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quinta-feira, 22 de outubro de 2015

As 7 não verdades da Realização!

A informação é sempre uma mais valia, mas o excesso desta por vezes, também nos pode impedir de vivermos mais presentes, mais focados e acima de tudo mais libertos, para experimentarmos aquilo que nos pode trazer uma maior realização pessoal. 

Por isso hoje no blog deixo-te algumas não verdades que fui encontrado, quando falamos sobre o tema da realização profissional ou do preenchimento. 




1.     É necessário esperar que a nossa vocação se revele: 

 A maior parte de nós associa que a sua vocação é como um chamamento. Algo que vem de fora de nós. A vocação é algo que já existe dentro de nós, esperar que ela simplesmente se revele por puro acaso pode ser um investimento de tempo desnecessário. A nossa vocação, os nossos dons, a nossa missão ou a nossa realização, o que lhe quisermos chamar, é algo que se descobre e é algo que se trabalha. 

    2. Só existe uma profissão certa para cada um: 

Antes isto poderia ser verdade, gerações anteriores escolhiam uma profissão e viviam essa profissão durante cerca de 20 ou 30 anos. Neste momento existem estudos que prevêem que os jovens da geração Y poderão passar por 14 ocupações profissionais diferentes. 

Cada área profissional que nós frequentamos ajuda-nos a retirar pequenos dons, por isso é que tudo aquilo que fazemos na nossa vida é importante, porque nos ajuda a salientar os nossos dons.  

3. Devemos continuar a estudar até descobrirmos a nossa vocação: 

Quando terminei a minha licenciatura, sentia que ainda não estava preparada para ir para o mercado de trabalho para exercer o que tinha estudado, estava insegura e com medo, então decidi iniciar o mestrado. A maior parte de nós inicia e inicia cursos apenas para ganhar conhecimento. Claramente ficamos com uma mochila cheia de ferramentas, mas a questão continua lá, independentemente dos cursos que tiramos não significa que vamos descobrir a nossa vocação. 

4. Existe quem não tenha vocação para nada: 

Durante muito tempo acreditei que não tinha vocação para nada, apenas porque não me conseguia preencher ou realizar dentro daquilo que já existia. Se por acaso também sentes isto, fica tranquilo, não significa que não tens vocação, apenas significa que precisas de ajuda para encontrar essa vocação. 

5. Com o tempo e pela repetição uma profissão acaba por se tornar uma vocação: 

Adoraria poder dizer-te que sim, mas a verdade é que apesar de repetirmos algo durante anos e até nos tornarmos bons nisso, não significa que isso seja algo que nos preencha, apenas significa que nos acostumamos a fazer algo. O sentimento de realização é diferente. 

6. Posso não ganhar dinheiro com a minha vocação. 

Verdade, mas também podes ganhar dinheiro. A maior parte das pessoas com quem trabalho tem esta questão dentro de si. Acredita verdadeiramente que não pode ganhar dinheiro com aquilo que gosta de fazer, mesmo ainda não sabendo aquilo que gosta de fazer, então coloca-se logo um entrave ainda antes da pessoa descobrir a sua vocação. Primeiro descobre, depois crias o caminho para ganhares dinheiro com aquilo que gostas de fazer. 

7. Quando descobrir a minha vocação, tenho que alterar toda a minha vida. 

Durante muito tempo acreditei que para viver aquilo que me preenchia tinha que alterar completamente a minha vida e foi isso que fiz. Já não acredito nisto, acredito que é possível fazermos as coisas com consistência e com estrutura, afinal vivemos numa sociedade ocidental em que todos nós necessitamos de estabilidade. Por isso podes descobrir aquilo que te preenche e para isso não precisas de recomeçar a tua vida, de uma forma totalmente diferente. 

Se sentes que precisas de uma ajuda individual e personalizada, entra em contacto comigo através do 935 333 777 ou ligiasantosilva@gmail.com e marca a tua consulta presencial ou online. 

Um beijo enorme e até já! 

Lígia Silva, 
Life Coach e Terapeuta. 
www.ligiasilva.pt




quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Quando não tenho energia para nada!

Existe um sentimento que por vezes paira dentro de nós é o sentimento de vazio e desgaste completo, em que perdemos a capacidade de ver as coisas boas da vida, em que perdemos a capacidade de sentir que a vida vale a pena e simplesmente deixamos de acreditar que a vida essa pode ter uma outra cor.

Alguns sintomas para estares alerta:


  • Já não te lembras da última vez que deste uma gargalhada à séria; 
  • Sentes que estás sem energia e sem vontade para fazeres nada; 
  • Sentes que tudo na tua vida está em esforço; 
  • Esperas o pior das pessoas que encontras diariamente; 
  • Sentes que nada do que fazes faz sentido; 
  • Sentes que tens grandes picos de energia (de repente tens imensa vontade de fazer tudo e no momento a seguir perdeste toda essa energia, quase parece que és bipolar :) não és); 
  • Sentes que estás constantemente a criticar as pessoas à tua volta ou a ti própria... 
  • Entre outros! 


Quando isso estiver acontecer, por favor: 

PÁRA! 

A sério, não é um sentimento que vai simplesmente desaparecer, pelo contrário vai intensificar. E por isso, por favor quando estiveres nesta fase não tomes decisões importantes (neste momento estou com aqueles sinais de STOP a indicar que não podes mesmo fazer isso desculpa o condicionamento :)) 

Por isso hoje deixo-te aqui algumas dicas que te podem ajudar a "acalmar" este sentimento: 

  • Investe logo de manhã apenas 5 minutos em ti, nem que seja apenas para respirares ou para estares em silêncio, não tens que fazer grandes mecanismos de meditação ou outras coisa. Pára apenas 5 minutos e respira, antes de começar o teu dia. 
  • Encontra uma forma de recarregares a tua energia: caminhada, corrida, ouvir música, pintar, massagem, qualquer coisa, mas investe este tempo só para ti, nem que seja uma vez por semana. 
  • Ganha clareza, normalmente este sentimento intensifica-se quando não temos clareza de para onde queremos ir, seja na área profissional, na área de relacionamentos, ou mesmo na nossa relação connosco. 
Durante o mês de Setembro vou estar a dar consultas presenciais ou via skype, se quiseres mais informações basta contactar o 935 333 777 ou ligiasantosilva@gmail.com

Um beijo enorme e ate já! 
Lígia Silva, 
Life Coach e Terapeuta. 


quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Quando faço aquilo que gosto e as coisas não funcionam!

Ontem após ter terminado a minha última consulta, ressoava na minha mente uma das perguntas que me fizeram ao longo do dia:

" Se faço aquilo que gosto porque é que me sinto tão esgotada?" 



Um dos motivos que levou a Maria (nome fictício, huuu agora parece que a Maria faz parte de um policial :) ) até mim foi o estar neste momento da sua vida a fazer aquilo que sempre sonhou que queria fazer, mas apesar de fazer aquilo que ama não sente neste momento aquilo que pensava que iria sentir e por isso a sua mente foi invadida por um conjunto de questões que a cada dia que passa a amarram ainda mais:

" Se faço aquilo que gosto deveria acordar mais entusiasmada"
" Se faço aquilo que gosto deveria me sentir mais preenchida"
" Se faço aquilo que gosto deveria me sentir com mais energia"
" Se faço aquilo que gosto as coisas deveriam fluir mais, certo?"

Por vezes temos tantos clichés dentro de nós de como é que as coisas devem ser que estamos presos ainda antes de começarmos.

Já faço Coaching há alguns anos, contudo há alguns meses atrás estava tão esgotada, não sentia vida dentro de mim que comecei a questionar se este era verdadeiramente o meu caminho, porque afinal se fazia algo que me preenchia como me poderia estar a sentir desta forma, mas podes. No meu caso foi necessário fazer algumas alterações para voltar a sentir a energia, a criatividade e mesmo o amor dentro de mim. No caso da Maria (agente policial :)) foi necessário fazer outras alterações, seguem aqui algumas dicas que te podem ajudar:

*Inicialmente vais sempre sentir desafio (ou quase sempre):

No caso da Maria aquilo que ela faz e que tanto adora só tem este sentimento durante e depois de o fazer, antes de o fazer sente dores de barriga, não consegue dormir e questiona-se 15 mil vezes se é mesmo por ali.
Na maior parte das vezes até fazermos algo que verdadeiramente nos preenche, temos que sentir desafio porque é completamente fora da nossa zona de conforto, por isso pode acontecer sentir um esforço enorme em fazer algo que nos preenche.

*Criar uma forma que te permita receber:

Estamos tão habituados a dar, para algumas pessoas é tão natural cuidar do outro que nos esquecemos no nosso dia-a-dia de criar mecanismos para recebermos, ter um momento de silêncio, ter alguém que nos ouve com presença, ter um momento em que podemos baixar os braços, ter um momento em que podemos sentir o tempo passar sem a pressão de chegar a algum lado. Cria formas de receberes para te "encheres" para não entrares num estado de vazio e de esgotamento.

Quando criei o Pack Eu.Carreira criei exactamente com este propósito, com a intenção de ajudar várias pessoas a viverem aquilo que gostam de fazer, sem os clichés a que normalmente estamos amarrados. No Ebook Eu.Carreira para além de teres exemplos reais e casos práticos tens também vários clichés a que nós estamos agarrados e que na maior parte das vezes nos condicionam de atingirmos aquilo que queremos. Se ainda quiseres aproveitar a promoção de lançamento envia email para ligiasantosilva@gmail.com

Um beijo enorme e ate já!

Lígia Silva,
Life Coach e Terapeuta.
www.ligiasilva.pt




segunda-feira, 7 de setembro de 2015

3 dicas para aproveitar Setembro.

O mês de Setembro é o mês dos inícios e dos recomeços, pelo menos é isso que eu sinto, existe uma energia no ar com um cheiro a novas oportunidades J

Gostamos de começar novos hábitos, gostamos de começar novos projectos e para esta energia não se perder deixo-te aqui 3 dicas para que o teu mês de Setembro seja um excelente início de ciclo, seja em que área da tua vida for.



Dica 1: Onde estava?

Um dos exercícios que eu faço muitas vezes é questionar o que estava exactamente a fazer à um ano atrás: 
  • Como me sentia? 
  • Qual era o sentimento que predominava? 
  • Estava feliz? 
  • O que acreditava que ia acontecer? 
  • Quais eram as minhas esperanças? 
Este exercício ajuda-me a valorizar as conquistas que fiz no último ano, a valorizar os passos que dei, ajuda-me também a perceber o que tenho que alterar e quais os passos que são importantes dar. 

Dica 2: Quais as aprendizagens? 

Olhando para o último ano, o que poderia ter sido feito de diferente? 
Onde poderia ter investido mais? De que forma ? Com quem? 

Dica 3: Para onde quero ir, agora?

Existem momentos em que a nossa vida se transforma num grande novelo, temos tantas áreas para trabalhar que nem sabemos por onde começar, existem muitas linhas ligadas e não existe fluidez. Tudo ganha uma intensidade muito grande, cada evento, cada parte da nossa vida. Nesse momento é importante pegar numa ponta e começar a desenrolar o novelo. Começa pela ponta que for mais simples para ti. 

Espero verdadeiramente que este inicio de Setembro seja para ti um conjunto de recomeços e de novos oportunidades. 

Durante o mês de Setembro vou estar ajudar pessoas a criarem as suas oportunidades, de forma presencial ou via skype. Marca a tua consulta atavés do email ligiasantosilva@gmail.com ou o 935 333 777. 

Um beijo enorme e ate já! 

Lígia Silva. 
Life Coach e Terapeuta.
www.ligiasilva.pt






terça-feira, 25 de agosto de 2015

7 não verdades sobre a descoberta da nossa vocação.

Vivemos um momento em que cada vez mais estamos a sentir a necessidade de comunicar quem somos, estamos a sentir a necessidade de expressarmos os nossos dons, a nossa vocação. Durante muito tempo carreguei determinados pressupostos, mitos, de como funciona a vocação de cada um, de como funciona os dons de cada um, pressupostos esses que atrasaram a descoberta daquilo que me preenche, por isso hoje deixo-te aqui alguns destes pressupostos, clichés ou mitos, que te vão ajudar, acredito eu, a simplificar o teu caminho para descobrires aquilo que te preenche, a tua vocação:


  1. É necessário esperar que a nossa vocação se revele: 

 A maior parte de nós associa que a sua vocação é como um chamamento. Algo que vem de fora de nós. A vocação é algo que já existe dentro de nós, esperar que ela simplesmente se revele por puro acaso pode ser um investimento de tempo desnecessário. A nossa vocação, os nossos dons ou a nossa missão, o que lhe quisermos chamar, é algo que se descobre e é algo que se trabalha. 

    2. Só existe uma profissão certa para cada um: 

Antes isto poderia ser verdade, gerações anteriores escolhiam uma profissão e viviam essa profissão durante cerca de 20 ou 30 anos. Neste momento existem estudos que prevêem que os jovens da geração Y poderão passar por 14 ocupações profissionais diferentes. 

Cada área profissional que nós frequentamos ajuda-nos a retirar pequenos dons, por isso é que tudo aquilo que fazemos na nossa vida é importante, porque nos ajuda a salientar os nossos dons.  

3. Devemos continuar a estudar até descobrirmos a nossa vocação: 

Quando terminei a minha licenciatura, sentia que ainda não estava preparada para ir para o mercado de trabalho para exercer o que tinha estudado, estava insegura e com medo, então decidi iniciar o mestrado. A maior parte de nós inicia e inicia cursos apenas para ganhar conhecimento. Claramente ficamos com uma mochila cheia de ferramentas, mas a questão continua lá, independentemente dos cursos que tiramos não significa que vamos descobrir a nossa vocação. 

4. Existe quem não tenha vocação para nada: 

Durante muito tempo acreditei que não tinha vocação para nada, apenas porque não me conseguia preencher ou realizar dentro daquilo que já existia. Se por acaso também sentes isto, fica tranquilo, não significa que não tens vocação, apenas significa que precisas de ajuda para encontrar essa vocação. 

5. Com o tempo e pela repetição uma profissão acaba por se tornar uma vocação: 

Adoraria poder dizer-te que sim, mas a verdade é que apesar de repetirmos algo durante anos e até nos tornarmos bons nisso, não significa que isso seja algo que nos preencha, apenas significa que nos acostumamos a fazer algo. O sentimento de realização é diferente. 

6. Posso não ganhar dinheiro com a minha vocação. 

Verdade, mas também podes ganhar dinheiro. A maior parte das pessoas com quem trabalho tem esta questão dentro de si. Acredita verdadeiramente que não pode ganhar dinheiro com aquilo que gosta de fazer, mesmo ainda não sabendo aquilo que gosta de fazer, então coloca-se logo um entrave ainda antes da pessoa descobrir a sua vocação. Primeiro descobre, depois crias o caminho para ganhares dinheiro com aquilo que gostas de fazer. 

7. Quando descobrir a minha vocação, tenho que alterar toda a minha vida. 

Durante muito tempo acreditei que para viver aquilo que me preenchia tinha que alterar completamente a minha vida e foi isso que fiz. Já não acredito nisto, acredito que é possível fazermos as coisas com consistência e com estrutura, afinal vivemos numa sociedade ocidental em que todos nós necessitamos de estabilidade. Por isso podes descobrir aquilo que te preenche e para isso não precisas de recomeçar a tua vida, de uma forma totalmente diferente. 


Posso ajudar-te a descobrires a tua vocação, para isso basta marcares a tua consulta presencial ou via skype, para o 935 333 777 ou ligiasantosilva@gmail.com

Um beijo enorme e ate já! 

Lígia Silva, 
www.ligiasilva.pt







quarta-feira, 20 de maio de 2015

Quando perdemos o entusiasmo.

Ontem enquanto realizava uma sessão uma das pessoas colocou-me uma questão muito importante. Está neste momento a construir um novo negócio e a reinventar-se, ficou sem emprego à cerca de 2 anos e depois de muito procurar na área dela decidiu que ela própria iria construir a sua carreira. Começamos por identificar o que mais a preenche e realiza, a sua missão ou propósito e por fim identificamos o modelo de negócio. E ontem ela fez-me esta questão:



“ Lígia sinto que sempre que inicio algo novo fico muito entusiasmada, mas depois com o passar do tempo perco o entusiasmo nessa ideia, nesse projecto ou nesse emprego e não quero neste momento que isso me aconteça novamente, o que posso fazer?”

Aquilo que ela me descreveu também acontece comigo, por isso identifiquei-me bastante, depois de termos estado a trabalhar essa questão, ontem antes de adormecer estava a ver um vídeo de uma pessoa que adoro e que admiro imenso, Marie Forleo, que me ajudou ainda mais a sintetizar e a explicar aquilo que costuma acontecer, por isso aqui vão 3 dicas muito simples:

1. Resistência: Em todo o processo criativo existe resistência, achamos que a ideia não pode ser assim tão boa, achamos que o projecto não pode ser assim tão boa, achamos que nós próprios não podemos ser assim tão criativos, então começamos a duvidar de nós. Encara este processo como um processo normal que todos nós passamos, quanto mais rapidamente aceitares essa resistência, mais rapidamente a ultrapassas. 

2. Agarra-te à missão. Tem bem presente para ti porque estás a criar aquela ideia, porque estás a desenvolver esse projecto, o verdadeiro propósito, porque é esse que te vai continuar alimentar, mesmo quando questionas. 

3. Mantém-te com fome de novo. Continua a trazer estímulo e novidade a essa ideia ou a esse projecto, mantém a tua curiosidade activa e a tua vontade de evoluir sempre presente.  

Olhando agora quase poderíamos aplicar estas 3 ideias nos relacionamentos. :) 

Deixa aqui no blog os teus comentários sobre este artigo ou outros assuntos que gostasses de ver abordados aqui e já sabes se precisares da minha ajuda envia email para ligiasantosilva@gmail.com ou 935 333 777. 

Sê Inspiração. 
Lígia Silva. 
Life Coach e Talent Finder. 

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Os meus problemas não são únicos.

Devido à entrevista que saiu na Cosmopolitan sobre Talento e realização do mês de Dezembro, nos últimos dias recebi vários contactos de pessoas a pedirem mais informação sobre o coaching e a contarem um bocadinho as suas histórias, porque se identificaram com o que estava escrito. Depois de falar com essas pessoas e de as ouvir voltei a ter a mesma sensação, todos nós somos seres únicos e diferentes, total verdade, mas de uma forma também ela única todos nós temos os mesmo desafios, ou muito próximos e acabamos por nos afastarmos uns dos outros por acharmos que a pessoa que está ao nosso lado nos vai julgar ou porque não vai perceber aquilo que eu estou a dizer.
 
O problema aumenta quando generalizamos as seguintes “crenças”:  
- Uma pessoa que ama aquilo que faz todos os dias acorda motivada e cheia de vontade de ir trabalhar, logo se eu não acordo assim “todos os dias” (reforço todos os dias) é porque provavelmente não estou realizada ou não gosto daquilo que faço.
A sério? Todos os dias (note-se que aqui estou a fazer expressões com os olhos para reforçar o todos os dias)? E aqueles dias em que está frio lá fora e apetece ficar na cama. Acredito que como humanos que somos, todos nós temos dias bons e dias menos bons, o grande desafio é aceitar isso.  
- Quando encontras aquilo que amas fazer, tudo flui.
Esta é uma das grandes questões das pessoas que vêm ter comigo, vou dar-te um exemplo: imagina que sou professora e imagina que o meu maior medo é falar em público e agora imagina que cada vez que tenho que dar aulas entro em pânico, fico mal disposta, etc, dirias que o talento desta pessoa é dar aulas? Provavelmente não, ou provavelmente sim, tudo depende do propósito que tu tens e daquilo em que estás focado quando estás numa situação destas.
 Ou imagina um outro exemplo imagina que sou uma pessoa muito tímida e aquilo que mais gosto de fazer é comunicar com pessoas, significa que este não é o meu talento, claro que não apenas significa que essa é a sua maior prenda.
 
- Se toda a minha vida fiz uma coisa que não me preenche e agora descubro que é outra completamente diferente e tenho que mudar toda a minha vida.
Não.
Conheço uma pessoa que é secretária da administração, após algumas perguntas descobriu que uma das coisas que mais gostava era criar a partir das suas mãos, mas tudo o que tivesse relacionado com a parte de vestuário, com o passar do tempo foi ganhando maior clareza e percebeu que aquilo que mais gostava de fazer era recriar as roupas que tinha em casa, não criar de raiz, mas sim recriá-las, decidiu que queria experimentar nos seus tempos livres a costura, fez 2 workshops nesta área, durante o workshop conheceu uma mulher que estava a criar uma organização que aquilo que fazia era reciclar a roupa com pequenos pormenores que tornava cada peça de roupa única. No momento presente essa pessoa dedica algumas horas da sua semana na recriação de roupa os últimos 2 meses ganhou financeiramente com o seu hobbie, ao dia de hoje está a criar o plano para largar a área da secretaria e realizar-se no seu hobbie. Esta pessoa demorou 3 anos a fazer isso, porquê? Porque é possível construíres a tua carreira e criares um plano para te ajudar e fazeres isto com segurança.
 
Se pretenderes mais informação sobre o coaching ou se tiveres algumas questões envia email para ligiasantosilva@gmail.com
 
Sê Inspiração,
Lígia Silva
Coach e Talent Finder.

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

O sentimento de missao.

“Estás alinhado com o teu propósito quando tens a certeza de que tudo pode falhar, mas mesmo assim avanças.”
O mês de Setembro é o mês dos recomeços é o mês de voltar às rotinas é o mês de voltar a receber formação, novos conceitos e novas formas de estar na vida. No sábado enquanto se falava de propósito, vi nos olhos de uma pessoa o que é o verdadeiro sentimento de propósito ou de missão, enquanto me dizia: “ existe um momento em que já não dá para negares porque é muito maior do que tu.” Enquanto me dizia isso os seus olhos enchiam-se de lágrimas, acredito eu por sentir o quanto estava próxima desse alinhamento.
 
O sentimento de propósito ou de missão é o sentimento que todos nós temos, está presente ao longo da nossa vida e ao longo da vida encontras diferentes veículos que te permitem preencher esse propósito. No outro dia recebi uma news em que falavam de empregos de sonho, em que referia que quando estás no teu emprego de sonho tens um sentimento constante de bem estar e de fluidez, partilhavam que quando é o teu propósito tu sentes é algo para o qual tu sentes que é o teu caminho, etc.
E quando não é assim? E quando aquilo que te trás realização é aquilo que mais te amedronta é aquilo do qual tens mais medo, é aquilo que mais te custa fazer é o passo que mais te custa dar.
 
Sê Inspiração,
Ligia Silva.
Coach, marketer e Talent Finder.

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Como escolher um caminho.

Esta semana colocaram-me uma questão muito interessante que acho que está na cabeça de muitas pessoas.
“ Lígia quero muito descobrir mais sobre o que me realiza ou sobre quais são os meus Talentos, mas tenho medo que isso implique uma grande mudança na minha vida, que tenha que largar o meu emprego e a segurança que este me dá.”

Acho que é uma excelente questão, porque a maior parte de nós acredita que ao descobrir o que o realiza ou o que o apaixona por alguma razão vai ter que escolher um desses caminhos. Largo o meu emprego actual e faço algo que me apaixona ou continuo no meu emprego, mas não faço aquilo que me realiza.

Acredito que todos nós nascemos com um propósito ou com uma missão e que ao longo da nossa vida vamos escolhendo alguns veículos para realizar esse propósito. Exemplo: ontem falava com uma pessoa que é Enfermeira, sentiu-se bastante realizada durante os anos em que trabalhou como enfermeira, contudo há algum tempo atrás começou a sentir que necessitava de mais, que aquilo que fazia já não a preenchia. O propósito manteve-se, mas o formato em que o fazia já não lhe chegava. Descobriu a direcção para onde queria ir e fez mais formações numa determinada área e ao dia hoje conseguiu potencializar aquilo que faz.



Esta pessoa conseguiu fazer uma coisa, POTENCIALIZAR o seu veículo.

Como POTENCIALIZAR o veículo:

Quando tu descobres o que te apaixona, quando começas a ter um maior conhecimento do teu potencial o que acontece é que podes escolher começar a utilizá-lo no teu dia-a-dia, para conseguires potencializar a tua actual carreira.

Quando te encontras no conflito de achares que tens que seguir um caminho ou outro pensa que se calhar há uma forma de teres o melhor de dois mundos.


Sê Inspiração,
Lígia Silva.
Coach, Marketer e Talent Finder.

quinta-feira, 12 de junho de 2014

O que é o Merecimento?

Ontem quando falava com uma pessoa ela contava-me a sua dificuldade em receber, que para ela receber um elogio, uma prenda, ou um sorriso implicava que ela teria que estar a fazer algo para receber isso. A maior parte de nós funciona exactamente desta forma, falo por mim claro. Isto é, só te sentes merecedor de receber algo se por exemplo já deste alguma coisa ou na relação, ou no trabalho, ou na área familiar e social.


Há uns anos atrás uma mulher que eu gosto muito disse-me: “ Tu já tens um lugar no mundo, não precisas de continuar a lutar. Independentemente do que venhas a fazer ou do que venhas a ser, hoje só por seres quem és já mereces tudo o que o universo tem para ti, não precisas de fazer mais nada.”

Toda a verdade demorei algum tempo até assimilar isto que ela me disse, ao dia de hoje, por vezes ainda me debato com esta questão do receber, acredito que é um processo contínuo de treino.

Hoje acredito que independentemente do que venhas a fazer ou do que venhas atingir, hoje simplesmente hoje, pelo que és mereces toda a abundância que existe por ai.

Quando na minha vida acredito que tenho que estar a fazer alguma coisa para receber, isso implica provavelmente que vou atingir um grande nível de desgaste e de cansaço e que provavelmente estou em escassez em algumas das áreas da minha vida. Hoje deixo-te aqui algumas dicas que te podem ajudar a perceberes se está na hora de trabalhares o teu nível de merecimento:

·         Tens mais dificuldade em receber do que a dar.
·         Estás constantemente em escassez financeira.
·         Atrais relações pouco saudáveis.
·         Acreditas que não podes viver do teu Talento (esta é muito boa J e era uma grande verdade que eu tinha).
·         Acreditas que tudo se consegue com esforço e com muita luta.

Sê Inspiração,
Lígia Silva.
Coach, Marketer e Talent Finder.

quarta-feira, 11 de junho de 2014

Quando surge o conflito.

Há umas semanas atrás falava com uma pessoa que estava num emprego já há alguns anos, dizia que queria mudar e queria ser ela a gerir o seu próprio tempo. Ou seja queria ser freelancer. Após algumas questões ela obteve a clareza daquilo que ela queria, uma das variáveis seria ganhar o mesmo que ganhava no emprego actual. Perguntei-lhe:


“ Tendo em conta que queres ser freelancer, estás disposta a ganhar de forma variável, estás disposta a pagar esse preço?”

“ Não!”

Há alguns dias atrás tive a oportunidade de falar com uma pessoa que durante anos esteve ligada à gestão de uma empresa que actuava na área de saúde, há 1 ano atrás decidiu que o conforto que tinha na sua vida já não era suficiente, porque não se sentia preenchida, ou realizada profissionalmente há muitos anos. Disse que demorou muito tempo para tomar a decisão, afinal tinha 2 filhos que ainda estavam na escola e uma alteração drástica na sua carreira profissional poderia implicar deixar de ter o conforto que tinha actualmente.

“ Decidi avançar com um negócio que tinha visto no Brasil há uns 5 anos e que ainda não existia em Portugal, passou um ano. Tenho muitas responsabilidades, não ganho como ganhava, há meses que não facturo como queria, mas sinto uma coisa que antes não sentia, quando acordo, sinto alegria e vontade de ir trabalhar. Sei que é um caminho, mas estou disposta a continuar.”

Perguntei: “ Decidiste pagar o preço de teres mais incerteza na tua vida?”

“Sim.”

Das várias pessoas que ajudo há uma questão que nem sempre está clara que é: “ Estás disposto a pagar o preço?”

Queres investir mais tempo na tua carreira, estás disposto a pagar o preço de estares menos com a tua família?

Queres ter melhores momentos com a tua família ou queres estar mais tempo com os teus filhos, estás disposto a pagar o preço de se calhar acordares mais cedo ou então seres ainda mais produtivo nas horas de trabalho, para saíres a horas?
Queres emagrecer estás disposto a fazer mais exercício?
Queres ter um relacionamento equilibrado, estás disposto a investir mais  em ti?
Queres descobrir os teus talentos, estás disposto a investir mais em ti?

As duas pessoas que te dei o exemplo deram duas respostas totalmente diferentes e completamente válidas e verdadeiras, a primeira vai deixar de estar em conflito, ao dia de hoje, porque sabe que não quer pagar esse preço e quer mais estabilidade, a segunda faz uma ideia do preço que vai pagar e por isso está disposta a isso. Trás uma maior clareza para ti do preço a pagar para as mudanças que queres para a tua vida e acredita que vais viver numa maior paz.


Sê Inspiração.
Lígia Silva
Coach, Marketer e Talent Finder.

ligiasantosilva@gmail.com

segunda-feira, 2 de junho de 2014

10 formas de nos auto-sabotarmos.

Este fim-de-semana tive a oportunidade de ler num artigo este parágrafo: “ Há momentos da vida que reconhecemos que estamos prontos para dar um novo salto, para efectivar uma mudança profunda, iniciarmos um novo projecto, uma nova relação, sairmos de país ou de cidade e iniciarmos num novo local, mas aos poucos e poucos começamos a repetir os mesmos comportamentos, as mesmas frases, os mesmos pensamentos. Isso acontece porque somos nós próprios que nos auto-sabotamos.”

O artigo tinha o título de: “ Eu sou o meu pior inimigo.”




Podemos encontrar várias definições do que é a auto-sabotagem, mas para mim a mais simples é: “ formas que utilizamos, na maior parte das vezes inconsciente, para sabotarmos o que queremos para a nossa vida”, hoje no blog deixo-te aqui algumas dicas que te vão ajudar a perceber se em alguma área da tua vida tu estás a utilizar auto-sabotagem. 

1. Repetes constantemente para ti próprio que ainda não deste aquele passo, apenas porque ainda não tens determinadas condições reunidas.

2.   Repetes para ti próprio as palavras “ Gostava muito, mas…”, “Quero muito, mas…”.

3. Utilizas muito a expressão: “ Um dia…”, “ Quando chegar o momento…”.

4.  Comprometes-te em fazer algo que à partida sabes que não é viável, exemplo: Correr todos os dias, quando sabes que neste momento é preferível começares com 2 vezes e depois aumentares.

5. Quando utilizas muitas vezes na tua vida a expressão: “ Amanhã eu faço..”.

6.  Quando sabes que tens muito tempo para terminares tarefas, mas em vez disso adias para fazeres mesmo no deadline.

7. Quando estás quase atingir um objectivo e como estás no quase… começas a baixar níveis de exigência. No final não atingiste, mas estiveste lá perto, se olhares bem fazes isto constantemente.

8.  Quando sabes exactamente o que dizer ou fazer, mas não fazes para não sobressaíres.

9.  Quando tens a capacidade de ganhar mais dinheiro num outro projecto ou no atingir de novos objectivos, mas como já tens algum seguro não dás o passo para ganhares mais. 

10. Quando culpas os outros ou os eventos pelo não atingires dos teus objectivos.

Existem muitos mais comportamentos que fazemos a nós próprios de forma inconsciente ou consciente e que têm impacto directo nos nossos resultados. Acredito que cada um de nós é o seu maior inimigo e que facilmente se reconhece em algum destes comportamentos. Lembra-te que quando se tornam conscientes ficam mais fáceis de serem alterados.

Sê Inspiração,
Lígia Silva.
Coach, Marketer e Talent Finder.
Faz gosto na minha página que podes ver aqui

quarta-feira, 28 de maio de 2014

Quando procuro a aceitação dos outros.


Hoje no blog falo-te de aceitação por parte dos outros e o impacto que isso tem na nossa vida. Sinceramente acho que este tema não dava apenas para um post, mas para pelo menos 5 ou 6, mas aqui vai.
A questão que me colocaram a semana passada foi esta:

“ Em relação à aceitação dos outros, até que ponto essa aceitação é importante para nós e até que ponto influencia a nossa vida, não será mais importante a nossa própria aceitação?”

A minha primeira resposta a esta questão é SIM, mas um sim mesmo enorme, a grande questão é como chegamos a esta aceitação interna em que não nos importa o que os outros dizem de nós ou se estamos ou não inseridos num determinado grupo. 



Se olhares bem para toda a tua vida sempre fizeste tudo (ou pelo menos alguma coisa) para seres aceite num determinado grupo: na primária, no secundário (e aqui tens vários grupos), na faculdade ou no trabalho, na família, nos hobbies que tens (grupo do ginásio, grupo das corridas, grupo da saída ao sábado à noite, grupo da meditação, grupo de ioga, grupo de amigos que gostam de futebol), isto é, nós passamos a vida a tentarmos encaixar em algum lado, quando o consegues tens uma sensação maravilhosa de pertença a sensação de que encontraste a tua tribo, quando não o consegues num destes grupos sentes-te deslocado e sozinho. Quando tens este último sentimento podes fazer duas coisas, acredito eu, estar continuamente à procura desse grupo, ou desse aceitação e nesse caso podes demorar anos e é um nível de esgotamento enorme porque estás constantemente à procura, estás constantemente com o sentimento de escassez. Ou podes escolher a segunda opção e começar a trabalhar a tua aceitação interna.

Deixo-te aqui algumas dicas que podes analisar para perceber se estás à procura da aceitação dos outros: 

1. O teu sentido de humor altera-se depois do feedback das pessoas. 
2. Estás constantemente a tentar agradar alguém. 
3. Estás feliz se uma pessoa diz que fizeste um excelente trabalho, estás infeliz se essa mesma pessoa te disse que tens que melhorar. 
4. Escondes o que verdadeiramente queres fazer para não ferir os sentimentos das outras pessoas. 
5. Escondes o que gostavas de fazer com medo de não seres aceite. 
6. Auto sabotas o teu trabalho,os teus resultados para não dares nas vistas. 
7. Dás prioridade às coisas que os outros querem fazer em vez de fazeres as tuas coisas. 
8. Vives na ansiedade de saber o que uma pessoa pensa de ti. 
9. Quando sais de algum local, conversa, reunião, etc, vais constantemente a rever o assunto e a pensares o que a pessoa terá pensado. 

Se te identificaste com alguma desta questão, está na hora de passares para o segundo passo - aceitação interna. Se não te identificaste com nenhuma dá só uma olhadela ao segundo ponto pode ser que te ajude :) 

Lembro-me que um dia me disseram algo que na altura apesar de parecer extremamente duro, ajudou-me imenso a alterar o meu comportamento. Eu tinha um padrão de procura constante de validação nos outros, media os níveis de inteligência quando falava com outras pessoas e sentia que nunca era suficiente, estava constantemente a comparar-me com os outros, disseram-me:

“ Essa validação que procuras é como um monstro quer sempre mais e mais, porque nada é suficiente independentemente do que te digam.” Com ajuda comecei a trabalhar o que hoje entendo pela minha validação, aceitação interna. E por isso deixo-te aqui hoje algumas dicas que a mim me ajudaram espero que a ti também te ajudem: 

a) Confiança: A melhor forma e aumentares a tua aceitação interna é aumentares o teu nível de confiança, por isso define pequenas coisas que te levem a sair fora da tua zona de conforto, para te sentires mais forte internamente. 

b) És humana: Das frases que mais repito para mim nos últimos anos é: " Eu faço o melhor que posso com os recursos que tenho no momento." ajuda-me a perceber que sou humana e que verdadeiramente estou a fazer o melhor que posso. 

c) Valorização: Para diariamente para começares a valorizar pequenas coisas tuas, vais perceber que o fazendo de forma continua até vais começar a descobrir alguns talentos teus. 

d) Celebra: Por tendência quando atingimos um objectivo nem valorizamos. Dá-te mimos diariamente pelas pequenas conquistas que fazes. 

e) Degrau a degrau: por falar em pequenos passos, esquece o andares à procura da grande cena que vai mudar a tua vida, escolhe dar os pequenos passos porque são esses que vão ter impacto directo na tua vida e que te vão ajudar a chegar à grande cena :) 

Espero que te tenha ajudado, mais questões que tenhas envia email para ligiasantosilva@gmail.com

Sê Inspiração, 
Ligia Silva 
Coach, Marketer e Talent Finder 
ligiasantosilva@gmail.com
Faz gosto na minha página aqui


segunda-feira, 26 de maio de 2014

Quando as pessoas nos magoam!

Hoje no blog falo-te de uma outra questão que chegou até mim, que já é recorrente e acredito que seja a questão de várias pessoas.  


 Como é que fazes quando convives diariamente com uma pessoa que te magoa e te ajuda a não estares conectado contigo?



Há várias questões aqui a teres em atenção nesta questão, por isso vou lançar-te dicas que espero que te ajudem:


1. Reinventa a tua comunicação. Reinventa a tua atitude:


Recordo-me de uma pessoa que já ajudei que me dizia que era constantemente magoada pelo seu chefe, pela forma como este falava com ela e que aquilo que ele fazia com ela não fazia com os seus colegas. Após algumas questões e alguns exercícios essa pessoa percebeu que o seu chefe apenas a magoava porque esta o permitia. Porque devido às suas inseguranças nunca conseguiu impor limites, não conseguia dizer que não e quando ele a confrontava ela não conseguia impor-se. Quando entramos num estado de vítima ou submissão o mais simples é conseguirmos trazer até nós pessoas que nos manipulam. Acredito que isto acontece apenas com um propósito ajudar-nos assumirmos o nosso poder pessoal. Enquanto não o fizermos essas pessoas vão continuar a magoar-nos.  

2. Tu foste apenas o escolhido:

Um dia logo pelas 09h00 da manhã ligou-me uma senhora a pedir informações de um evento que nós íamos ter. Senti logo pelo tom de voz que a pessoa não estava bem , ligeiramente irritada J, perguntou-me o preço e disse-lhe, desatou aos berros comigo a dizer que era muito caro e a dizer que os outros eventos não tinham aquele valor. Respondi tranquilamente:
“ ok, mas este é o nosso valor.”

Continuou a insistir… nesta altura já estava aos berros.

Interrompi e disse:

 Eu percebo, mas sabe que não tem que fazer os nossos se os outros a ajudam pode fazer os outros!”

Desligou..

Nos primeiros instantes apeteceu-me dizer uns quantos palavrões (Acho que na altura disse), depois mais uma vez percebi que a pessoa não estava a falar comigo, apenas estava a projectar para cima de mim. Por isso acredito que podia ser contigo ou com outra pessoa qualquer, não é pessoal. 

3. Espelho meu, espelho meu:

Esta para mim é uma das questões mais desafiantes. Lembro-me de estar ajudar uma mulher em que uma das coisas que mais a irritava no marido era este estar constantemente a criticar as noticias que via na televisão, quando ela estava a conduzir e ele ia ao seu lado, pelo tipo de educação que ela dava aos filhos, por pessoas que encontravam na rua. Segundo ela ele estava constantemente a criticar tudo e todos e isso era algo que a irritava imenso. Após algumas questões percebeu que aquilo que mais a irritava no marido era algo que ela fazia com ela própria, mas não o comunicava. Quando não atingia um objectivo criticava-se automaticamente, quando comia em excesso.

Se a pessoa te consegue magoar constantemente é porque aquilo que ela te diz ressoa em ti, se ressoa em ti é porque uma parte de ti acredita que essa parte é verdadeira. Então é algo a trabalhares. 

Antes de experimentares qualquer uma destas questões Respira, ajuda imenso :) 

Qualquer questão que queiras ver respondida envia email para info@mariocaetano.net 

Sê Inspiração, 
Lígia Silva 
Coach, Marketer e Talent Finder 
ligiasantosilva@gmail.com

quinta-feira, 22 de maio de 2014

O que fazer quando te sentes desconectada?

No post de hoje dou voz a uma pessoa que me colocou duas questões:

1. Como é que fazes quando te sentes desconectada?
2. Como é que fazes quando convives diariamente com uma pessoa que te magoa e te ajuda nessa desconexão? 

Ora estava a pensar sobre qual das duas deveria responder e por isso escolhi a primeira amanhã respondo à segunda.



Já fiz vários cursos, já fiz várias coisas para me conhecer cada vez mais e para descobrir mais coisas sobre mim. Nos primeiros cursos que fiz lembro-me que ia com a sensação que a pessoa me ia salvar, ou seja, acreditava que o curso em si ia ser a salvação, que num estalar de dedos tudo se tornaria absolutamente perfeito, quando saia de cada curso saia com uma sensação de ansiedade enorme, medo de voltar à realidade. Quando as coisas não funcionavam como eu queria, culpava a pessoa ou o curso, obviamente que nada poderia superar as minhas expectativas de encontrar a luz e de me iluminar. Felizmente um dia alguém muito sábio e que ainda não sabe disse-me: “ Tens as ferramentas então usa.” Ao qual eu (não sábia que acreditava que era) respondi: “ Mas como?”

 “ Simples, se meditar te faz sentir bem medita, se escrever te faz sentir bem escreve, se correr te faz sentir bem corre. Se não queres fazer algo pelo medo, então faz. Se estás a procrastinar então avança.”

“ Quantas vezes? “ – disse eu com medo da resposta.

“ Até quando isso se tornar algo tão natural que não sentes que te estás a obrigar!”

Verdade verdadinha foi das maiores alucinações que eu já tive.

Os cursos ou eventos que faço funcionam para mim como um estímulo, são extremamente importantes porque me ajudam a conectar-me comigo, a sentir-me mais próxima da minha essência. Os hábitos que eu crio depois de sair desse curso ajudam-me a encontrar a conexão comigo.

Se temos hábitos de comer, tomar banho, etc.. é extremamente importante teres hábitos para te sentires bem, exemplo: para mim dos mais importantes são a meditação, corrida ou caminhada, entre outros. Começo o dia dessa forma e sinto-me bem. Claro que existem momentos na nossa vida em que as coisas estão mais intensas e então mais facilmente nos desconectamos, então aí retira momentos do teu dia que te permitam fazer coisas que te conectem. Ou então procura novos estímulos em vídeos, música ou curso, mas o mais importante é criares esses hábitos.

 Por hoje fica esta. Já sabes alguma questão que tenhas envia email para ligiasantosilva@gmail.com

Sê Inspiração,
Coach, Marketer e Talent Finder

quarta-feira, 21 de maio de 2014

Dicas para tomares melhores decisões.

Bem não sei se isso acontece contigo, mas neste momento o tempo cada vez escasseia mais e tenho a sensação que as ideias são muitas e o tempo para colocá-las em prática é pouco (sim podes dizer faz um curso de gestão, mas sinceramente não me parece que seja por ai). Simultaneamente, não sei se também está acontecer contigo, mas tenho a sensação que diariamente estou a ser “empurrada” para tomar grandes decisão e dar grandes passos, no meio de tanta coisa e de tanta intensidade é normal questionares o que deves ou não fazer, principalmente quando essas decisões não têm um impacto pequeno. Nesse sentido hoje no blog deixo-te algumas dicas que te podem ajudar a tomares essas decisões, pelo menos a mim ajudam:



1. Respira: 

A sério, respira mesmo profundamente, por vezes o nosso dia-a-dia é tão intenso que estamos num estado mais reactivo. Acredito que quando tomas uma decisão nesse estado de reacção na maior parte das vezes tem por base o medo, a decisão não será das melhores.  Por isso respira profundamente. 

2. Pára: 

Há umas semanas falava com uma pessoa que me dizia que não se sentia bem em parar, porque quando o fazia sentia que não estava a produzir, sentia que não estava a ser últil. Eu percebo, acredita que eu percebo, mas um nível de ação tão elevado por vezes leva a um grande nível de cansaço e por consequência esgotamento, nesse sentido. Pára apenas que seja por 10 minutos, e respeita o teu corpo, a tua mente e o teu espírito. 

3. Estabelece Timmings: 

Acredito que existem 2 tipos de pessoas: 

a) as pessoas que planeiam e que imaginam imenso antes de dar um passo. Fazem desenhos e planeiam várias estratégias antes de darem o passo. O grande desafio destas pessoas é que demoram muito tempo a dar esse passo e por vezes acabam mesmo por não dar esse passo. 

b) o outro grupo de pessoas são pessoas que estão constantemente a fazer, não perdem muito tempo a planear ou a idealizar, simplesmente fazem e estão constantemente a fazer, não gostam parar para pensar. O grande desafio destas pessoas é que vivem muito numa visão a curto prazo e facilmente entram num nível grande de desgaste. 

Por isso se és algum destes tipos de pessoas estabelece timmings, isto é, define um determinado tempo para planeares e um momento para entrares em ação e cumpre cada um deles. 

4. Go: 

Recorda-te que nunca vais ter todas as variáveis ideais para dares o passo, por isso por vezes é mesmo confiares no que te diz a tua intuição e dares o passo e aí nesse momento confia que estás a fazer o melhor que podes com os recursos que tens no momento. 

Sê Inspiração, 
Lígia Silva. 
Coach, Marketer e Talent Finder. 
ligiasantosilva@gmail.com



segunda-feira, 19 de maio de 2014

As 10 carreiras do Futuro.

Vi um artigo à pouco tempo em que referiam as 10 carreiras do Futuro, com muita curiosidade fui analisar para perceber se trazia novidades, então aqui vai:

1. Medicina
2. Engenharia Civil
3. Engenharia de Petróleo
4. Arquitectura
5. E - commerce
6. Ensino
7. Administração
8. Enfermagem
9. Massagista
10. Redes Sociais



Ainda referiam o seguinte: " com tanta escolha fica difícil escolheres uma. São muitas carreiras e cada uma delas mais interessante do que a outra."

Por momentos pensei, se calhar isto foi escrito há 10 anos, fui ver a data do artigo e é de Dez. de 2013. Ok pronto tens alguns meses :)

Não sei o que tu sentes ao olhar para esta lista de carreiras, mas lembro-me quando fiz o famoso teste de vocação ( no 9º ano) as carreiras não mudavam muito das que estão aqui. Lembro-me que tentei inserir-me num doa grupos que tivesse mais a ver comigo, hoje percebo que apenas estava a "tentar" encaixar-me no que já existia e que já estava credibilizado pelo senso comum, isto é, era aprovado pela sociedade como uma carreira.

A cada dia que passa conheço mais pessoas que não estão dentro desta caixa e que procuram através dos seus Talentos e paixões criarem as suas próprias carreiras é um risco e uma maluqueira? Claro que sim, mas não deixa de ser uma carreira, o maior desafio de cada pessoa que escolhe criar uma nova carreira, daquelas que não estão estabelecidas no mercado, acredito que é a capacidade de se manter constantemente confiante, motivado e resiliente.

Não acredito propriamente no cliché de que quando estás a fazer aquilo que gostas tudo flui, acredito sim que quando estás a fazer aquilo que gostas tens mais garra e mais "gasolina", amor e propósito para ultrapassares os obstáculos que se vão colocando à tua frente. E como um dia me disseram a sorte é apenas o cruzamento da preparação com a oportunidade, por isso prepara-te com muita resiliência até aparecer a tua grande oportunidade! :)

Sê Inspiração,

Lígia Silva.
Coach, Marketer e Talent Finder.
ligiasantosilva@mariocaetano.net