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quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Quando faço aquilo que gosto e as coisas não funcionam!

Ontem após ter terminado a minha última consulta, ressoava na minha mente uma das perguntas que me fizeram ao longo do dia:

" Se faço aquilo que gosto porque é que me sinto tão esgotada?" 



Um dos motivos que levou a Maria (nome fictício, huuu agora parece que a Maria faz parte de um policial :) ) até mim foi o estar neste momento da sua vida a fazer aquilo que sempre sonhou que queria fazer, mas apesar de fazer aquilo que ama não sente neste momento aquilo que pensava que iria sentir e por isso a sua mente foi invadida por um conjunto de questões que a cada dia que passa a amarram ainda mais:

" Se faço aquilo que gosto deveria acordar mais entusiasmada"
" Se faço aquilo que gosto deveria me sentir mais preenchida"
" Se faço aquilo que gosto deveria me sentir com mais energia"
" Se faço aquilo que gosto as coisas deveriam fluir mais, certo?"

Por vezes temos tantos clichés dentro de nós de como é que as coisas devem ser que estamos presos ainda antes de começarmos.

Já faço Coaching há alguns anos, contudo há alguns meses atrás estava tão esgotada, não sentia vida dentro de mim que comecei a questionar se este era verdadeiramente o meu caminho, porque afinal se fazia algo que me preenchia como me poderia estar a sentir desta forma, mas podes. No meu caso foi necessário fazer algumas alterações para voltar a sentir a energia, a criatividade e mesmo o amor dentro de mim. No caso da Maria (agente policial :)) foi necessário fazer outras alterações, seguem aqui algumas dicas que te podem ajudar:

*Inicialmente vais sempre sentir desafio (ou quase sempre):

No caso da Maria aquilo que ela faz e que tanto adora só tem este sentimento durante e depois de o fazer, antes de o fazer sente dores de barriga, não consegue dormir e questiona-se 15 mil vezes se é mesmo por ali.
Na maior parte das vezes até fazermos algo que verdadeiramente nos preenche, temos que sentir desafio porque é completamente fora da nossa zona de conforto, por isso pode acontecer sentir um esforço enorme em fazer algo que nos preenche.

*Criar uma forma que te permita receber:

Estamos tão habituados a dar, para algumas pessoas é tão natural cuidar do outro que nos esquecemos no nosso dia-a-dia de criar mecanismos para recebermos, ter um momento de silêncio, ter alguém que nos ouve com presença, ter um momento em que podemos baixar os braços, ter um momento em que podemos sentir o tempo passar sem a pressão de chegar a algum lado. Cria formas de receberes para te "encheres" para não entrares num estado de vazio e de esgotamento.

Quando criei o Pack Eu.Carreira criei exactamente com este propósito, com a intenção de ajudar várias pessoas a viverem aquilo que gostam de fazer, sem os clichés a que normalmente estamos amarrados. No Ebook Eu.Carreira para além de teres exemplos reais e casos práticos tens também vários clichés a que nós estamos agarrados e que na maior parte das vezes nos condicionam de atingirmos aquilo que queremos. Se ainda quiseres aproveitar a promoção de lançamento envia email para ligiasantosilva@gmail.com

Um beijo enorme e ate já!

Lígia Silva,
Life Coach e Terapeuta.
www.ligiasilva.pt




terça-feira, 15 de setembro de 2015

Quando temos outra consciência!

Durante as últimas semanas tenho recebido algumas questões para o meu email, pessoas a pedirem para serem abordadas determinadas questões, desta forma aqui vai a questão desta semana: 


" Depois de passar por um processo de desenvolvimento pessoal , e com um conhecimento do nosso propósito e sobretudo com um chip diferente como lidar com uma sociedade, onde existe resistência á mudança, e onde existem crenças limitativas onde existem ainda lideres que fazem questão de as manter. Como lidar com uma educação que educa as nossas crianças para repetir em vez de pensar?" 

Quando entrei neste mundo senti algo absolutamente incrível, uma abertura de portas e de consciência brutal, comecei a ver as coisas de uma outra forma, com outro sentir e com outra perspectiva, queria tanto ajudar as pessoas que as pessoas à minha volta levavam com o Coaching a torto e a direito :) estava tão dentro desta nova perspectiva que quase perdi o meu relacionamento, porque como é óbvio ninguém tem paciência para viver com uma pessoa que acha que sabe tudo e que está sempre a corrigir a outra pessoa. Tinha imensa dificuldade em ouvir a pessoa, porque basicamente estava sempre a fazer-lhe perguntas, sinceramente nessa altura estava mais focada em mim do propriamente em ajudar de coração o outro. 




Depois da fase de tentar mudar toda a gente veio a fase de estar revoltada, porque o mundo não me entendia e eu não sentia que não fazia parte deste mundo... uma excelente forma do sr. meu ego se achar uma pessoa especial. Tinha vários dias que a minha vontade era de ir para o Tibete e ficar lá durante anos a fios, mas a questão era apenas uma: " Tudo aquilo que eu tinha aprendido não conseguia colocar cá para fora, de forma a conseguir ajudar verdadeiramente as pessoas." 

Até que por fim veio a última fase, faz aquilo que aprendeste e sê o exemplo naquilo que dizes, deixa-te de coisas. 

Algo extremamente importante, que trago para o meu dia é o principio de congruência (nem sempre o consigo), como posso pedir aos meus clientes para serem felizes se eu não o sou, como posso pedir aos meus clientes para seguirem os seus sonhos se eu não sigo, como posso pedir aos meus clientes para terem relações saudáveis se eu não tenho, como posso pedir aos meus clientes que tratem do seu corpo se eu não o faço. 
No inicio deste ano fiz uma alteração na minha carreira enquanto profissional porque senti que já não estava a ser congruente com os meus clientes, sentia-me uma mentirosa por lhes dizer para serem felizes, enquanto internamente eu sentia que não era, tive que caminhar com o medo e seguir este principio. 

Por isso ao longo destes anos retirei algumas aprendizagens que a mim me serviram, espero que a ti também te sirvam: 

*Estamos sempre num processo de auto-desenvolvimento ele nunca acaba. O processo acontece no nosso dia-a-dia, em que consigo aplicar as ferramentas que tenho. Quando faço um curso, quando leio um livro, quando faço uma consulta dão-me ferramentas, cabe-me a mim utilizá-las e aplicá-las no meu dia. 


*Os maiores mestres que existem são aqueles a quem não atribuímos o estatuto. São aqueles que encontramos diariamente na rua e que se estivermos abertos nos dão verdadeiras mensagens de humildade e de resiliência. 

* Antes de escolher mudar o mundo, altero o meu mundo. Como querer mudar o mundo da outra pessoa se aquilo que tinha no meu coração era arrogância e vazio, foi o que me aconteceu :) altera o que transportas no coração para alterares a realidade à tua volta. 


Tenho uma cliente minha que está a fazer um trabalho fenomenal numa escola, ela trabalha com crianças no num escola do norte, quando foi para lá disseram-lhe que o mais importante era as crianças saberem ler e escrever. 
Quando ela começou percebeu que as crianças tinham uma grande necessidade de atenção e estavam totalmente inseguras. Entrou em pânico porque a escola não queria saber disso, só que ela não o podia negar, faz parte do propósito dela ajudar as crianças a serem mais felizes, então num nível de esforço enorme começou a trabalhar uma criança de cada vez, sem manuais ou sem conceitos pré-concebidos, começou a dar amor, começou a encontrar ferramentas que pudessem ajudar as crianças e a implementar nos intervalos que tinha, trabalhou mais horas durante a noite e durante o dia para conseguir chegar a cada criança de forma individual. 
O resultado foi absolutamente maravilhoso! 

Isto é apenas aquilo em que eu acredito, cada um tem a sua perspectiva, espero que tenha ajudado. 



Um beijo enorme e ate já! 
Ligia Silva 
Life Coach e Terapeura
www.ligiasilva.pt 





segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Dicas para um Setembro mais produtivo.

O mês de Setembro é para mim um mês de inícios e de recomeços, provavelmente um renovar de energias e de acreditares, funciona também para mim como um mês de balanço. Passaram 9 meses desde o início do ano, 9 meses altamente transformadores, 9 meses de crescimento. Como já sabemos em todos os processos de crescimento e de transformação, podemos encontrar a dor, faz parte, ajuda-nos a colocar os pés na terra, ajuda-nos a sermos mais autênticos, mais humildades, acredito que a dose de dor e a sua intensidade na maior parte das vezes somos nós que temos a capacidade de a gerir.



Passados estes 9 meses deixo-te aqui algumas dicas que vão ajudar o teu mês de Setembro a ser ainda mais produtivo: 

Dica 1: Ponto de Partida - Para conseguirmos identificar para onde vamos é importante termos a clareza do ponto do qual partimos. Pega numa folha e numa caneta e responde às questões que estão em baixo:

Onde estavas há um ano atrás?
O que estavas a fazer?
Com quem estavas?
Como te sentias?
Como acordavas com ou sem motivação?
Sentias-te útil?
Sentias que fazias a diferença na tua vida e na vida das pessoas que estavam à tua volta? 

 Dica 2: Aprendizagens - Os padrões na nossa vida repetem-se porque não retiramos as aprendizagens que necessitamos para fazer diferente. Daí ser muito importante responder a esta questão. Identifica 3 aprendizagens que retiraste ao longo do teu ano.

O que poderias ter feito diferente?
O que poderias ter feito melhor?
Qual foi o teu compromisso contigo?
Qual foi o compromisso com o teu companheiro, com a tua família? 

Dica 3: Expectativa – Ao longo do tempo vamos criando expectativas, expectativas de onde queremos estar, do que queremos fazer, do que já deveríamos estar a fazer. Por isso, qual era a tua expectativa, o que esperavas estar a fazer neste momento? Com quem esperavas estar? Como esperavas que o teu corpo estivesse? Como te esperavas estar a sentir? 

A expectativa que criaste possibilita-te ou neste momento impede-te de avançar, acredito verdadeiramente que a expectativa é um dos mecanismos que mais originam a nossa frustração e a nossa desvalorização do que somos e do que atingimos. 

A tua possibilita-te ou impede-te de avançar? 

Dica 4: Onde estou – É importante responder à questão de onde estava, mas também é muito importante perceber ao dia de hoje onde estamos, o que está acontecer em cada área da minha vida?  

Como me sinto com o meu corpo? 
Como está a minha relação? 
Sinto-me preenchido na minha carreira? 
Tenho abundância financeira? 
Sinto-me bem comigo?  

 Dica 5: Clareza – a clareza é talvez a ferramenta mais poderosa que nós temos para nos afastar da frustração, do medo e principalmente da não concretização.
Diariamente estou em consultas com pessoas que um dos seus maiores desafios é a falta de clareza, a falta de clareza nas seguintes questões:

- Para onde vou?
- Como me quero sentir?
- O que quero atingir?
- Quem quero ser?
- Quem quero ter ao meu lado?
- Como vou atingir isso? 

Espero que estas dicas te ajudem de coração a teres um Setembro ainda mais produtivo, com mais amor e com uma maior clareza.
Beijo enorme e até já!

Lígia Silva,
Life Coach e Talent Finder.

segunda-feira, 7 de setembro de 2015

3 dicas para aproveitar Setembro.

O mês de Setembro é o mês dos inícios e dos recomeços, pelo menos é isso que eu sinto, existe uma energia no ar com um cheiro a novas oportunidades J

Gostamos de começar novos hábitos, gostamos de começar novos projectos e para esta energia não se perder deixo-te aqui 3 dicas para que o teu mês de Setembro seja um excelente início de ciclo, seja em que área da tua vida for.



Dica 1: Onde estava?

Um dos exercícios que eu faço muitas vezes é questionar o que estava exactamente a fazer à um ano atrás: 
  • Como me sentia? 
  • Qual era o sentimento que predominava? 
  • Estava feliz? 
  • O que acreditava que ia acontecer? 
  • Quais eram as minhas esperanças? 
Este exercício ajuda-me a valorizar as conquistas que fiz no último ano, a valorizar os passos que dei, ajuda-me também a perceber o que tenho que alterar e quais os passos que são importantes dar. 

Dica 2: Quais as aprendizagens? 

Olhando para o último ano, o que poderia ter sido feito de diferente? 
Onde poderia ter investido mais? De que forma ? Com quem? 

Dica 3: Para onde quero ir, agora?

Existem momentos em que a nossa vida se transforma num grande novelo, temos tantas áreas para trabalhar que nem sabemos por onde começar, existem muitas linhas ligadas e não existe fluidez. Tudo ganha uma intensidade muito grande, cada evento, cada parte da nossa vida. Nesse momento é importante pegar numa ponta e começar a desenrolar o novelo. Começa pela ponta que for mais simples para ti. 

Espero verdadeiramente que este inicio de Setembro seja para ti um conjunto de recomeços e de novos oportunidades. 

Durante o mês de Setembro vou estar ajudar pessoas a criarem as suas oportunidades, de forma presencial ou via skype. Marca a tua consulta atavés do email ligiasantosilva@gmail.com ou o 935 333 777. 

Um beijo enorme e ate já! 

Lígia Silva. 
Life Coach e Terapeuta.
www.ligiasilva.pt






terça-feira, 1 de setembro de 2015

Como continuar acreditar naquilo que ainda não aconteceu?

“Como continuar acreditar naquilo que ainda não aconteceu?”

Foi uma das perguntas que ontem me colocaram, como continuar acreditar nos resultados (novo relacionamento, novo trabalho, sentir-me bem com o meu corpo, descobrir o que me preenche, mais dinheiro, seja o que for) que ainda não aconteceram.


Não sei se é de mim mas por vezes coloco tanta energia em atingir os meus objectivos que quando os concretizo não celebro o suficiente e a sua conquista quase me passa ao lado. Ontem terminei o meu dia de trabalho às 20h18, foi quando terminou a minha última consulta, no final da noite enquanto fazia uma pequena análise de como foi o meu dia, lembrei-me dos momentos em que comecei a fazer Coaching, na altura para mim ter 1 consulta por semana era algo absolutamente incrível. Olhando agora para trás sinto que o crescimento foi muito rápido, contudo na altura não pensava assim tudo me parecia demasiado lento. Ontem no final da noite fiz-me esta pergunta:  “ O que fizeste para continuar acreditar mesmo quando as coisas não estavam acontecer como tu querias?” 



1. Liga-te e ao propósito, ao porquê? 

Por vezes colocamos demasiada pressão nesta questão do propósito ou da missão, para mim propósito é um "porquê" que te faça avançar, que te faça continuar mesmo quando não tens vontade, que te faça avançar mesmo quando levas um não. Exemplo: 
Porque é que queres ter uma relação ? 
Porque é que queres ter uma família? 
Porque é que queres fazer algo que te preencha? 
Porque é que queres ter um corpo que te preencha? 
Porque é que queres ganhar mais dinheiro? 

Quais são os verdadeiros motivos, não aqueles que dizemos porque fica bem, mas sim aqueles que ressoam dentro de nós, que nos colocam borboletas na barriga e que nos fazem colocar a pergunta será que isto é mesmo possível? 

2. Procura os pequenos resultados: 

Demorei cerca de três anos entre decidir que queria lançar um blog, lançar o blog e começar a escrever nele de forma consistente. TRÊS ANOS, porquê? 
Basicamente porque estava cheio de medo devido à exposição, medo da rejeição, etc etc. 
O meu propósito com o blog é este ser uma ferramenta simples que ajude o maior número de pessoas. Se já está no nível que eu quero, claro que não. Contudo recordo-me do dia em ele chegou às 20 visualizações. Lembro-me desse dia e de como celebrei, para mim foi uma conquista. Procura as pequenas conquistas.  

3.  Já fiz tudo o que estava ao meu alcance: 

Esta é uma das perguntas que mais me faço, já fiz verdadeiramente tudo o que está ao meu alcance para as coisas acontecerem, normalmente aparece-me sempre um não, quando me aparece um não surge-me uma outra pergunta: 
" O que posso fazer de diferente, ou o que posso fazer melhor?" 

Acredita que sei o quanto é difícil por vezes esperarmos pelas coisas, mas acredito de coração que elas chegam até nós, apenas temos que descobrir qual o melhor caminho. 

Desejo que este inicio de Setembro seja para ti um recomeço, um voltar acreditar em ti e nos resultados que tu queres para a tua vida. 

Durante o mês de Setembro vou estar ajudar pessoas a descobrirem os seus caminhos, marca a tua consulta através do 935 333 777 ou ligiasantosilva@gmail.com 

Um beijo enorme e ate já! 
Lígia Silva, 


segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Quando me torno outra pessoa.

Muito obrigada a todas as pessoas que me enviaram temas que gostariam de ver explorados no BLOG.
Esta semana começo com um que acho muito interessante:

“ Olá Lígia,
Sinto-me a copiar cada vez mais uma pessoa que é uma referência para mim …”

Todos nós temos referências na nossa vida, pessoas que nos inspiram, pessoas que por aquilo que atingiram ou por aquilo que são nós consideramos que são pessoas muito válidas. A questão é quando colocamos essas pessoas em patamares, em que nós provavelmente estamos num patamar abaixo dessas pessoas.  

Dos hábitos mais difíceis que tive que trabalhar em mim, foi o hábito de comparação. A comparação retira-nos parte da nossa alma e da nossa autenticidade, acredito mesmo que é um dos hábitos mais auto destrutivos que podemos ter. Explico-te porquê:

Utilizamos a comparação em tudo, em primeiro começamos por colocar as pessoas em escadas. Existem pessoas que pelo nosso julgamento estão “acima” de nós e existem pessoas que pelo nosso julgamento estão “abaixo” de nós.

Em segundo independentemente do que fazemos nunca nada é suficiente, porque existiu alguém que fez melhor, ou que fez de uma outra forma, num outro tempo. Em terceiro raramente valorizamos as nossas conquistas, porque esperamos sempre mais e mais.

Em quarto na maior parte das vezes nem estamos a seguir verdadeiramente aquilo que queremos para nós, mas sim aquilo que achamos é o certo ou o que essas referências fariam.
Por isso, para deixarmos de ser cópias de outra pessoa é importante termos em atenção as seguintes dicas:


1. Descobre-te:
Na maior parte das vezes nem sabemos verdadeiramente do que gostamos ou o que queremos para nós no futuro. Descobre um pouco mais sobre ti, sobre como funcionas, qual a base das tuas escolhas, o que te preenche, quais são os teus verdadeiros objectivos.

2. Confiança:
Utilizamos a comparação na nossa vida por uma questão simples, pelo nível de auto-estima que temos por nós. Se sentimos a necessidade de tentarmos ser algo que não somos é porque o nosso nível autoconfiança está muito abaixo do que verdadeiramente poderia estar.

3. Reconhecimento:
Grande parte da minha vida movi-me atrás do reconhecimento das pessoas que tinha à minha volta, garanto-te uma coisa: “ ELE NUNCA VAI SER SUFICIENTE”, vais sentir sempre um vazio. Porque não é desse reconhecimento que precisas, mas sim do teu reconhecimento interno. Por isso trabalha a tua valorização interna e encontra quem tu és, largando as cópias.

Durante o mês de Setembro vou estar ajudar pessoas a encontrarem verdadeiramente a sua essência, o que as preenche e quais os seus objectivos, de forma presencial ou via skype. Marca a tua consulta através do 935 333 777 ou ligiasantosilva@gmail.com

Questões que tenhas ou temas que queiras ver explorados no blog, envia email para ligiasantosilva@gmail.com

Um beijo enorme e uma excelente semana.

Lígia Silva. 

terça-feira, 25 de agosto de 2015

7 não verdades sobre a descoberta da nossa vocação.

Vivemos um momento em que cada vez mais estamos a sentir a necessidade de comunicar quem somos, estamos a sentir a necessidade de expressarmos os nossos dons, a nossa vocação. Durante muito tempo carreguei determinados pressupostos, mitos, de como funciona a vocação de cada um, de como funciona os dons de cada um, pressupostos esses que atrasaram a descoberta daquilo que me preenche, por isso hoje deixo-te aqui alguns destes pressupostos, clichés ou mitos, que te vão ajudar, acredito eu, a simplificar o teu caminho para descobrires aquilo que te preenche, a tua vocação:


  1. É necessário esperar que a nossa vocação se revele: 

 A maior parte de nós associa que a sua vocação é como um chamamento. Algo que vem de fora de nós. A vocação é algo que já existe dentro de nós, esperar que ela simplesmente se revele por puro acaso pode ser um investimento de tempo desnecessário. A nossa vocação, os nossos dons ou a nossa missão, o que lhe quisermos chamar, é algo que se descobre e é algo que se trabalha. 

    2. Só existe uma profissão certa para cada um: 

Antes isto poderia ser verdade, gerações anteriores escolhiam uma profissão e viviam essa profissão durante cerca de 20 ou 30 anos. Neste momento existem estudos que prevêem que os jovens da geração Y poderão passar por 14 ocupações profissionais diferentes. 

Cada área profissional que nós frequentamos ajuda-nos a retirar pequenos dons, por isso é que tudo aquilo que fazemos na nossa vida é importante, porque nos ajuda a salientar os nossos dons.  

3. Devemos continuar a estudar até descobrirmos a nossa vocação: 

Quando terminei a minha licenciatura, sentia que ainda não estava preparada para ir para o mercado de trabalho para exercer o que tinha estudado, estava insegura e com medo, então decidi iniciar o mestrado. A maior parte de nós inicia e inicia cursos apenas para ganhar conhecimento. Claramente ficamos com uma mochila cheia de ferramentas, mas a questão continua lá, independentemente dos cursos que tiramos não significa que vamos descobrir a nossa vocação. 

4. Existe quem não tenha vocação para nada: 

Durante muito tempo acreditei que não tinha vocação para nada, apenas porque não me conseguia preencher ou realizar dentro daquilo que já existia. Se por acaso também sentes isto, fica tranquilo, não significa que não tens vocação, apenas significa que precisas de ajuda para encontrar essa vocação. 

5. Com o tempo e pela repetição uma profissão acaba por se tornar uma vocação: 

Adoraria poder dizer-te que sim, mas a verdade é que apesar de repetirmos algo durante anos e até nos tornarmos bons nisso, não significa que isso seja algo que nos preencha, apenas significa que nos acostumamos a fazer algo. O sentimento de realização é diferente. 

6. Posso não ganhar dinheiro com a minha vocação. 

Verdade, mas também podes ganhar dinheiro. A maior parte das pessoas com quem trabalho tem esta questão dentro de si. Acredita verdadeiramente que não pode ganhar dinheiro com aquilo que gosta de fazer, mesmo ainda não sabendo aquilo que gosta de fazer, então coloca-se logo um entrave ainda antes da pessoa descobrir a sua vocação. Primeiro descobre, depois crias o caminho para ganhares dinheiro com aquilo que gostas de fazer. 

7. Quando descobrir a minha vocação, tenho que alterar toda a minha vida. 

Durante muito tempo acreditei que para viver aquilo que me preenchia tinha que alterar completamente a minha vida e foi isso que fiz. Já não acredito nisto, acredito que é possível fazermos as coisas com consistência e com estrutura, afinal vivemos numa sociedade ocidental em que todos nós necessitamos de estabilidade. Por isso podes descobrir aquilo que te preenche e para isso não precisas de recomeçar a tua vida, de uma forma totalmente diferente. 


Posso ajudar-te a descobrires a tua vocação, para isso basta marcares a tua consulta presencial ou via skype, para o 935 333 777 ou ligiasantosilva@gmail.com

Um beijo enorme e ate já! 

Lígia Silva, 
www.ligiasilva.pt







quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Pessoas Tóxicas I

Quantos de nós encontramos diariamente pessoas que consideramos que são tóxicas, pessoas que não têm uma boa energia, quantos de nós já colocaram esse rótulo. Eu já. Quantos de nós já nos tornamos essas pessoas, pessoas que estão mais focadas em falar do outro e em ficar feliz com a sua infelicidade do que com a sua felicidade. Eu já. Quantos de nós já nos afastamos de pessoas por acharmos que elas não têm uma boa energia. Eu já.



A verdade, acredito eu, é que todos temos momentos em que estamos “menos apetecíveis para consumo alheio”. Existem pessoas que ficaram neste estado demasiado tempo e por isso mesmo não conhecem outra forma de viverem o seu dia-a-dia. Como diz uma marca conhecida a linha é muito ténue entre viveres num estado ou noutro, acredito que depende diariamente de uma escolha.
Hoje deixo-te uma dica que te pode ajudar a lidares com esta questão, se tiveres apenas em atenção esta dica garanto-te que a tua qualidade de vida vai melhorar consideravelmente.

1.       Protege a tua energia:

A nossa energia vital é das coisas mais maravilhosas que nós temos, contudo a maior parte das pessoas que chega às minhas consultas tem as suas defesas completamente em baixo e por consequência a sua energia vital está dado como desaparecida.

Nós precisamos da nossa energia para tudo, para concretizarmos tudo na nossa vida, logo se eu não cuido dela, provavelmente vou ficar sem ela.

Há uns meses atrás dei por mim completamente esgotada em termos energéticos. E isso era algo que acontecia recorrentemente, quando entrava neste estado sentia que as coisas na minha vida não fluíam, produzia esforço e as coisas demoravam para acontecer. Percebi que estava em falta com a minha energia, fiz as contas e diariamente passava mais horas a dar e apenas alguns minutos a receber, vou apresentar-te o meu exemplo:

Dar:
- Escrita;
- Realizar consultas;
- Falar ao telefone;
- Trocar sms;
- Responder a Emails;
- Cumprir tarefas;
- etc,

Receber:
- Meditação.

Este era o meu caso, a relação estava completamente alterada, dava muito e investia muito pouco em mim, ora se tudo na minha vida flui consoante a vibração e a energia com que eu estou (acredito eu). Onde é que eu estava a investir na minha energia?

Faz a tua relação:

Como é que repões a tua energia?

Como é que recebes?

Como é que te equilibras diariamente?

Porque já sabes se não o fazes provavelmente vais ter que te alimentar da energia das outras pessoas J e isso já sabemos o que nos faz ser: “ Pessoas menos apetecíveis para consumo alheio”.


Ate já! 


segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Qual o peso que carregas?

O mês de Agosto é para mim um mês de recuperar energias, de reequilibrar e também de uma certa introspecção, é um mês em que consigo mais facilmente quebrar as minhas rotinas e não ter horários. Os primeiros 15 dias do mês serviram para isso mesmo, agora é tempo de devagarinho voltar às rotinas diárias, voltar às consultas, voltar à escrita e voltar a novos projectos J (coisas boas estão a caminho).

Daquilo que tenho sentido na minha vida e na vida das várias pessoas com quem falei o mês de Agosto tem sido um mês de grande transformação interna, uma transformação que por vezes nos tira o tapete e abala as nossas certezas, uma transformação que nos ajuda abrir o coração e apreciar as coisas boas da nossa vida, uma transformação que nos ajuda a reconhecer o nosso valor, uma transformação que nos abre feridas que achávamos que estavam curadas, uma transformação que nos ajuda a nos sentirmos perdidos e sem certezas, uma transformação que nos ajuda a questionar cada área da nossa vida.



Se estás a sentir alguns destes efeitos bem-vindo a bordo, acredito do fundo do coração que é um processo bom que nos ajuda a transmutar aquilo que já não nos interessa, carregamos na nossa mochila pessoas, eventos, palavras, emoções que já não nos servem, que nos bloqueia o momento presente e que retira a fluidez da nossa vida. Por isso hoje deixo-te aqui uma dica simples que te pode ajudar a sentires maior leveza na tua vida e a libertares essa mochila.

Tira 2 minutos do teu dia em que possas estar em silêncio, só contigo, leva contigo uma folha em branco e uma caneta ou lápis. Nesse local senta-te da forma mais confortável que for para ti, fecha os olhos, inspira profundamente e expira profundamente, repete 6 vezes, enquanto estás a respirar imagina quo teu coração a expandir-se e abrir.

Pega na folha e na caneta e escreve:

1.       Que eventos posso largar para entrar fluidez e leveza na minha vida?
2.       Que palavras posso largar para entrar fluidez e leveza na minha vida?
3.       Que pessoas posso largar para entrar fluidez e leveza na minha vida?
4.       Que emoções posso largar para entrar fluidez e leveza na minha vida?

Escreve as primeiras respostas. Se sentires que em alguma pergunta não consegues responder, respira novamente. No final de cada uma destas respostas faz a seguinte pergunta:

“ O que tenho que fazer agora para isto acontecer?”

Se sentires partilha comigo as tuas respostas para te ajudar, envia email para ligiasantosilva@gmail.com

Após teres cada um das respostas, faz cada uma das coisas, uma em cada dia.
A resposta mais difícil de ser dada pode ser a terceira pergunta, por vezes não é tanto largar as pessoas, mas sim aquilo que essas pessoas nos fazem sentir ou o poder que têm sobre nós. Contudo é das perguntas mais importantes.

Este é um exercício que faço muitas vezes e que comigo resulta, podes escolher ou não experimentar, fica aqui a dica, utiliza como sentires J

Um beijo enorme.

Lígia Silva. 

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Qual a base das nossas relações?

Com pé na piscina e o resto do corpo fora para conseguir aquele tom amarelado (diferente do branco que normalmente tenho) falava-se do que seriam feitas as relações duradouras, do que seriam feitas aquelas relações que por vezes invejamos (inveja saudável) e que questionamos o porquê de não as termos. Falava-se dos clichés que as envolvia e a forma como deveriam ou não ser perante aquilo que era definido como certo, até que alguém disse: “ Se calhar as relações saudáveis e duradouras são simplesmente aquelas que não seguem nenhum rótulo, nenhum cliché.”

Concordei e fiquei com esta dentro de mim.

Se partirmos do pressuposto que as várias realidades que temos na nossa vida se devem aquilo em que acreditamos, às nossas verdades absolutas, então podemos também partir do pressuposto que as relações que temos têm por base essas crenças, ou essas verdades absolutas?
Se me tivessem dito isto há uns 8 anos atrás teria dito a essa pessoa para por favor levar essa conversa para outro lado. A verdade é que quem neste momento estiver a viver um relacionamento saudável provavelmente vai dizer que sim e provavelmente quem estiver a viver um conjunto de relacionamentos não saudáveis vai mandar-me dar uma volta (tudo bem J)

Mas apenas por um momento coloca-te esta questão e se verdadeiramente a qualidade das relações que temos na nossa vida dependem directamente daquilo em que acreditamos, das nossas verdades absolutas?

E se começando apenas a questionar aquilo em que acreditamos tudo altera?



Exemplo:

Imagina que estás com uma pessoa numa relação e achas que por estarem juntos há algum tempo ele tem que ter um determinado comportamento ou a vossa relação tem que assumir um outro nível, provavelmente começas a ficar frustrada porque não está acontecer consoante querias e mais tarde provavelmente começas a questionar a relação, mas e se aquilo que tu queres para a tua relação é apenas aquilo que está definido na sociedade como certo.

E se as nossas crenças mudassem em relação aos relacionamentos e se em vez de termos um plano ou uma lista de supermercado de como o comportamento da outra pessoa deveria ser limpássemos a lista e colocássemos outros tópicos, outros itens.

Sei que aquilo que quero para mim é uma relação em que eu possa ser eu própria, mais autêntica, não para sempre, nem para daqui a 5 anos, agora.

Sei que são muitos: “ E se” mas a verdade é que começando a colocar estes: “ E se” a nossa vida altera por completo, falo por mim claro.

Um beijo enorme e uma excelente semana.


Ligia Silva. 


quarta-feira, 29 de julho de 2015

Quando sentimos um chamamento.

Começa como se fosse uma voz muito fina, como se estivesse a quilómetros de distância de nós e aparece de repente quando não estamos a contar, nesse instante ouvimos:

“ Mas é só isto?”

Com o passar do tempo esta voz fina vai ganhando intensidade e vai aparecendo mais vezes, torna-se mais forte, mais presente. Torna-se mais forte no início de cada dia, no final de cada mês quando pagamos as contas, na empresa quando atingimos os objectivos ou não, no chegar a casa sem um sorriso colocado, de mão dada com a voz vem também um sentimento, o sentimento de insuficiência, a sensação de que temos muito para oferecer, mas que não sabemos como colocar isso cá para fora e nem sabemos por onde começar.



A frustração aumenta e a voz torna-se cada vez mais intensa, por não gostarmos da sensação achamos que é algo que vai desaparecer e então escolhemos simplesmente começar a ignorar essa voz. Não desaparece, muito pelo contrário ganha ainda mais intensidade.

Nunca mais me esqueci de uma frase que um dia ouvi:


“ Potencial que não é convertido vira sofrimento.” 

Verdade, verdadinha, a sensação de termos que fazer algo, de termos uma missão para cumprir e não a realizarmos torna-se sofrimento. Se existe forma de viver com esta sensação sem viver a nossa missão. Deve de existir, contudo não sei se poderemos dizer que estamos a viver.

Quando dás atenção à voz sentes dois sentimentos contrários, o primeiro sentes um certo alívio porque finalmente estás a fazer algo por ti, no segundo momento sentes uma confusão tremenda porque não tens dentro de ti as certezas do que fazer com esse chamamento e melhor não sabes nem por onde começar. Por isso hoje se estás nesta situação, deixo-te aqui algumas dicas: 

1. Não és só tu que estás nesta situação, milhares e milhares de mulheres estão a sentir o mesmo. É algo normal que nos está acontecer e é muito bom (p.s. garanto-te que não estás a ficar maluca :)) 

2. Larga a ideia que tens que largar tudo o que conheces para começar uma vida nova. Começa bem devagarinho, passo a passo, com estrutura. 

3. Começa por identificar quais são os passos que vais dar para colocar esses dons cá para fora. 

Durante o mês de Julho e Agosto vou estar ajudar pessoas de forma presencial e via skipe a encontrarem as suas respostas e a colocarem essas respostas cá para fora. Terei todo o prazer em ajudar-te a ti também, entra em contacto para ligiasantosilva@gmail.com ou 935 333 777. 

Lígia Silva.



terça-feira, 28 de julho de 2015

Sou vitima ou agressor?

Lembro-me de ver uma reportagem sobre as vítimas de violência doméstica em que uma das psicólogas referia que a relação que existia entre a vítima e o agressor era a seguinte:

O Agressor fazia a vítima acreditar que ela não era nada sem ele, que a vida dela não poderia ser melhor sem ele, quando na verdade era completamente o contrário o agressor é que não sabia o que fazer à sua vida sem aquela pessoa e aquilo que ele fazia era ganhar poder com o medo da vítima.

Aquela analogia ficou integrada dentro de mim, porque não analisado apenas o caso extremo de uma situação de violência doméstica, diariamente encontramos situações destas fora da nossa vida e dentro da nossa vida. Ora assumimos um estado de vítima, ora assumimos um estado de agressor.

No caso do primeiro (vitima ou presa) acreditamos que sem aquela pessoa, que sem aquele relacionamento, que sem aquela profissão, que sem aquela empresa, que sem aquele dinheiro, não somos nada e então por medo de perdermos aquilo que temos por certo não avançamos para algo maior, não arriscamos e por vezes nem nos questionamos.

O mesmo acontece quando somos agressores, ou lobos, fazemos querer às pessoas (amigo, namorado (a), colega de trabalho) que eles precisam de nós, que não são suficientes sem nós, que só nós conseguimos ser ou fazer algo.



Já escolhi ser vítima e já escolhi ser agressor. O primeiro escolhi porque era o que era mais fácil para mim, acomodei-me a ser vitima, no segundo sentia tanta insegurança e tanto medo de não ser ninguém que assumi o papel de agressor.

Porque é que te estou a contar hoje isto?

Porque ontem descobri mais uma parte minha em que estava a ser agressor, descobrir isto libertou-me, deu-me paz e leveza, libertou a minha criatividade, agarrei e integrei mais uma parte minha, desejo-te o mesmo sentimento, para isso deixo-te um exercício simples:

1. Em que partes da tua vida ou com que pessoas é que estás a ter o papel de vitima?
1.1. O que ganhas com isso?
2. Em que partes da tua vida ou com que pessoas é que estás a ter o papel de agressor?
2.1 O que ganhas com isso?


Desafio-te a partilhares comigo através da caixa que está no canto superior do blog ou então através do meu email ligiasantosilva@gmail.com a resposta a estas questões recordo que cada comunicação que recebo é confidencial e apenas vista por mim.

Até já,

Lígia Silva.



segunda-feira, 27 de julho de 2015

Como perdoar alguém.

Acredito que o ato de perdão (perdão verdadeiro) é um dos atos mais desafiantes de alguém fazer e normalmente são as pessoas de quem menos esperamos que conseguem realizar um ato tão puro. Os perdões fast food são realizados pelas pessoas que acham que sabem tudo e que encontram estratégias inteligentes para fugir à dor, acabei de fazer a minha descrição J

Quando comecei a interessar-me por estas questões do desenvolvimento humano, uma das coisas que aprendi foi que alguém só me pode magoar se eu o permitir, levei isto como lei para mim, a sério, fez-me tanto sentido e facilitou-me tanto a vida eu colocar a minha armadura de tamanho XXL que foi algo que me acompanhou durante muito tempo.


Quando acontecia algum episódio menos bonito os pensamentos eram: “ Ok ela fez aquilo porque não estava no seu melhor, ou ele não tinha recursos na altura.” E avançava, convencida que de que já tinha limpo a ferida, já tinha colocado o penso e até que a ferida já tinha sarado.

Continuamos a caminhar sempre com a armadura XXL, aliás a cada dia que passa a armadura está cada vez mais grossa só que as feridas, essas continuam lá e num determinado momento em que não estamos a contar, as feridas abrem e mostram verdadeiramente a sua profundidade, as que foram mal tratadas, as que ainda não cicatrizaram e aquelas que estão em carne viva, acredito que neste momento a nossa mente continua a tentar que utilizemos a mesma estratégia, a estratégia de avançarmos sem olharmos verdadeiramente para o que nos provoca dor, porque o olhar para aquilo que nos mete dor, assusta-nos, temos medo de nos afundarmos nessa dor, temos medo que ela nos coma vivos e que percamos qualquer tipo de controle que temos sobre ela. Mas a verdade é que podemos olhar para ela não ficar lá, podemos encará-la de frente e depois avançar.



Continuo acreditar que alguém só nos pode magoar continuamente se assim o permitirmos, mas que se permitimos isso estamos a dar o poder da nossa vida a essa pessoa, por isso hoje deixo-te aqui algumas dicas que acredito que te vão ajudar a perdoares verdadeiramente e de coração, ajudando-te desta a forma a começares a cicatrizar as tuas dores:

1. Olha verdadeiramente: olha de frente com valentia para aquilo que te dá medo, para aquilo que te magoa, mas olha verdadeiramente para a causa. É o teu ego que está ferido? Sentes que não foste suficiente? Sentes que não mereces?

2. Descobre os pensamentos mais profundos: Quando começo a questionar verdadeiramente o que está por detrás dessa dor começo a ver quais são os meus pensamentos mais profundos, começo a ver por vezes como sou mesquinha ou arrogante, começo a ver como sou carente ou me sinto insuficiente? O que dizem os teus pensamentos?

3. Escreve: Uma das terapias que mais me ajuda é a escrita, quando escrevemos sobre algo ajudamos a trazer cá fora o que sentimos e o que pensamos. Escreve os teus pensamentos mais profundos.

4. Partilha: Já disse isso aqui centenas de vezes, achamos sempre que só nós é que pensamos e sentimos coisas diferentes, quando começamos a partilhar percebemos que não estamos sozinhos. 

No canto superior direito do blog tens um espaço onde podes partilhar o que tu sentes e enviar apenas para mim é confidencial por isso se sentires partilha.

Durante o mês de Julho e Agosto vou estar ajudar pessoas a curar as suas feridas emocionais, marca a tua consulta através de ligiasantosilva@gmail.com ou 935 333  777.

Lígia Silva. 


sexta-feira, 17 de julho de 2015

Estou preparado para o Sucesso?

Estamos à espera que as coisas sejam difíceis e que impliquem muito esforço, estamos à espera de ter de trabalhar muito para atingirmos os nossos objectivos, estamos à espera de ter de lutar muito, de cair e de nos levantarmos, de chorar e de limpar as lágrimas, mas aquilo que não estamos à espera é que as coisas corram muito bem, que as coisa fluam, que as oportunidades apareçam e que a abundância se instale na nossa vida, porque simplesmente não estamos à espera que as coisas corram bem, não a nós.

Quando isso acontece, as perguntas que se instalam dentro de nós são:

“ Será que eu mereço isto?”

“ Será que é mesmo assim?”

“ O que é que eu fiz para as coisas acontecerem desta forma?”



A verdade é que a maior parte de nós não sabe lidar com o seu próprio sucesso (obviamente que estou apenas a falar de mim) e quando as coisas começam verdadeiramente a fluir, sem esforço, uma das primeiras coisas que começam aparecer são as dúvidas e a auto-sabotagem.

Há alguns anos atrás uma pessoa disse-me algo que nunca mais me esqueci e que me ajudou imenso na altura e hoje também, utilizo como um mantra para começar o meu dia:

“ Lígia tu mereces tudo de bom agora e para isso não tens que fazer mais nada, conquistar mais nada, atingir mais nada, tu mereces por aquilo que tu és agora.”

Ele disse-me isso a mim e eu digo-te a ti, porque esta simples frase tornou-se a minha verdade.
Por isso hoje como estamos no final da semana desejo que tragas esta verdade para ti, não tens que atingir ou conquistar mais nada, tu mereces tudo de bom agora, por aquilo que és, por aquilo em que tornaste.


Uma boa sexta-feira J