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terça-feira, 3 de novembro de 2015

As consequência da baixa auto-estima!

Provavelmente é demasiado cliché, o que te vou contar e acredita que aquilo que menos gosto é de utilizar clichés ou frases feitas. Mas hoje vou utilizar só um bocadinho, pode ser?

A maior parte das pessoas que me procura, transporta consigo um conjunto de desafios: não consegue ter uma relação saudável, não sabe o que a preenche, não se sente preenchida com aquilo que faz, sente-se deprimida, não gosta de si, sente-se infeliz, tem ataques de pânico ou de ansiedade, não tem objectivos, não sabe se está no caminho certo, não consegue sentir amor, entre outros.


Na maior parte das vezes, estas são apenas as consequências de algo um pouco mais profundo. Algo que já está de tal forma integrado em nós que o tomamos como certo: crescemos com falta de crença em nós, crescemos com baixa auto-estima e com pouco amor-próprio. Vou ousar ser um pouco mais dramática e dizer que esta é mesmo uma doença, que por ser de tal forma aceite por nós, contamina as várias áreas da nossa vida. 



A falta de crença em nós, normalmente está na base dos resultados que estamos a ter na nossa vida: não vivermos relacionamentos saudáveis, não vivermos uma vida mais preenchida, não termos dinheiro suficiente, não nos sentirmos em paz. Tornou-se tão banal que aceitamos as consequências desta “doença”. Tornou-se tão certa que estamos mais focados em procurar o seu porquê, em vez de nos focarmos na sua solução.  

Por isso hoje no blog deixo-te alguns “sintomas” que esta “doença” apresenta:

* Tenho dificuldade em aceitar um elogio; 
* Tenho dificuldade em reconhecer as minhas qualidades; 
* Tenho dificuldade em ter relacionamentos saudáveis: encontro pessoas que não estão disponíveis ou que já têm outra pessoa; 
* Tenho dificuldade em sonhar; 
* Comparo-me às pessoas que estão à minha volta e aos seus resultados; 
* Tenho dificuldade em sair fora da minha zona de conforto; 
* Tenho dificuldade em aceitar que as pessoas à minha volta estão a ter sucesso; 
* Tenho dificuldade em reconhecer o valor nos outros; 
* Torno-me arrogante ou agressivo com as pessoas à minha volta; 
* Não sei o que me preenche; 
* Acredito que não tenho nenhum dom ou pontos fortes; 
* Acredito que não mereço ser feliz. 

Estes são apenas alguns dos "sintomas", reconheces algum deles como teu? 

Se sim, espero que o teu mês de Novembro seja um inicio para construíres a crença em ti e naquilo que és capaz de fazer.  

Caso sintas que te posso ajudar, podes agendar a tua consulta, presencial ou online, através do 935 333 777 ou ligisantosilva@gmail.com

Um beijo enorme e até já, 

Lígia Silva, 
Life Coach e Terapeuta. 
www.ligiasilva.pt




quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Como aumentar a minha auto-confiança?

Durante muito tempo acreditei que existiam pessoas que nasciam confiantes e existiam outras que tinham o azar de não terem nascido confiantes, no meu caso fui envolvida por esse azar. Demorei algum tempo a perceber que a confiança é algo que se vai adquirindo é algo que se vai construindo é algo que se vai ganhando.

Tenho o privilégio diariamente de trabalhar com pessoas muito bonitas, que têm dentro delas uma força muito grande e que avançam rumo aos seus objectivos, mesmo sentindo medo, mesmo sentindo que não têm a certeza absoluta de qual o seu caminho, ao dizer-te isto acredito que pensas tal como eu: " Estas pessoas têm uma confiança muito grande nelas, certo?" Nop a maior parte das pessoas que me procura acredita (tal como eu acreditei) que não são pessoas confiantes, que são pessoas inseguras, falando em verdade absoluta eu senti durante muito tempo exactamente o mesmo.

Se fores uma das pessoas que acredita que por algum motivo tiveste o azar de nascer sem confiança, então deixo aqui algumas dicas simples e práticas que te vão ajudar a alterar aquilo em que acreditas.

1. Reconhece as tuas conquistas: 

Olha para todas as conquistas que já tiveste na tua vida, todas mesmo e questiona se essas conquistas correspondem a uma pessoa com ou sem confiança, recorda os momentos em que estavas cheio de medo e continuaste, recorda os momentos em que sentias que tudo estava perdido e encontraste soluções, recorda os momentos em que sentias que a não conseguias mais e continuaste.

2. A confiança faz-se: 

A confiança não se pensa faz-se, por isso começa o teu dia por fazer aquelas coisas que mais te custam seja o exercício físico, seja ligar a alguém, seja enviar email, etc.; Comece logo cedo por iniciar o teu dia com aquelas coisas que te provocam frio na barriga vais sentir que estás mais forte internamente para continuar o teu dia.

3. Cria as tuas estratégias: 

Criar pequenas estratégias (simples) que te ajudem a saíres fora da tua zona de conforto, exemplo: Imagina que aquilo que mais te desafio é falares com pessoas novas, inscreve-te por exemplo num aula de dança semanal que te "obrigue" a teres que sair da tua zona de conforto e a estares com novas pessoas. Nas primeiras vezes vai ser mais desafiante, depois com o treino torna-se mais simples!

4. Identifica as tuas conquistas: 
Já repeti aqui no blog várias vezes esta questão e acredita que funciona, no final do teu dia, identifica 2 ou 3 conquistas que tiveste ao longo do teu dia. Aquilo que vais fazer é direccionar o teu cérebro para as coisas boas que conseguiste, imagina o que é adormecer com este sentimento?

Espero de coração que experimentes e que sintas as alterações na tua vida. Caso sintas que precisas de uma ajuda mais profunda entra em contacto comigo através do 935 333 777.

Um beijo enorme e até já!

Lígia Silva,
Life Coach e Terapeuta.





quarta-feira, 3 de setembro de 2014

O poder do julgamento.

Ontem comecei uma nova actividade física (que ainda não vou dizer qual é por uma questão de proteger a minha credibilidade lol J), mas continuando essa aula tem apenas 5 pessoas e posso dizer que eu sou aquela que ainda está a dar os primeiros passos, a meio da aula (provavelmente o professor devia estar a ver as minhas dificuldades ), o Sr. Professor pergunta:
“ Sei que é uma pergunta parva, porque foi o mês de Agosto e estiveste de férias, mas durante o mês de agosto fizeste algum desporto para além de estenderes a toalha na areia?”
Respondo eu:
“ Sim, eu corro quase todos os dias.”
“ A sério?” – diz com um ar extremamente espantado.
“Sim”.
“Mas fazes quantos quilómetros? 3km?”
“Não faço entre 5 a 6 km!”
“ A sério?”
(ora eu percebo a questão dele, tenho apenas 1,60 (às vezes menos) e tenho umas formas lá para o ondulado e eu própria há uns anos se me dissessem que ia começar a correr eu dizia que a pessoa era maluca, mas verdadeiramente não é assim tão difícil é uma questão de hábito, mas continuando).
“ E qual foi a distância, mais longa que já percorreste? 10 km?”
“ o mais longo que fiz foram 48 km.”
“ Em estrada????”
“ Não em montanha, já fiz trail.”
 
(acho que não saiu um “porra” da boca dele porque não podia, mas deve ter pensado, quero salientar que esta conversa foi feita enquanto eu estava quase sem conseguir respirar e que nem conseguia pensar).
Ora eu percebo a questão dele, porque verdadeiramente há uns 3 anos isto também me parecia uma coisa impossível de fazer e toda a verdade o nosso julgamento em relação à condição física das outras pessoas é uma questão que fazemos diariamente, aliás eu própria nessa aula fiz da pessoa que estava ao meu lado na aula.
Ontem este professor ajudou-me a relembrar algumas das conquistas que fiz que nunca imaginei que poderia fazer e devo isso a mim e a algumas pessoas que me ajudaram neste caminho, um deles chama – se Pedro Lizardo. Este senhor ajudou-me a completar a minha primeira meia maratona, motivando-me pelo caminho e indo sempre ao meu lado não me deixando desistir, o mesmo aconteceu na minha subida à torre da Serra da Estrela. Vejo na corrida uma das melhores metáforas para a vida e para a forma como te comportas na tua vida, encontrei na corrida uma forma de me ajudar a ultrapassar várias crenças limitadoras que eu tinha em relação a mim.
 
Esta semana o Pedro cumpriu um grande objectivo que tinha fazer o Ultra Trail do Mont Blanc emocionei-me a ver este vídeo que ele (um outro dos seus grandes talentos) fez.
 
Parabéns Pedro por provares que tudo é possível com muita paixão, amor, coragem e acima de tudo muita resiliência, obrigada por me teres ajudado nos primeiros passos que dei na corrida.
Um beijo enorme.
A melhor forma de aumentarmos o nosso nível de confiança e a nossa zona de conforto é fazendo, por isso encontra alguma actividade que te ajude nisso, pode ser a corrida, a dança, a caminhada ou que quiseres, mas faz algo que te traga novidade e estimulo, para sentires que estás a crescer.
Sê Inspiração.
Lígia Silva
Coach, Marketer e Talent Finder.

terça-feira, 15 de julho de 2014

Quem és tu quando não tens validação?

Quem és tu quando não tens validação dos outros?
Há uns anos atrás ajudaram-me a perceber o quanto eu estava dependente da validação externa, ajudaram-me a perceber que ficava imensamente feliz se validavam o meu trabalho e que me sentia uma merda quando não validavam ou quando não me diziam as palavras que eu queria ouvir. Lembro-me de me terem dito uma expressão que até ao dia de hoje trago comigo, apenas para me lembrar para não voltar a esse momento. A validação é como um monstro, nunca fica satisfeito tem sempre necessidade de mais e mais, independentemente do que te digam ou façam, para ti nunca vai ser suficiente, vais sempre sentir vazio.
Esta é a questão que hoje te deixo, quando não tens validação quem és tu? Continuas acreditar em ti e no teu potencial ou achas que não és capaz, continuas a sentir que fizeste o melhor que podias ou começas a culpabilizar-te? Continuas a fazer com amor e de coração ou fazes de forma condicionada?
 
Quando descobri a importância da validação para mim, foi um dos passos mais importantes que dei no meu processo de transformação, acredito que é necessário coragem para admitir que em muitos momentos tomamos decisões com base no que os outros pensam, damos passos com base no que os outros possam pensar de nós, sentimos paz ou tristeza com base no que nos dizem. Após o passo da consciencialização, vem o passo de trabalhares a tua validação interna.
Hoje é um dia muito especial para mim e olhando para trás e analisando os últimos anos tive a oportunidade de sentir o quanto a minha validação interna me trouxe a minha liberdade.
Sê Inspiração,
Lígia Silva.
Coach, Marketer e Talent Finder.