta que estou a viver tem mais amor e mais alegria e tem pessoas maravilhosas pelo meio.” 

No final despediu-se com:

“ Engraçado nunca contei a minha história a ninguém, és a primeira pessoa, não sei porque te contei.”

Eu sei.

A vida não se prende com o que já foste, ou com o que já tiveste, a vida prende-se com aquilo que escolhes ser agora, com a quantidade de amor e de alegria que escolhes trazer hoje para a tua vida.
O meu coração está enorme e rico, porque me permiti sair do meu mundo e conhecer as pessoas à minha volta. Desejo-te uma semana de muitas experiências simples e grandiosas como aquela que eu tive.


Sê Inspiração.

Lígia Silva,
Life Coach e Terapeuta.

ligiasantosilva@gmail.com ou 935 333 777 

quinta-feira, 11 de junho de 2015

Quando tudo faz sentido!

"Poderia tudo ter sido diferente."

Mas não foi. E não foi por uma razão que ainda a vais descobrir.

Acredito que todos nós temos um puzzle, esse puzzle vai-se construindo ao longo da nossa vida e como em todos os puzzles nem sempre conseguimos perceber onde encaixam determinadas peças e por isso por vezes temos que começar por outras peças para as que estão pendentes fazerem sentido.

 A construção deste puzzle não termina, apenas a junção das suas peças vai fazendo cada vez mais sentido, principalmente os momentos menos bons que vão acontecendo na nossa vida, esses são das peças mais difíceis de encaixar no puzzle, apenas por uma razão porque estamos agarrados a procurar a razão do porquê dessa peça entrar na nossa vida, mas enquanto estou tão ocupado a procurar essa razão todo o puzzle está pendente e mais nenhuma peça entra.



Quando era miúda adorava construir puzzles, no inicio pegava em todas as peças e tentava colocá-las, com o passar do tempo comecei a ser um pouco mais inteligente e comecei pelas peças que estavam nos cantos ou que correspondiam aos limites do tabuleiro, procurava as peças mais simples de encaixar e encaixava as mais complexas que eram aquelas que faziam com que todo o puzzle fizesse sentido, essas eram guardadas para o final. Depois de ter encaixado as dos cantos e dos limites, facilmente encaixava as dos meios e nesse momento tudo fazia sentido. Na altura não perdia muito tempo à procura das peças do meio, focava-me nas peças mais simples, porque sabia que no final tudo iria fazer sentido.

Esta confiança nem sempre me acompanha diariamente, mas a verdade é que esta simplicidade ainda está dentro de mim, tal como está dentro de ti.

Por isso hoje espero que comeces pelas peças mais simples e deixes as do meio mais para o fim :)

Sê Inspiração,

Lígia Silva.

Life Coach e Talent Finder.

ligiasantosilva@gmail.com ou 935 333 777

segunda-feira, 8 de junho de 2015

Quando a dor vira sofrimento!

Contava-me o quanto era feliz ajudar os outros, o quanto se sentia bem com aquilo que fazia, perguntei-lhe:
“ E quando estás sozinho estás feliz contigo, consegues estar em silêncio?”

Não me respondeu.

Lembro-me dos momentos em que assim que chegava a casa ligava a TV ou colocava logo música, lembro-me que a chegada da noite era um dos momentos mais desagradáveis que eu sentia, adormecia no sofá a ver TV para não ter que ir para a cama e pensar, encontrava sempre uma razão para sair de casa, para combinar alguma coisa, lembro-me que sempre que faziam alguma pergunta sobre mim, sobre como estava, encontrava sempre forma de a contornar respondendo que estava óptima.

A verdade é que fugia, fugia do que o silêncio me pudesse demonstrar, fugia dos momentos em que tinha que parar para pensar, fugia dos momentos em que tinha que ser confrontada com a minha própria felicidade, com o meu nível de preenchimento, porque enquanto conseguia andar desta forma podia fazer de conta que a dor e a infelicidade que sentia não existiam, que era apenas uma ilusão minha.



Existe um fosso entre o nosso eu essência e o nosso eu social, são duas partes de nós que quanto maior for o fosse entre elas maior é o nosso nível de dor e de sofrimento, a melhor forma de perceberes qual é o fosso entre o teu eu essência e o teu social é fazeres a seguinte pergunta:

“ De 0 a 10 qual é o meu nível de preenchimento quando estou comigo, sozinha, sem distracções?” Sê verdadeira na resposta.

O número que te dá é simplesmente a ponte que liga o teu eu essência ao teu eu social, tal como acontece numa ponte esta está aqui para que cada um de nós a consiga percorrer diariamente e diminuir o fosse entre as duas partes.  

A verdade é que achei durante muito tempo que com o passar dos dias a dor iria atenuar, que se eu estivesse bem quietinha a dor passava, mentira, essa dor apenas virou sofrimento.
Começa hoje a diminuir o fosso entre cada uma das partes.

Uma boa semana.

Sê Inspiração,

Lígia Silva.
Life Coach e Talent Finder.

ligiasantosilva@gmail.com ou 935 333 777 

segunda-feira, 25 de maio de 2015

Os rótulos dos relacionamentos.

Hoje é um dia importante, nãooooooooo, nãooooooo vou dizer que é importante porque é o inicio de um novo dia :) mas é um dia importante para as duas pessoas de duas patas, porque há alguns anos atrás estávamos a iniciar algo muito tremido, que no inicio nem tinha nome, mas que hoje se chama relação.



Sinceramente quando iniciei esta relação tinha dentro de mim todo um conjunto de clichés de como deveriam ser ou não ser as relações, acreditava nos felizes para sempre, acreditava que a relação andava toda à volta de planos e de fazer coisas em conjunto, acreditava em colocar muitos rótulos em cada momento que vivia e quando as coisas não aconteciam como eu queria obviamente que questionava se era a relação certa ou a pessoa certa.

O tempo passou, as discussões fora mais que muitas, os desafios mais que muitos, deixei de acreditar no feliz para sempre e comecei acreditar no feliz no momento, deixei de estar a tentar dar um nome ao que tínhamos e simplesmente apreciar. Deixei de criar planos e passei a viver. Se é melhor ou pior, não sei, mas se simplifica, simplifica.

Bombardeamos as nossas relações com muitos pressupostos de como elas devem ser, de com elas se devem moldar ao que a sociedade e as nossas famílias pretendem, mas se calhar deveríamos moldar mais as nossas relações ao que os nossos corações querem, ao que a nossa essência deseja.

Por isso hoje é dia de celebração, tal como todos os outros, mas hoje mais consciente, ainda mais presente.

E com a semana a começar, o que te desejo mesmo é que abras o coração e que te permitas sentir tudo de bom que a vida tem.

Sê Inspiração,
Lígia Silva.
Life Coach e Talent Finder.
ligiasantosilva@gmail.com

quarta-feira, 20 de maio de 2015

Quando perdemos o entusiasmo.

Ontem enquanto realizava uma sessão uma das pessoas colocou-me uma questão muito importante. Está neste momento a construir um novo negócio e a reinventar-se, ficou sem emprego à cerca de 2 anos e depois de muito procurar na área dela decidiu que ela própria iria construir a sua carreira. Começamos por identificar o que mais a preenche e realiza, a sua missão ou propósito e por fim identificamos o modelo de negócio. E ontem ela fez-me esta questão:



“ Lígia sinto que sempre que inicio algo novo fico muito entusiasmada, mas depois com o passar do tempo perco o entusiasmo nessa ideia, nesse projecto ou nesse emprego e não quero neste momento que isso me aconteça novamente, o que posso fazer?”

Aquilo que ela me descreveu também acontece comigo, por isso identifiquei-me bastante, depois de termos estado a trabalhar essa questão, ontem antes de adormecer estava a ver um vídeo de uma pessoa que adoro e que admiro imenso, Marie Forleo, que me ajudou ainda mais a sintetizar e a explicar aquilo que costuma acontecer, por isso aqui vão 3 dicas muito simples:

1. Resistência: Em todo o processo criativo existe resistência, achamos que a ideia não pode ser assim tão boa, achamos que o projecto não pode ser assim tão boa, achamos que nós próprios não podemos ser assim tão criativos, então começamos a duvidar de nós. Encara este processo como um processo normal que todos nós passamos, quanto mais rapidamente aceitares essa resistência, mais rapidamente a ultrapassas. 

2. Agarra-te à missão. Tem bem presente para ti porque estás a criar aquela ideia, porque estás a desenvolver esse projecto, o verdadeiro propósito, porque é esse que te vai continuar alimentar, mesmo quando questionas. 

3. Mantém-te com fome de novo. Continua a trazer estímulo e novidade a essa ideia ou a esse projecto, mantém a tua curiosidade activa e a tua vontade de evoluir sempre presente.  

Olhando agora quase poderíamos aplicar estas 3 ideias nos relacionamentos. :) 

Deixa aqui no blog os teus comentários sobre este artigo ou outros assuntos que gostasses de ver abordados aqui e já sabes se precisares da minha ajuda envia email para ligiasantosilva@gmail.com ou 935 333 777. 

Sê Inspiração. 
Lígia Silva. 
Life Coach e Talent Finder. 

terça-feira, 19 de maio de 2015

Como ultrapassar a dor!

A dor é algo pela qual nós seres humanos adoramos fugir, adoramos tapá-la com um tapete e olhar para ela mais tarde, obviamente que neste momento estou apenas a falar de mim.

Dou por mim muitas vezes a fugir ao sentimento de dor, prefiro entreter-me com coisas que me ajudam a distrair, não sei se mais alguém o faz, mas eu faço. Isto porque durante muito tempo acreditei que para resolvermos as nossas questões teríamos que ir verdadeiramente à nossa dor, acreditei durante muito tempo que teríamos que ir ao fundo para voltarmos a emergir, na verdade quem é que gosta disto? Ninguém, certo. Por isso é que fugimos a pacotes de olhar de frente para as coisas que nos magoam, para as coisas que nos fazem sofrer.

Até que um dia alguém muito especial me disse:

" Porque é que colocas tanta carga e tanto peso nas questões que te magoam, ok magoam, mas olha para elas de frente e coloca leveza, enfrenta uma de cada vez, mas coloca leveza. Não tens que ir ao fundo pode resolver cada questão, utiliza a ferramenta mais importante que tu tens, que é o amor que tens no coração."



Enquanto fugimos daquilo que verdadeiramente nos magoa, estamos apenas a dar tempo para essa dor se intensificar, estamos apenas a dar tempo para que essa dor se transforme em sofrimento.

Por isso o desafio que te lanço para esta nova semana é esse mesmo, olha em amor, sem carga e com leveza para uma das dores que tens, não todas, apenas uma. Olha para ela de frente e começa passo a passo a resolver essa dor. Recorda-te que normalmente o nosso nível de dor aumenta devido ao nosso nível de indecisão ou de falta de clareza, por isso traz clareza.

E se precisares da minha ajuda, já sabes entra em contacto para ligiasantosilva@gmail.com ou 935 333 777.

Sê Inspiração,
Lígia Silva.
Life Coach e Talent Finder.

segunda-feira, 18 de maio de 2015

Como evitar a crítica.

"Há apenas uma maneira de evitar críticas: não fazer, não falar e não ser nada"
Aristóteles

Por vezes perdemos demasiado tempo a tentar evitar o que a outro pessoa possa dizer ou pensar sobre nós, a verdade é que a maior parte de nós tem tanto medo do sucesso porque este implica a exposição e com esta vem também o falarem bem de nós ou o não falarem bem de nós (mais esta :)) 

Não existe nenhuma fórmula mágica para nos libertarmos deste medo do que possam pensar de nós, aliás acredito que da mesma forma que durante anos treinamos para estarmos focados naquilo que os outros pensam de nós, neste momento temos que treinar exactamente o contrário, a sentirmo-nos libertos daquilo que os outros possam pensar de nós, seguem aqui algumas dicas que podem ajudar no processo: 


1. Fazer de forma consistente aquilo que mais me desafia. 
2. Integrar que faço o melhor que posso com os recursos que tenho no momento. 
3. Agir em verdade e em humildade. 
4. Agir com propósito, ter um motivo claro e que me impulsione de forma a conseguir constantemente expor-me. 
5. Largar eu próprio o criticismo de mim e dos outros (Deixa-nos o coração mais limpo :)) 

E se precisares da minha ajuda, entra em contacto comigo para ligiasantosilva@gmail.com ou 935 333 777. 


Sê Inspiração, 
Lígia Silva. 
Life Coach e Talent Finder. 

sexta-feira, 15 de maio de 2015

Sou romântica q.b.



Acredito imenso no amor, acredito em momentos felizes, acredito que existe alguém à nossa espera (pode não ser para uma vida, mas para alguns momentos), acredito em relações felizes e duradouras, acredito na perspectiva boa da vida, acredito de coração que todos nós merecemos viver um grande amor, não aquele q.b. que nos é cómodo, mas aquele que nos faz sonhar, onde podemos ser nós próprios e onde acreditamos que a vida ganha uma nova luz. 

Por isso dificulta-me ver o amor assim, quando existem tantos clichés de como deve ou não ser uma relação, de como deve ou não ser a pessoa que está ao nosso lado e então quando encontro um artigo em que indica 34 formas de ter um relacionamento saudável, dá-me um bocado vontade de sair do meu estado de menina bem comportada e bater na pessoa que escreveu isto (desde já peço desculpa a esta senhora). 

Vivemos coladas a rótulos como: " Como uma mulher deve tratar um homem.", " Como um homem deve tratar uma mulher"... era giro também criarmos um rótulo: " Como viver sem rótulos" (um bom titulo de livro :) ) 



Como a minha esteticista diz (que é uma coach fabulosa :)) as mulheres portuguesas têm que dar mais amor a elas próprias e fazer mais em vez de pensar tanto (juro que foi a minha esteticista que disse isto), a verdade é que por vezes dou por mim a pensar em demasia de como as coisas devem ou não ser e vivo muito pouco, por isso este é o desafio que te lanço, a ti mulher... estejas ou não numa relação liberta-te de como as coisas devem ou deveriam ter sido e vive esse amor que tens dentro de ti e aproveita este fim-de-semana para o começares a fazer. 



Sê Inspiração, 
Lígia Silva. 
Coach e Talent finder

ligiasantosilva@gmail.com






terça-feira, 12 de maio de 2015

Qual é o meu propósito!

Sou humana, sou mulher, sou companheira, sou coach. 


Durante anos tive muita dificuldade em aceitar cada uma das palavras que estão na primeira frase, contudo se nos vamos conhecer em breve o melhor é mesmo começar por toda a verdade :)

 Ao contrário de algumas pessoas este não foi o caminho que eu acreditei que iria seguir, tinha toda a minha vida planeada para seguir um caminho contrário, foi quando esse caminho não se concretizou que veio ao de cima uma vontade antiga.

“Se um homem não descobriu nada pelo qual morreria, não está pronto para viver.” Martin Luther King


 Foi esta a frase que despoletou em mim um dos maiores processos de transformação que um ser humano pode ter, a busca por um propósito, a busca por uma missão.
 

Lembro-me do dia em que a li pela primeira vez, estava sentada no chão de uma sala, olhei para cima à procura de algo que fizesse passar o tempo,  reparei nela, mantive-me fixa admirar cada palavra, recordei –me de quem era Martin Luther king e do que tinha feito, senti-me pequena ao comparar-me com a sua história, com as suas  vivências, li novamente aquela frase e senti que naquele momento algo estava prestes a mudar. 
 
Hoje ao olhar para traz passei grande parte da minha vida à procura da resposta a estas questões: “ O que gosto de fazer?”, “ O que me preenche?” 


Através do Coaching consegui responder a algumas das questões que estavam mais presentes na minha vida e ao longo destes 6 anos tenho estado ajudar pessoas a responderem também elas a estas questões. 



Acredito que cada pessoa que conhecemos, conhecemos por uma razão. Estas são algumas das pessoas que já tive o privilégio de ajudar, espero conhecer-te a ti brevemente. 


“A Lígia é umas das pessoas mais inspiradoras que conheci! O despertar da consciência torna-se um processo muito possível! Ajudou-me muito! A sua dedicação e apoio são uma constante. Obrigado.” 

Sandra Gomes.


“As sessões de Coaching com a Lígia deram-me estrutura, consistência e motivação para seguir com sucesso os meus objectivos. Para além da parte prática e desafiadora, a surpresa de questões poderosas e exercícios inesperados permitiram-me ir mais além do que as crenças que pensava limitarem-me e construir rotinas saudáveis e sólidas para alimentar as novas crenças possibilitadoras.”  Alexandra Cruz.


"E porque não? Foi esta a pergunta que me fiz um dia.
Questionava – me: se faço várias coisas na minha vida com o objectivo de me sentir bem, de ser melhor, porque não arriscar algo diferente? Algo que até aquele momento achava que não se aplicava à minha vida, que apenas era necessário para quem estava mal e precisava de ajuda, algo que não se aplicava a quem era forte e determinado, algo que não se aplicava a quem, normalmente, tinha todas as respostas. O que mudou? EU. Nada mais….e normalmente é assim.

Se estava bem, porque não ficar melhor, porque não ser melhor? Aceitar ajuda foi o meu sinónimo de inteligência, crescimento, humildade e confiança. Quando tens a coragem de aceitar ajuda, aceitas desafiar-te, arriscar, apaixonar, inspirar. E não serão essas algumas das razões que nos fazem sentir vivos? Para mim são e foram no dia que escolhi e decidi avançar.
Tive a sorte de me cruzar com a Lígia que me ajudou a aprender mais pelo coração do que pela razão. E quando isso acontece, tudo muda. Não fora de ti mas dentro de ti. Não é fácil mas é simples.


Se as dúvidas acabam, a dor se evapora e os medos desaparecem da tua vida? Não, claro que não! Aprendes a dançar com eles e nesse momento apenas desejo que sintas o mesmo que eu, o privilégio de ter conhecido uma excelente professora." Ana Oliveira.

Se estas palavras ressoaram em ti e também tu estás à procura das tuas respostas, envia email para ligiasantosilva@gmail.com ou 935 333 777.


Sê Inspiração,
Ligia Silva.
Life Coach e Talent Finder.

ligiasantosilva@gmail.com ou 935 333 777 

Problemas do Tamanho de Meteoritos.

Existem problemas ou desafios que são do tamanho de meteoritos, são tão grandes que nos deixam sem ar, sem capacidade de respirarmos, sem capacidade para reagirmos, sem capacidade para nos focarmos naquilo que é realmente importante, quando esses problemas ou desafios que são do tamanho de meteoritos nos apanham (sim porque alguns de nós, eu, andamos uma vida a fugir destes J), podemos reagir de diferentes formas:

1. Ficamos apáticos - de tal forma que por vezes nem um solinho nos ajuda a ganhar cor. Nesse momento escolhemos entrar num estado em que vemos a vida a passar em que reagimos consoante a força do evento, no fundo acreditamos que se ficarmos quietinhos as coisas acabarão por se resolver, verdade, verdadinha apenas estamos a dar tempo ao problema ou desafio para que se torne do tamanho de um planeta. 

2. Viramos Leão preso numa Jaula - gritamos com tudo e com todos os que estão à nossa volta, encontramos dentro de nós bolas de raiva e enviamos tipo à Son Goku quando fazia o Kame à Me (para quem não souber o que é existe aqui um desafio de diferenças de idade :) altamente resolvível com o sr. Google). Verdade, verdadinha podemos gritar e espernear com todas as pessoas à nossa volta, mas na realidade estamos é apenas com medo de não encontrarmos uma solução. 

3. Compramos bilhete só de Ida para o Tibete - Isto é, encontramos uma forma interessante de fugirmos ao problema ou de fazermos de conta que ele não existe. Verdade, verdadinha ele apenas vai ganhar mais intensidade (a sério!). 

4. Viramos um guerreiro pacifico: Durante muito tempo sempre que tinha um problema reagia da mesma forma, pensava para mim: " Ai é... estás aí, então espera aí que eu agora é que vou dar cabo de ti." e com muito esforço e com muita energia masculina, acabava na realidade por dar cabo do problema, mas no final também dava cabo de mim, pelo esforço e pela luta que colocava na resolução. 

Nós mulheres podemos utilizar a nossa energia feminina nos problemas ou desafios que são do tamanho de meteoritos e para isso, olha de fora, larga emocionalmente a questão, vê de fora o que está realmente acontecer, em seguida utiliza uma das ferramentas mais importantes que tu tens, a tua intuição e começa passo a passo a resolver esse problema, quando estiveres a resolvê-lo como um verdadeiro guerreiro pacifico, vais perceber que o problema ou desafio do tamanho de um meteorito é apenas mais uma pequena pedra que vais colocar temporariamente na tua mochila. 

E se precisares de ajuda já sabes :)


Sê Inspiração, 
Lígia Silva. 
Coach e Talent Finder. 
ligiasantosilva@gmail.com

sexta-feira, 8 de maio de 2015

Relações Tóxicas

Ontem perguntaram-me como terminar com as relações tóxicas?

Primeiro vou explicar-te de uma forma simples o que são para mim relações tóxicas, então aqui vai: são relações em que tu não consegues ser tu próprio, são relações em que as duas pessoas se atacam verbalmente ou fisicamente, são relações em que se somares tens mais emoções negativas do positivas, são relações em que estás constantemente a co - criar que aquela pessoa fez ou vai fazer algo para te magoar.



Agora vamos partir do pressuposto que esta relação não é com duas pessoas, mas sim apenas comigo, então o que eu considero ser uma relação tóxica comigo própria: coloco capas e mais capas que me impedem de eu ser eu própria, ataco-me verbalmente sempre que as coisas não correm como eu esperei que acontecessem, sinto diariamente mais emoções negativas que positivas, estou diariamente a co-criar que o mundo todo está numa conspiração contra mim...

Por isso respondendo à questão como terminar com uma relação tóxica?

1. Coloco-me em primeiro lugar em questão, isto é, aquilo que eu estou a pedir à outra pessoa que me dê eu estou a dar-me a mim própria.

2. Estou constantemente focada naquilo que falta na outra pessoa ou naquilo que ela tem de bom, normalmente dou por mim apontar constantemente os mesmos erros às outras pessoas, quando falo em verdade vejo que apenas estou apontar o dedo para mim.

3. Quando sinto que uma relação está tóxica normalmente significa que dentro do meu próprio coração transporto mais dor ou raiva que amor, logo é importante colocar-me a questão: " O que estou a transportar no meu coração para ter estes sentimentos à minha volta."

4. Já fiz tudo o que estava ao meu alcance para melhorar a minha relação comigo ou com essa pessoa. Se a resposta for não, vamos trabalhar nisso, se a resposta for sim, liberta e segue.

Por isso para o teu dia de hoje desejo que encontres dentro de ti relações saudáveis.

Sê Inspiração,
Lígia Silva.
Coach e talent Finder.
ligiasantosilva@gmail.com 935 333 777

quinta-feira, 7 de maio de 2015

Até onde iria se me sentisse confortável com a minha pele!

Ontem fiz a minha própria esta questão:

"Até onde irias se te sentisses confortável na tua própria pele?"

Sou tão crítica por vezes comigo quanto ao que como, quanto ao que visto, quando ao que peso que me esqueço verdadeiramente do mais importante que é o de aproveitar a vida independentemente do número que existe na balança, independentemente do número que visto.

Durante anos debati-me com as questões do meu corpo, lembro-me de encolher a barriga enquanto me olhava ao espelho para me sentir mais magra do que aquilo que era, quando passava na rua fugia de passar pelos vidros ou por algo que pudesse reflectir a minha imagem, utilizava todo o tipo de roupas largas que me ajudassem a esconder os famosos pneus (que raio de nome foram encontrar para a gordorinha, não podia ser algo mais fofinho? ). Baseava a minha felicidade num número da balança, a chegada do verão ou da primavera não era visto com bons olhos porque era apenas mais um sinal de que teria que começar a usar roupa que não tapasse todo o meu corpo. Quando era confrontada com as minhas fotos enquanto alguns elogiavam o sorriso e o quanto estava bonita, eu facilmente conseguia ver o quanto os meus braços estavam gordos.

Se é possível nos sentirmos confortáveis na nossa pele?

Sim é. É possível olhares para a tua barriga e antes o que repudiavas hoje gostas, é possível enfrentares o espelho de frente e olhares para ele sem medo, é possível olhares para uma balança não como o terrível monstro, mas como algo que te ajuda a ter uma vida mais saudável, é possível olhares para uma foto tua e dizeres, sim a ti.

Se é de um dia para o outro, não, É um processo que leva o seu tempo, em que uns dias te sentes a mulher mais poderosa e outros dias te sentes uma formiguinha em frente a um espelho. Mas é um processo que é possível, o famoso cliché: " Se eu não gostar de mim ninguém gostará" tem o seu fundo de verdade, mas acima de tudo quando te sentes confortável na tua pele tudo se altera, nas várias áreas da tua vida.

Hoje honro muito todas e quaisquer mulheres que têm a coragem de se sentirem confortáveis na sua pele e por isso hoje dou-te a conhecer o Honest Body Porject. Mulheres reiais como eu e tu, com a sua celulite e com as suas estrias que ousam pousar "nuas" para uma câmara.

E já sabes se quiseres a minha ajuda para te sentires mais confortável na tua pele, encontra em contacto para ligiasantosilva@gmail.com ou 935 333 777.

Sê Inspiração,

Lígia Silva.

Life Coach e Talent Finder.




terça-feira, 5 de maio de 2015

O que me falta?

Por vezes dou por mim a encontrar razões para não estar num estado de felicidade, sim por vezes dou por mim a auto-sabotar-me desta forma. A verdade é que as pessoas que eu encontro diariamente por vezes fazem o mesmo, vão atrás dos pormenores que vão infectar os momentos de felicidade que tiveram durante o dia, ou durante a semana.


Quando dou por mim neste estado, para mim isto é um sinal de alerta, porque significa que estou mais focada naquilo que não tenho do que naquilo que eu tenho. São dois focos completamente diferentes e que originam sentimentos antagónicos, o primeiro leva-te a teres um sentimento de falta e de vazio, na maior parte das vezes acreditamos que só seremos felizes quando tivermos mais dinheiro na conta, quando tivermos perdido menos quilos, quando tivermos feito aquela viagem, quando tivermos atingido aquele objectivo. O primeiro leva à frustração e a um sentimento constante de insatisfação.



O segundo foco, quando estou focada naquilo que tenho, permite-me estar focada naquilo que já estou a obter da vida, permite-me largar a reactividade e apreciar cada oportunidade que vai surgindo, não como sendo mais uma, mas como sendo algo de valioso. Este segundo foco permite-me sentir a vida como algo de valioso, como algo de único.

A linha entre estarmos a viver com o primeiro foco ou com o segundo é muito ténue, na verdade ao longo do nosso dia podemos senti-la de diferentes formas.

Todos nós temos os nossos mecanismos de auto-sabotagem, cada um deles é utilizado para acreditarmos que não temos potencial, que não merecemos viver uma vida repleta de momentos de felicidade, contudo são apenas estratégia da nossa mente, não és tu, é apenas uma parte tua.
Por isso para esta tua semana desejo que estejas a viver no segundo foco e que encontres rapidamente mais motivos para viveres a vida que mereces.

E já sabes se precisares da minha ajuda estou aqui para te ajudar.

Sê Inspiração,
Lígia Silva.
Coach e Talent Finder.

ligiasantosilva@gmail.com ou 935 333 777 

quinta-feira, 30 de abril de 2015

O que está certo ou errado num relacionamento?

O que está certo ou errado num relacionamento?

O que está certo ou errado no caminho que percorremos?

O que está certo ou errado nas escolhas que fazemos?

Ontem recebi um telefonema de uma pessoa que está a fazer uma grande reestruturação na sua área profissional, tem tido a coragem de questionar o que gosta ou não de fazer e ao seu ritmo avançar, com os desafios financeiros e de família à mistura.

“ Está tudo bem?”

“ Está Lígia, mas não sei se estou a percorrer o meu caminho?”

“ Estás feliz neste momento?”

“Sim, estou, estou a gostar muito.”

“ Então estás a percorrer o teu caminho.”


Por vezes questionamos se estamos ou não a percorrer o caminho que idealizamos ou a relação que idealizamos, na maior parte das vezes essas dúvidas surgem do que os outros possam pensar ou de não estarmos “encaixados” no plano que a sociedade tinha para nós. Mas a verdade, verdadinha é que no final do dia a única coisa que importa é se respondes sim à pergunta: “ Neste momento estás feliz?”.

E por vezes é tão simples quanto isto, independentemente das variáveis que tens neste momento.

Sê Inspiração,
Lígia Silva.
Coach e Talent Finder,

quarta-feira, 29 de abril de 2015

Como ser um ser iluminado :)

Durante muito tempo questionei-me se era realmente boa pessoa, com o tempo e com o número de pessoas com quem trabalhei percebi que esta é uma pergunta que muitos de nós trazemos no coração e na mente.

“ Sou realmente boa pessoa?”

Durante algum tempo estive com pessoas que bastava olhar para elas para perceber que eram muito mais iluminadas do que eu, transpareciam luz (às vezes até era visível), diziam palavras estranhas como: Grata, bênçãos e etc, em cada momento menos bom esboçavam um sorriso e diziam palavras como: “ está tudo certo”.

“Tentei” ser estas pessoas, gostava tanto da harmonia e do ser quase perfeito que achei que assim as pessoas iam gostar mais de mi
m, então “tentei” durante muito tempo “tentei”… mas não conseguia sentir esse estado de iluminação. A palavra gratidão não a conseguia sentir, podia dizê-la, mas não a conseguia sentir e quando me acontecia algo de menos bom, só de ouvir a frase: “ Está tudo certo” apetecia-me bater na pessoa (verdade, verdadinha)… então depois de muita luta para “tentar” ser este ser iluminado, decidi que ia admitir que não era boa pessoa, tinha pensamentos pouco altruístas, estava muitas vezes focada em mim e nas minhas coisas, existiam momentos em que me olhava ao espelho e que encolhia a barriga só para não me ver tal como estava, existiam momentos em que começava o meu dia com vontade de ficar na cama, não me apetecia estar com pessoas, existiam momentos em que não tinha dinheiro na minha conta e em vez de pensar que estava tudo certo, pensava em desistir do meu caminho, existiam momentos em que mentia quando dizia que estava tudo bem, existiam momentos em que dizia palavrões no trânsito (como uma bela mulher do norte), existiam momentos em que não conseguir gostar das pessoas que conhecia.



A verdade é que assim que comecei a expor quem eu sou realmente comecei a perceber a quantidade de pessoas que sentem o mesmo, comecei a sentir algo que antes nunca tinha sentido, orgulho em ser quem eu sou, comecei a sentir-me livre para ser, comecei a sentir-me autêntica… e em relação às pessoas iluminadas, vou contar-te um segredo… não são assim tão iluminadas, são humanas tal como tu e eu e tal como tu e eu também estão a tentar encontrar o seu caminho no mundo.

Por isso hoje desejo que estejas mais perto da tua autenticidade, da tua liberdade interna J e que sejas quem realmente és!


Sê Inspiração,
Lígia Silva.
Coach e Talent Finder

segunda-feira, 27 de abril de 2015

Será que eu mereço?

De cada vez que acontecia algo de bom na sua vida, ela sabia que logo a seguir algo de mau estaria para acontecer. Percebia todos os conceitos que poderiam existir sobre sucesso, percebia todos os conceitos que poderiam existir sobre abundância, mas a verdade é que não os conseguia implementar na sua vida, não os conseguia colocar em prática. Dentro dela sentia que as coisas boas da vida não eram para ela, estava muito enraizado dentro dela que as conquistas da vida teriam todas que ser feitas através de muito esforço e que devido à infância que teve estava longe das suas conquistas, uma parte dela já tinha desistido, a outra continuava a lutar, acreditar que era possível.

Das várias pessoas com quem estou diariamente, existe uma pergunta que se repete constantemente:

“ Lígia, mas será que eu mereço?”

“Nosso maior medo não é sermos inadequados. Nosso maior medo é não saber que nós somos poderosos, além do que podemos imaginar. É a nossa luz, não nossa escuridão, que mais nos assusta. Nós nos perguntamos: “Quem sou eu para ser brilhante, lindo, talentoso, fabuloso?”.
Na verdade, quem é você para não ser?” Marianne Williamson




Tinha lido esta frase dezenas de vezes só à pouco tempo é que a integrei verdadeiramente na minha vida, a maior parte de nós foge do sucesso ou das oportunidades que nos aparecem não por termos medo de não termos capacidades, mas sim porque sabemos a quantidade de potencial que temos. E este é o maior sofrimento que pode existir o saberes que tens potencial e escolheres não fazer nada com ele.

Por isso respondendo à pergunta, sim mereces. E quando mais te sentes confortável com as coisas boas da vida J mais tu mereces!

Transforma o teu potencial em algo grandioso a vida está a desafiar-te para que o faças, não aceites menos do que aquilo que mereces!

E já sabes se achas que te posso ajudar aqui ficam os meus contactos ligiasantosilva@gmail.com ou 935 333 777.

Sê Inspiração,
Lígia Silva.

Coach e Talent Finder. 

quarta-feira, 22 de abril de 2015

A felicidade não é para mim!

Onde é que está escrito que a nossa vida deverá apenas ser válida quando sentimos um grande nível de sofrimento, em que as coisas só deverão ser valorizadas após sentirmos um grande nível de dor. Onde é que está escrito que quando terminamos um relacionamento deveremos sentir culpa (principalmente se somos nós a terminar) e não deveremos ser felizes pelo menos durante uns meses. Aonde é que está escrito que devemos esconder a nossa felicidade ou o nosso preenchimento porque pode despertar sentimentos de inveja nos outros. Aonde é que está escrito que se as coisas nos correm bem é apenas uma questão de sorte ou estamos numa boa fase. Aonde é que está escrito que se não sinto a dor do meu amigo é porque sou uma pessoa fria.


Acomodamo-nos tanto a sentir a dor ou o sofrimento que encaramos este como se fosse algo normal, a felicidade essa é guardada a 7 chaves com medo de que se a sentimos verdadeiramente ou se a verbalizamos ela pode desaparecer em breves minutos.

Acredito que existe algo superior, não sei se é um senhor de barbas ou uma senhora de cabelos compridos, não sei se é um senhor gordinho a quem chamamos buda, acredito que existe algo superior ao qual eu chamo de universo (a mim serve-me), acredito que esse universo nos ajuda e nos encaminha para vivermos a nossa vida como realmente vale a pena com amor e com felicidade, não acredito que esse universo defina que devemos passar a nossa vida a sofrer.  


Como alguém me disse recentemente:
“ Viemos ao mundo apenas para sermos felizes.”

Por isso hoje escolho tomar a decisão de aceitar este propósito, espero que faças o mesmo J
E se precisares de ajuda para avançar neste caminho já sabes, estou aqui para te ajudar.


Sê Inspiração,
Lígia Silva.
Coach e Talent Finder,

ligiasantosilva@gmail.com ou 935 333 777